Depósito de pólvora na Ilha do Vianna (depois da explosão)
- RJDPHDM REVA-DE-IC-MF-47081
- Item
- 1894
Parte de Revolta da Armada
Depósito de pólvora na Ilha do Vianna (depois da explosão)
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Olophote da Fortaleza de S. João
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Bateria de S. Paulo, Fortaleza de S. João.
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Ruinas dos alojamentos.
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Ilha de Mocanguê, Ilha da Conceição, Ilha do Caju, tiradas do alto da Armação
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Ruínas dos alojamentos e batteria dos coqueiros.
Parte de Revolta da Armada
Efeito de uma bala 550 no subterrâneo de Villegaignon.
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Bateria de 450.
Parte de Revolta da Armada
Alfandega. Canhão de tiro rápido.
Parte de Revolta da Armada
Trincheiras do caes dos mineiros.
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Largo do Paço. Trincheiras no Caes Pharoux
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Ruinas dos alojamentos
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Acampamento do Morro do Castello
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Reducto Moncreef.
Parte de Revolta da Armada
Arsenal de Guerra. Canhão revólver e metralhadora
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
O canhão Bamge no Morro do Castello
Parte de Revolta da Armada
Arsenal de Marinha. Trincheira
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Bateria de 250, lado da barra
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Reducto Moncreef efeito de uma bala de 550 de S. João
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Parte da bateria de 250, lado da barra
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Grupo de militares e civis, dentre eles o fotógrafo Marc Ferrez
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Depósitos da Compª Frigorífica Pastoril
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Ponte de desembarque e casa do comandante.
Parte de Revolta da Armada
Ruínas de Villegaignon. Ruínas de Villegaignon do lado de Nictheroy.
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Bateria Costalat, Morro da Armação
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Parte de Revolta da Armada
Formatura em 25 de agosto de 1941
Lançamento do Encouraçado São Paulo
Parte de Encouraçado São Paulo, 1907 - 1947
Troféu do Campeonato da Divisão Naval em Operações de Guerra.
Parte de Aviação Naval 1ª fase
Troféu do Campeonato da Divisão Naval em Operações de Guerra, 1916/1923.
Vista aérea do Cruzador Bahia.
Parte de Aviação Naval 1ª fase
Vista aérea do Cruzador Bahia, 1916/1923.
Distintivo do Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém
DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval, em campo vermelho, dois fuzis de ouro passados em aspa com uma âncora superposta, em pala e do mesmo metal; chefe de azul com um castelo de prata carregado de um escudo deste mesmo metal com cinco escudetes de azul disposto em cruz, cada um destes com cinco besantes do campo postos em santor.
EXPLICAÇÃO
No campo vermelho, esmalte representativo de qualidade de bravura, denodo e intrepidez, predicados dos Fuzileiros Navais do Brasil, os fuzis e a âncora de ouro assim dispostos constituem seu próprio distintivo; o castelo de prata, no chefe de azul, como atributo, metal e esmalte constantes do brasão de Belém, alude a Francisco Caldeira Castelo Branco, fundador em 1616, daquela cidade e a evoca como sede do Grupamento em apreço.
Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém
Parte de Contratorpedeiro Piauí I
Estandarte do Contratorpedeiro Piauí
Parte de Contratorpedeiro Piauí I
CONTRATORPEDEIRO PIAUÍ
DESCRIÇÃO
Num campo retangular de seda prateada de 1,20 m x 1,00 m, debruado com um terçal também de prata, o distintivo do Contratorpedeiro Piauí. O estandarte é firmado num mastro forrado de azul e prata e encimado por uma ponta de lança de prata, guarnecido por duas fitas de azul e prata, franjadas de ouro e a inscrição "PIAUÍ”, em ouro, numa delas, ambas pendentes de uma roseta azul e prata.
EXPLICAÇÃO
A prata do estandarte evoca a Marinha em seu esmalte clássico e o conjunto heráldico constante do mesmo, distintivo da CT Piauí, a ele se reporta. Estandarte aprovado pela Portaria 1546 de 06 de setembro de 1979. Aprova os estandartes para os navios da Marinha de Guerra que participaram da Segunda Guerra Mundial
Parte de Cruzador Barroso I
Distintivo do Contratorpedeiro Piauí
Parte de Contratorpedeiro Piauí I
DESCRIÇÃO
Num pentágono formado de cabos de ouro e encimado pela coroa naval: em campo azul um piau nadante e de prata, posto em faixa e voltado para a destra; em contrachefe um faixado-ondado do mesmo metal.
EXPLICAÇÃO
PIAUI – palavra de origem tupi (PY-YAU-Y), literalmente “rio dos piaus”; Estado, serra e rio do Brasil. PIAU (Leporinus Conirostris) – peixe fluvial, de água doce e de escamas e I – corrente de águas, rio. O campo azul representa a Marinha com sua cor tradicional e o piau de prata, um dos constantes do brasão do Estado do Piauí, evoca a Unidade da Federação que dá nome ao navio, simbolizando o faixado-ondado de prata o próprio rio dos citados peixes, configurando este o topônimo atribuído à belonave.
Contratorpedeiro Alagoas embandeirado em arco. À esquerda, a Ponte Alexandrino de Alencar.
