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Distintivo da Adidância Naval na Bolívia

DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por elipse feita de cabo de ouro terminado em nó direito, em campo de ouro, três palas de verde, tendo brocante âncora de prata e cabo de ouro; chefe de prata com o escudo de armas da Bolívia, na sua cor.
EXPLICAÇÃO
A prata do chefe alude ao próprio metal, encontrado em grandes jazidas, notadamente no Centro de Potosí, que levou a fama boliviana a todo o “orbe”, sendo o próprio país lembrado pelo seu belo escudo d’armas. O campo de ouro e as palas de verde simbolizam metal e esmalte do pavilhão nacional brasileiro, enquanto a âncora de prata alude ao tradicional relacionamento entre as Marinhas dos dois países.

Adidância Naval na Bolívia

Distintivo da Adidância Naval na Venezuela

DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por elipse feita de cabo de ouro terminado em nó direito, em campo de ouro, três palas de verde, tendo brocante âncora de prata e cabo de ouro; chefe de azul com sete estrelas de prata, de cinco pontas, brocante.
EXPLICAÇÃO
O chefe de azul e as estrelas de prata evocam a bandeira da Venezuela. O campo de ouro e as palas de verde simbolizam metal e esmalte do pavilhão nacional brasileiro, enquanto a âncora de prata alude ao tradicional relacionamento entre Marinhas dos dois países.

Adidância Naval na Venezuela

Restituição de Parecer Médico

Ofício encaminhado ao Comandante do Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves para Restituição de Parecer Médico por falta de comparecimento

Atendimento mediante Encaminhamento do SASM

Ofício nº 164 de março de 2007, ao Diretor do Centro Logístico de Saúde da Marinha, transmitindo documentos relacionados a Atendimento mediante encaminhamento do SASM referente ao mês de FEV/2007

Distintivo da Adidância de Defesa e Naval em Portugal

DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por elipse feita de cabo de ouro e terminado em nó direito, em campo de ouro, três palas de verde, tendo brocante o símbolo das Forças Armadas de prata. No chefe, a bandeira de Portugal nas suas cores e metal.
EXPLICAÇÃO
O chefe de verde e de vermelho e o escudo d’armas evocam a bandeira de Portugal. O campo de ouro e as palas de verde simbolizam o metal e o esmalte do pavilhão nacional brasileiro, enquanto o símbolo das Forças Armadas alude ao relacionamento entre as Forças Armadas do Brasil e suas congêneres de Portugal.

Remessa de Formulário de Homologação

Ofício numero 944 de novembro de 2007, ao Diretor de Obras Civis da Marinha informando a transmissão de remessa de Formulário de Homologação referentes ao Servidor Civil Mauro Luiz Lima.

Distintivo do Navio-Transporte Fluvial Almirante Leverger

DESCRIÇÃO
Num pentágono de cabos de ouro e encimado pela coroa naval, em campo de azul o brasão do Barão de Melgaço.

EXPLICAÇÃO
No campo de azul, simbólico das águas do Pantanal Mato-grossense o brasão alude ao Almirante Augusto João Manuel Leverger, primeiro e único “Barão de Melgaço”. Brasileiro naturalizado foi escritor, historiador e geógrafo, estando entre seus principais interesses à hidrografia, herói da Guerra do Paraguai e presidente da província de Mato Grosso em várias ocasiões. Foi marinheiro desde muito jovem, tendo chegado ao Brasil em 1824, sendo nomeado Segundo Tenente pelo Decreto de 26 de maio de 1825. Devido a seu conhecimento da província de Mato Grosso, foi nomeado Cônsul Geral do Brasil em 1839 para estabelecer boas relações com o Paraguai, sobretudo no tocante à navegação do Rio Paraguai e ao estabelecimento de fronteiras. Quando da Guerra do Paraguai, lutou no Forte de Coimbra e fez erguer as Fortificações de Melgaço para proteger Cuiabá do avanço das tropas de Solano López. Por ter impedido que as tropas invasoras atingissem a capital mato-grossense e devido ao seu envolvimento na guerra, foi consagrado herói.

Aplicação Financeira

Nota de Negociação da Operação de Renda Fixa (BOX), relativa à aplicação de 274 de março de 2009, no valor de R$ 43.242.341,43 (quarenta e três milhões, duzentos e quarenta e dois mil, trezentos e quarerenta e um reais e quarenta e três centavos)

Pedido de Serviço

Oficio encaminhado ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos, para apreciação os Pedidos de Serviço nº 2026 a 2029/2009

Atendimento mediante Encaminhamento do SASM

Ofício nº 227 de abril de 2007, ao Diretor do Centro Logístico de Saúde da Marinha, transmitindo documentos relacionados a Atendimento mediante encaminhamento do SASM, referente ao Mês de MAR/2007

Apresentação de militar

Ofício ao Comandante do Navio -Patrulha Fluivial "Rondônia" informando a apresentação do 2°Ten ROMERSON XAVIER VELOSO, em virtude de destaque no período de 06 a 23MAI2008.

Distintivo da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará

DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, timbrado pela coroa naval, apoiado sobre um remo e um croque de ouro, passados em aspa, e inscrito numa elipse formada por um cabo de prata com doze flutuadores de ouro: em campo de verde com uma jangada aparelhada de ouro, e vestida de prata carregada com uma âncora de vermelho sobre a vela vogante sobre um contrachefe faixado-ondado de prata e azul. Pendente do distintivo, a insígnia da Ordem do Mérito Naval.
EXPLICAÇÃO
A jangada simboliza o arrojo e a coragem do cearense ao afrontar os mares bravios do Nordeste e a âncora representa a Marinha. A insígnia pendente do distintivo foi a este anexada em decorrência do decreto do Presidente da República Federativa do Brasil de 29 de novembro de 1973.

Distintivo da Diretoria Geral de Navegação

DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por uma elipse feita de um cabo de ouro e terminado em nó direito, campo de prata, com uma rosa dos ventos de vermelho e azul com o Norte indicado por uma flor de lis deste esmalte, partido de azul com um sextante de ouro acompanhado de cinco estrelas de prata, uma acima e duas outras em cada lado do mesmo, estas dispostas em pala. Bordadura faixada-ondada de azul e prata. Pendente do distintivo, a insígnia da Ordem do Mérito Naval.
EXPLICAÇÃO
No campo de prata partido de azul, evocativo da Marinha em suas cores tradicionais, a rosa dos ventos e as estrelas, orientadoras dos nautas em todos os tempos, assim como o sextante, moderno instrumento de navegação, aludem à epopéia marítima dos nossos maiores navegadores através dos imensos mares do globo, simbolizados estes pelo faixado-ondado da bordadura. A insígnia pendente do distintivo foi a este anexada em decorrência do decreto do Presidente da República Federativa do Brasil de 4 de junho de 2013.

Distintivo do Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Negro

DESCRIÇÃO
Num pentágono formado de cabos de ouro e encimado pela coroa naval, campo de azul com esfera armilar de ouro, em pala e aparelhada do mesmo metal; no chefe de negro o peixe Acará Bandeira na sua cor e filetado de prata.
EXPLICAÇÃO
No campo de azul, simbólico das águas brasileiras onde opera o aviso, a bóia esférica armilar reporta-se a sua missão na realização de levantamentos hidrográficos, oceanográficos, geodésicos, meteorológicos e serviços de sinalização náutica; no chefe de negro o peixe Acará Bandeira originário da região amazônica e extremamente bonito.

Distintivo do Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Solimões

DESCRIÇÃO
Num pentágono formado de cabos de ouro e encimado pela coroa naval, campo de azul com esfera armilar de ouro, em pala e aparelhada do mesmo metal; no chefe de negro o peixe boto.
EXPLICAÇÃO
No campo de azul, simbólico das águas brasileiras onde opera o aviso, a bóia esférica armilar reporta-se a sua missão na realização de levantamentos hidrográficos, oceanográficos, geodésicos, meteorológicos e serviços de sinalização náutica; no chefe de negro o peixe boto, mamífero nativo da Amazônia, cuja lenda afirma que o boto pode se transformar e ir às festas da região na forma de homem bonito e forte, vestido de branco, bronzeado e muito perfumado, que convida as moças para dançar e depois as
seduz.

Distintivo do Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Xingu

DESCRIÇÃO
Num pentágono formado de cabos de ouro e encimado pela coroa naval, campo de azul com esfera armilar de ouro, em pala e aparelhada do mesmo metal; no chefe de negro o peixe Tucunaré.
EXPLICAÇÃO
No campo de azul, simbólico das águas brasileiras onde opera o aviso, a baliza flutuante reporta-se a sua missão na realização de levantamentos hidrográficos, oceanográficos, geodésicos, meteorológicos e serviços de sinalização náutica; no chefe de negro o peixe Tucunaré, cuja origem vem da palavra “tucun” que designa uma palmeira muito espinhenta, comum nas barrancas dos rios e “aré”que traduz semelhança.

Distintivo do Navio-Patrulha Oceânico Apa

DESCRIÇÃO
Num pentágono formado de cabos de ouro e encimado pela coroa naval, campo de verde com um cavalo tordilho claro a galope e um índio guaicuru armado de lança, em atitude de ataque. Em ponta uma onda de prata.
EXPLICAÇÃO
O índio em atitude de ataque evoca a nação guaicuru ou índios cavaleiros e um de seus chefes – o Capitão Lapagate – que, como diz Couto de Magalhães, no livro – REGIÃO E RAÇAS SELVAGENS DO BRASIL – à pág. 19: “foi-nos sempre de não pequeno auxílio na guerra, e de grande dano às guarnições da fronteira paraguaia do Apa”. Inspirado numa gravura de ebret (Jean Baptiste) – VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL, OU SEJOUR D’UN ARTISTE FRANÇAIS AU BRÉSIL.

Diversas alteração no SISAQUA

Transferência de jurisdição,de acordo com o estabelecido nas Normas da Autoridade Marítima - NORMAM 13,aprovadas pela Portaria nº 111/2003 da Diretoria de Portos e Costas,sem anexo.

Estandarte da Diretoria Geral de Navegação

DESCRIÇÃO
Num campo retangular de seda prateada de 1,20m x 1,00m, debruado com torçal de azul, o distintivo da Diretoria-Geral de Navegação. O estandarte é firmado num mastro forrado de azul e prata, encimado por ponta de lança, de prata, e guarnecido por duas fitas, de azul e prata, franjadas de ouro e a inscrição “Diretoria-Geral de Navegação”, de ouro, numa delas, ambas pendentes de roseta azul e prata.
EXPLICAÇÃO
A prata do estandarte evoca a Marinha em seu metal clássico e o conjunto heráldico constante do mesmo, distintivo da Diretoria-Geral de Navegação, a ela se reporta.

Distintivo do Navio-Patrulha Maracanã

DESCRIÇÃO
Num pentágono formado de cabos de ouro e encimado pela coroa naval, campo de blau (azul) com três faixados-ondados de prata e no chefe a silhueta do canhão naval de prata, filetado de preto.
EXPLICAÇÃO
O azul do campo evoca a Marinha em seu esmalte clássico e alude a Amazônia azul. Os faixados-ondados de prata e o canhão representam o litoral brasileiro onde o navio irá operar protegendo as águas jurisdicionais brasileiras e o armamento naval a ser utilizado em conflito ou em dissuasão.

Distintivo do Navio-Patrulha Oceânico Araguari

DESCRIÇÃO
Num pentágono formado de cabos de ouro e encimado pela coroa naval, campo de prata com um guará na sua cor e em ponta e com uma faixa ondada de azul.
EXPLICAÇÃO
Araguari, nome de origem tupi, assim se decompõe: ARA – tempo, GUARÁ – ave. “Ibis Rubrae” e HY, água. (Fluvius ubi visuntur certo tempore aves Ibis Rubrae). Martius, Glossaria Linguarum Brasiliensium pág. 491. O guará é o pernalta vermelho que, segundo diversos naturalistas, frequenta periodicamente as margens dos rios da Bacia Amazônica.

Estandarte da Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha

DESCRIÇÃO
Num campo retangular de seda prateada de 1,20m x 1,00m, debruado com torçal de azul, o distintivo da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha. O estandarte é firmado num mastro forrado de azul e prata, encimado por ponta de lança, de prata, e guarnecido por duas fitas, de azul e prata, franjadas de ouro e a inscrição “Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha”, de ouro, numa delas, ambas pendentes de roseta azul e prata.
EXPLICAÇÃO
A prata do estandarte evoca a Marinha em seu metal clássico e o conjunto heráldico constante do mesmo, distintivo da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha, a ela se reporta.

Livro de Quartos do Estabelecimento

Livro de Quartos do Estabelecimento com trinta e uma páginas datadas de 01JAN2013 à 31JAN2013, informando elementos da passagem de serviço e contendo seus registros cronológicos dos fatos ocorridos no Estabelecimento, sem anexo.

Distintivo do Navio-Patrulha Maragogipe

DESCRIÇÃO
Num pentágono formado de cabos de ouro e encimado pela coroa naval, campo de azul com três faixados-ondados de prata e no chefe de verde a coroa de barão de ouro.
EXPLICAÇÃO
Bento de Araújo Lopes Vilas Boas, primeiro e único Barão de Maragogipe foi um nobre brasileiro e amigo do futuro imperador D. Pedro I. Lutou ao lado deste na guerra de consolidação da independência na Bahia. Por seus feitos heróicos em batalha, foi agraciado como cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo, e recebeu, em 12 de outubro de 1825 o título de Barão de Maragogipe como prova de gratidão do imperador ao militar. Os faixados-ondados de prata aludem ao mar onde o navio irá operar, proteger a atividade offshore e as águas jurisdicionais brasileiras.

Distintivo da Capitania Fluvial de Santarém

DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por uma elipse feita de um cabo de ouro e terminado em nó direito, em campo de azul, uma âncora filetada de preto e carregada do símbolo do Caduceu, ambos de ouro e passados em aspa. No chefe o encontro dos rios Amazonas e Tapajós e a flor de Liz.
EXPLICAÇÃO
O Caduceu de Mercúrio, filho de Júpiter e Deus do comércio, simboliza as relações comerciais mantidas entre os povos desde a mais remota antiguidade. A âncora alude a vigilância e a proteção da Marinha ao tráfego marítimo, expressão de desenvolvimento e expansão. A flor de Liz representa o símbolo da Nossa Senhora da Conceição, padroeira da cidade de Santarém e a faixa o encontro dos rios Amazonas e Tapajós em meio às matas que os circundam.

Distintivo do Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais

DESCRIÇÃO

Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por elipse feita de cabo de ouro terminado em nó direito, em campo de ouro, duas alabardas, de vermelho, passadas em aspa, tendo superposta uma granada, de preto e chamejante de vermelho. No cantão da sinestra do chefe, uma âncora, de vermelho, disposta em contrabanda.

EXPLICAÇÃO

No campo de ouro, metal evocativo de força e poder, o conjunto heráldico é aquele constante do primitivo escudo do Regimento Naval, predecessor do Corpo de Fuzileiros Navais. A granada chamejante reporta-se à Brigada Real da Marinha, que, criada em 1797 por Alvará de D. Maria I, Rainha de Portugal, era responsável pela artilharia e defesa dos navios que conduziram a família real portuguesa e sua corte para o Brasil, e que posteriormente passou a ser considerada como a célula-mater do CFN.
Os navios recordados pela âncora de vermelho, cujo esmalte, evocativo de coragem e bravura, alude aos predicados daquele Corpo, também rememorado pelas duas alabardas.

Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais

Distintivo do Centro de Controle Interno da Marinha

DESCRIÇÃO

Num escudo boleado, encimado pela coroa naval, envolto por uma elipse feita de um cabo de ouro e terminado em nó direito, campo de púrpura com folha de acanto, de ouro, disposta em contrabanda, tendo brocante sobre ela balança de ouro filetada de preto, suspensa de espada filetada de preto e com lâmina de prata e punho de ouro, em pala, apontada para baixo.

EXPLICAÇÃO

No campo de púrpura, esmalte evocativo de dignidade, meditação, estudo e saber, qualidades básicas do auditor; a balança suspensa de espada recorda o perfeito equilíbrio e a justiça com que devem ser exercidas as atividades do Serviço de Auditoria, cuja vinculação com as da Intendência é aludida pela folha de acanto.

Centro de Controle Interno da Marinha

Distintivo da Diretoria de Gestão Orçamentária da Marinha

DESCRIÇÃO
Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por uma elipse feita de um cabo de ouro e terminado em nó direito, campo de azul com folha de acanto de ouro, filetada de negro, disposta em faixa e brocante sobre uma âncora de prata posta em pala; cortado de prata com uma flor de Liz de verde.

EXPLICAÇÃO
A flor de Liz utilizada para apontar o norte nas antigas cartas náuticas têm em seu vértice central a orientação ao caminho correto, ideal de retidão, a ser perseguido nas atividades orçamentárias navais, finalidade precípua da “Diretoria de Gestão Orçamentária da Marinha”; os dois vértices laterais, ao penderem como uma balança aludem ao equilíbrio necessário na distribuição dos recursos, o esmalte de verde representa os bons serviços prestados e a prata do cortado remete a integridade e a firmeza. No campo de azul, esmalte clássico da Marinha, a âncora de prata alude a Marinha em sua expressão de desenvolvimento e expansão e a folha de acanto de ouro sobreposta à âncora de prata, simboliza o Corpo de Intendentes.

Diretoria de Gestão Orçamentária da Marinha

Livro de Quartos do Estabelecimento

Livro de Quartos do Estabelecimento com tinta e três páginas datadas de 01JAN2010 à 31JAN2010,informando elementos da passagem de serviço e contendo seus registros cronológicos dos fatos ocorridos no Estabelecimento,sem anexo.

Estandarte da Diretoria de Administração da Marinha

DESCRIÇÃO
Num campo retangular de seda prateada de 1,20m x 1,00m, debruado com torçal de azul, o distintivo da Diretoria de Administração da Marinha. O estandarte é firmado num mastro forrado de azul e prata, encimado por ponta de lança, de prata, e guarnecido por duas fitas de azul e prata, franjadas de ouro, e a inscrição “Diretoria de Administração da Marinha”, de ouro, numa delas, ambas pendentes de roseta azul e prata.
EXPLICAÇÃO
A prata do estandarte evoca a Marinha em seu metal clássico e o conjunto heráldico constante do mesmo, distintivo da Diretoria de Administração da Marinha, a ela se reporta.

Livro de Quartos do Estabelecimento

Livro de Quartos do Estabelecimento com trinta e uma páginas datadas de 01JAN2012 à 31JAN2012,informando elementos da passagem de serviço e contendo seus registros cronológicos dos fatos ocorridos no Estabelecimento,sem anexo.

Livro de Quartos do Convés

Livro de Quartos do Convés com vinte e oito páginas datadas de 01/02/2011 a 28/02/2011 , informando elementos da passagem de serviço e contendo um registro cronológico dos fatos ocorridos a bordo ou relacionados com o navio.

Livro de Quartos do Convés

Livro de Quartos do Convés com trinta e uma páginas datadas de 01/05/2011 a 31/05/2011 , informando elementos da passagem de serviço e contendo um registro cronológico dos fatos ocorridos a bordo ou relacionados com o navio.

Livro de Quartos do Estabelecimento

Livro de Quartos do Estabelecimento com trinta e uma páginas datadas de 01JAN2011 à 31JAN2011,informando elementos da passagem de serviço e contendo seus registros cronológicos dos fatos ocorridos no Estabelecimento,sem anexo.

Livro de Quartos do Estabelecimento

Livro de Quartos do Estabelecimento com trinta e uma páginas datadas de 01FEV2011 à 28FEV2011,informando elementos da passagem de serviço e contendo seus registros cronológicos dos fatos ocorridos no Estabelecimento,sem anexo.

Livro de Quartos do Estabelecimento

Livro de Quartos do Estabelecimento com trinta e uma páginas datadas de 01MAR2011 à 31MAR2011,informando elementos da passagem de serviço e contendo seus registros cronológicos dos fatos ocorridos no Estabelecimento,sem anexo.

Livro de Quartos do Estabelecimento

Livro de Quartos do Estabelecimento com trinta e uma páginas datadas de 01JUN2011 à 30JUN2011,informando elementos da passagem de serviço e contendo seus registros cronológicos dos fatos ocorridos no Estabelecimento,sem anexo.

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