Parte de Contratorpedeiro Alagoas I
Parte de Contratorpedeiro Alagoas I
Livre
Parte de Cruzador Tamandaré I
Parte de Cruzador Tamandaré I
Estandarte da Diretoria de Administração da Marinha
DESCRIÇÃO
Num campo retangular de seda prateada de 1,20m x 1,00m, debruado com torçal de azul, o distintivo da Diretoria de Administração da Marinha. O estandarte é firmado num mastro forrado de azul e prata, encimado por ponta de lança, de prata, e guarnecido por duas fitas de azul e prata, franjadas de ouro, e a inscrição “Diretoria de Administração da Marinha”, de ouro, numa delas, ambas pendentes de roseta azul e prata.
EXPLICAÇÃO
A prata do estandarte evoca a Marinha em seu metal clássico e o conjunto heráldico constante do mesmo, distintivo da Diretoria de Administração da Marinha, a ela se reporta.
Distintivo da Diretoria de Administração da Marinha
DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por uma elipse feita de um cabo de ouro terminado em nó direito, campo azul, com uma folha de acanto disposto em faixa e apoiada sobre uma roda de leme, ambas de ouro e partido de prata lavrado de vermelho; cortado de púrpura. Pendente do distintivo, a insígnia da Ordem do Mérito Naval.
EXPLICAÇÃO
A roda de leme, instrumento de comando e direção, ao lembrar controle alude ao norteio de todas as atividades financeiras navais a que a folha de acanto faz alusão; o partido de prata lavrado de vermelho, representando construção e sugerindo conservação de Próprios, ao também evocar organização e consequente Administração refere-se à operosa Diretoria deste nome, que, atenta e superiormente, com o estudo, a meditação e o saber a que se reporta a púrpura do cortado, ainda participa da elaboração e mantém atualizada a legislação de interesse da Marinha, simbolizada esta pelo azul, seu esmalte clássico. A insígnia pendente do distintivo foi a este anexada em decorrência do Decreto do Presidente da República Federativa do Brasil de 20 de maio de 2019, que outorgou a comenda à organização militar.Diretoria de Administração da Marinha
Distintivo do Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília
DESCRIÇÃO
Num escudo boleado e encimado pela coroa naval, campo de vermelho com dois fuzis de ouro passados em aspa e filetados de preto com uma âncora superposta, em pala e do mesmo metal; chefe de verde carregado de três colunas arquitetônicas típicas de Brasília, de prata, dispostas em faixa e unidas pelas pontas laterais de seus flancos.
EXPLICAÇÃO
No campo de vermelho, esmalte evocativo da bravura, denodo e intrepidez, predicados dos Fuzileiros Navais do Brasil, os fuzis e a âncora de ouro assim dispostos constituem seu próprio distintivo; as três colunas arquitetônicas de prata, típicas de Brasília, lembram esta Cidade e à mesma se reportam, como sede do Grupamento de Fuzileiros Navais em apreço e Capital brasileira localizada no interior, condição esta a que o verde do chefe faz alusão. A insígnia pendente do distintivo foi a este anexado em decorrência do Decreto do Presidente da República Federativa do Brasil de 27 de maio de 2003.
Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília
Ofício sobre embarcação roubada por corsários argentinos
Parte de Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha II (séc. XIX - Período Imperial)
Ofício número 37 do Presidente José Carlos Mayrink da Silva Ferrão ao Marques de Maceió, sobre a entrada no dia nove de uma pequena embarcação costeira, que no dia anterior tinha sido roubada por um Corsário de Buenos Aires, essa mesma embarcação recebeu a seu bordo parte da tripulação da Sumaca Santo Antonio Venturoso, que saiu deste porto com importante carregamento para o porto de Maceió.
Parte de Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha II (séc. XIX - Período Imperial)
Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel acusando a recebimento de aviso de 29 de fevereiro próximo passado expedido pela secretaria de Estado dos Negócios da Marinha que recomenda ao Arsenal da Província do Maranhão enviar ao principio de cada mês uma relação de despesas feitas no mês precedente realizados pela Marinha.
FERREIRA, Antonio Pedro da Costa
Formulário de Informação Histórica_Of-63-2023_CHM
Parte de Centro de Hidrografia da Marinha
Formulário de informações históricas referentes a esta OM
Centro de Hidrografia da Marinha
Formulário de Informação Histórica_Of-24-2022_AgAracati
Formulário de informações históricas referentes a esta OM
Agência da Capitania dos Portos em Aracati
Formulário de Informação Histórica_Of-20-2021_AgAracati
Formulário de informações históricas referentes a esta OM
Agência da Capitania dos Portos em Aracati
Formulário de Informação Histórica_Of-29-2023_AgAracati
Formulário de informações históricas referentes a esta OM
Agência da Capitania dos Portos em Aracati
Formulário de Informação Histórica_Of-113-2023_UISM
Parte de Unidade Integrada de Saúde Mental
Formulário de informações históricas referentes a esta OM
Unidade Integrada de Saúde Mental
Formulário de Informação Histórica_Of-31-2023_UMEM
Formulário de informações históricas referentes a esta OM
Unidade Médica Expedicionária da Marinha
Quadra de basquetebol da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará e fundos da casa do Comandante
Fonte da casa do Comandante da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará
Varanda e pátio da residência do Comandante da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará
Sala de jantar da casa do Comandante da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará
Residência para o Comandante da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará em construção
Fundos do pavilhão sanitário em construção na Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará
Pavilhão sanitário em construção na Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará
Enfermaria da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará
Sala de curativos da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará
Rouparia da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará