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Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha II (séc. XIX - Período Imperial)
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- Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente despesa de concerto do Cuter Bonfim

Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente as despesas do concerto do Cuter Bonfim pois o mesmo se encontrava incapaz de prestar serviços.

Asilo de Invalidos Séc. XIX

O Asilo de Inválidos foi autorizado pelo Artigo 23.da Lei 514, de 28 de outubro de 1848. Foi criado provisoriamente para atender aos inválidos da Marinha enquanto o Asilo do Exército não estivesse definitivamente organizado. Contudo, só em 1853, o Decreto 1.138, de 2 de abril, cria esse asilo, que é instalado no prédio da Fazenda São Sebastião, na lha do Governador, a fim de realizar as intenções da Lei 514/1848. Nove anos após a criação do Asilo, a decisão 376, de 11 de outubro de 1872, baixa instruções provisórias para seu serviço. Nesse período, o Asilo de Inválidos da Marinha estava subordinado ao Quartel-General da Marinha.
Durante a segunda reforma do Ministro Alexandrino (1923-1934), o Asilo de Inválidos da Marinha ficou subordinado ao Batalhão Naval e este a Diretoria de Pessoal.

Fonte: Caminha, Herick Marques. História do Administrativa do Brasil; organização e administração do Ministério da Marinha no Império.Coord. de Vicente Tapajós.Brasília - Rio de Janeiro.Fundação Centro de Formação do Servidor Público.Serviço de Documentação Geral da Marinha.1986.

Caminha, Herick Marques. História Administrativa do Brasil: organização e administração do Ministério da Marinha na República. Coord. de Vicente Tapajós. Brasília – Rio de Janeiro. Fundação Centro de Formação do Servidor Público. Serviço de Documentação Geral da Marinha, 1989.

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a carga de moeda de cobre vinda da provincia do Rio Grande do Sul .

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a carga de moeda de cobre vinda da província do Rio Grande do Sul no Patacho Nova Rosa e necessitando -se para o desembarque o quanto antes por uma barca com capacidade suficiente para a carga.

SILVA, Manoel do Nascimento Castro e

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a copia de aviso do Consul Geral Nos Estados Unidos da América.

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a copia de aviso do Consul Geral Nos Estados Unidos da América, remetido Sr Ministro dos Negocios Estrangeiros de 18 do corrente e diz ao Ministro da Marinha que estando ja em tranquilidade a província do Pará para que todo o fornecimento para a Esquadra poderá ser daqui feito, e seus ando se o credito aberto ao nosso encarregado de negócios nos sobreditos estados para esse fim.

SILVA, Manoel do Nascimento Castro e

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a pertenção do 1º Tenente da Armada Joaquim lucio de araujo ao lugar de Arguidor do consulado da corte

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a pertenção do 1º Tenente da Armada Joaquim Lucio de Araújo ao lugar de Arguidor do consulado da corte , que mais utilizará o seu serviço a vista dos seu estado valetudinário.

SILVA, Manoel do Nascimento Castro e

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a solicitação de envio de lista de pensões

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a solicitação de envio de lista de pensões que o Ministério da Marinha concedeu, depois de 4 de março do ano passado, data de aviso em que de participou as que até então de haviam concedido.

SILVA, Manoel do Nascimento Castro e

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a solicitação de ordens para embarque para o retordo do Cap. de Milícias João Manoel de Pontes ao Rio Grande do Sul.

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a solicitação de ordens para embarque para o retorno do Cap. de Milícias João Manoel de Pontes que veio escoltando as moedas de cobre remetida do Rio Grande do Sul a bordo do Patacho Rosa Nova.

SILVA, Manoel do Nascimento Castro e

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a solicitação do Presidente da Provincia de Pernambuco

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a a solicitação do Presidente da Província de Pernambuco, para que se ponha à disposição do porto da província a Escuna Brasília ou qualquer outra embarcação pequena e veleira, para o indicado fim.

Silva, Manoel Nascimento Castro e

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente oficio do Inspetor da Alfandega

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente oficio do Inspetor da Alfandega que solicita que o Ministro dê as providencias necessárias para que sejam punidos os infratores do Regimento.

SILVA, Manoel do Nascimento Castro e

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente requerimento a inclusão de jovens orfãs na pensão Montepio

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente requerimento de D. Carlota Joaquina Amália dos Santos, tutora de suas sobrinhas Christina Leopoldina dos Santos, e outras ,filhas naturais do falecido Capitão Tenente Antonio Alberto dos Santos Lopes para inclui-las no abono Monte pio, que por lei lhes compete receber.

Silva, Manoel Nascimento Castro e

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referentes a representação da Alfandêga e assuntos do Arsenal

Aviso de Manoel do Nascimento Castro e Silva ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a necessidade de que no arsenal da Marinha se lhe prestem os meios para a arqueação dos navios, e barcas de descarga.

SILVA, Manoel do Nascimento Castro e

Aviso de Miguel Calmon duPin Almeida ao Marquês de Paranaguá

Aviso de Miguel Calmon duPin Almeida ao Ministro da Marinha Marquês de Paranaguá passando Ofícios e documentos anexos do Cônsul Geral Brasileiro em Buenos Aires, datados do ano de 1830.
Documentos Versam sobre o salvamento praticado pela Escuna Rio da Prata ao carregamento de uma Embarcação Perdida e abandonada (de Nome: Bergantin Napolitano Brilhante) na região do Rio da Prata. Também sobre o que mais se passou em seguimento, a fim de inteirar o Ministro do fato.

Aviso do 2º Tenente Comandante Bento José de Carvalho a Joaquim José Rodrigues Pires sobre sua partida para a Província de Santa Catarina para fazer parte das Forças Navais de Operação.

Aviso do 2º Tenente Comandante Bento José de Carvalho a Joaquim José Rodrigues Pires informando que após ser ordenado pelo Quartel da Marinha, irá para Província de São Pedro do Sul,onde, depois de entregar os ofícios que leva, e receber as ordens do respectivo presidente, partirá para a Província de Santa Catarina, na qual ficará, fazendo parte das Forças Navais em operações.

Barca a Vapor Amélia

A Barca a Vapor Amélia, foi o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a Dona Amélia de Leuchtenberg, segunda Imperatriz do Brasil. Foi armada em 29 de setembro de 1840. Foi seu primeiro comandante Capitão-Tenente João Nepomuceno Meneses.
Em 1856 fazia parte do serviço de correio entre Porto Alegre e Rio Grande.

Brigue Escuna Eólo

Era o brigue-escuna mercante de construção de madeira,chamado Belmira, adquirido pelo Governo e incorporado ao nosso material flutuante, de acordo com o Aviso de 6 de abril de 1838. Tinha as seguintes características: comprimento, 79 pés; boca, 20; pontal, 8 e 3 polegadas.Depois de várias reformas, recebeu 3 peças de artilharia de calibre 18. A 12 de maio de 1838 foi-lhe passada mostra de armamento, sendo classificado como transporte. Assumiu seu comando o Mestre Francisco José de Carvalho, na mesma data. Foi-lhe imposto o nome do personagem mitológico Eolo, deus dos ventos, filho de Júpiter e da musa Menalipo. O brigue fez-se de vela a 13 de maio do mesmo ano para o porto de Santos, de onde regressou a 10 de outubro; velejou a 28 e retornou a 3 de dezembro; zarpou a 24, ainda para Santos, e voltou ao Rio a 31 de janeiro de 1839. Partiu a 14 de fevereiro para o Rio Grande do Sul, e estava de volta a 11 de abril. Fez obras no valor de 1:068$500. Com uma guarnição de 15 homens, fez-se de vela para o Rio Grande, a 11 de maio, e regressou a 23 de junho; suspendeu a 4 de julho para Campos e retornou a 12 de agosto. A 28 de setembro, assumiu seu comando o Tenente Antonio Francisco da Paixão. Foi armado em guerra a 2 de outubro e, em seguida, zarpou para Santa Catarina. Do Desterro saiu a cruzar a 22 do dito mês. Incorporado à 2ª Divisão da Esquadrilha do Chefe Frederico Mariath, tomou parte no forçamento da Barra da Laguna e destruição da esquadra farrapa comandada pelo aventureiro Garibaldi, no dia 15 de novembro de 1839. A 28 de janeiro. No dia 31 foi-lhe passada mostra de desarmamento, deixando o seu comando o Tenente Paixão. Voltou à classe de transporte, a 2 de fevereiro. A 12 do dito mês suspendeu para o Rio Grande do Sul com escala por Santa Catarina; regressou a 17 de maio; velejou para Angra dos Reis e voltou a 30. A 29 de outubro, seguiu novamente para o Rio Grande, com escala pelo Desterro, e regressou a 9 de dezembro. A 17 do mesmo partiu para Cabo frio, sob o comando do Piloto Manoel Antônio Ribeiro, levando um passageiro. A 16 de janeiro de 1841 seguiu para o Rio Grande, de onde voltou a 25 de março. Em 1843 encontrava-se em bom estado e estava em comissão. Sua equipagem era de 14 praças. Em abril de 1845, entrou em reparos e, entre esses, os do beque. Entrou no Desterro a 3 de julho de 1849 com 3 dias de viagem,sob o comando do, na época, Capitão Tenente Francisco Torres e Alvim, partiu para Montevidéu a 8 de setembro. Em Março de 1851, esteve em Buenos Aires, justamente com a corveta Euterpe, de onde se recolheu a Montevidéu a reunir-se à força naval ali estacionada. Nesse tempo, era artilhado com 5 canhões e tinha uma lotação de 50 homens. Em julho desse ano assumiu seu comando o Tenente Clementino Plácido de Miranda Machado - autor de um apreciável "Manual de Artilharia" - que faleceu, a 13 de abril de 1852, de febre amarela. Substituiu-o o Tenente Mamede Simões da Silva. Em 1853 o Eolo encontrava-se em Corrientes, onde foi oferecido à sua oficialidade pomposo baile. O periódico local, "La libre navegación de los rios" deu a respeito a seguinte notícia: "As maneiras delicadas e atenciosas dos oficiais brasileiros deixaram recordações de amizade e apreço nesta cidade, e contribuíram para mais se desenvolver o crédito e bom nome dos brasileiros dos brasileiros". Em 11 de outubro, esteve presente à capitulação de Oribe, que assediava Montevidéu. Estacionou no Prata, de 1853 até maio de 1856. Entrou no Rio a 12, 2 de junho, partiu para Pernambuco. Por Aviso de 2 de agosto de 1859, foi nomeado seu comandante o Tenente Pedro Cordeiro de Araújo Feio. Em janeiro de 1862, estando em viagem sob o mesmo comando, na altura de Boipeba viu um navio com sinal de avaria. Para ele dirigiu-se: era o brigue inglês Jesie da praça de Liverpool, que estava com o capitão e um marinheiro bem doentes. Foi a bordo o médico do Eolo, Dr. Joaquim Silveira Dormund, que os medicou convenientemente. A 6 de agosto de 1862, foi condenado, na Bahia. A 2 de setembro do mesmo ano, de acordo com o aviso de 22 do mês anterior, foi-lhe passada mostra de desarmamento. A 11 de outubro do mesmo ano, foi aprovada a deliberação do Inspetor do Arsenal de Marinha da Bahia de transferir o serviço que a Escuna Leopoldina prestava à Escola de Aprendizes Marinheiros, para o brigue, em 1863, encontrava-se desarmado. Em 1864, esteve temporariamente ao serviço da Alfandega do Salvador. Por comunicação de 14 de novembro de 1867, foi mandado entregar ao Inspetor do Arsenal de Marinha da Bahia para ser vendido em hasta pública ou ser desmanchado.

Brigue Escuna Leopoldina

Navio de madeira, de propulsão a vela, aparelhado em brigue escuna, ou em patacho, segundo outros, construído no correr de 1816, no Arsenal de Marinha de Belém do Pará, sob o risco do Engenheiro Valentim. Tinha as seguintes características: deslocamento, 135 toneladas; comprimento, 81 pés, e 6 polegadas, boca, 22.6; pontal, 10. Tomou o nome da Princesa Dona Maria Carolina Leopoldina de Áustria, casada com o herdeiro do trono, D.Pedro de Alcântara (1817). O navio foi artilhado com colubrinas de calibre 9 e 1/2 de calibre 12 e guarnecido com 70 homens. Aportou ao Rio em 1817, sob o comando do 1º Tenente Francisco Manoel Pombeiro. A 22 de dezembro desse ano, devia partir para o Rio da Prata, sob o comando do CT Diogo Jorge de Brito. Regressou logo, velejando novamente, a 11 de janeiro de 1818; estava de volta a 16; partiu para Montevidéu a 19. Comandou-o, de 18 de fevereiro a 22 de abril, o CT José Pereira Pinto. A 20 de novembro do mesmo ano, zarpou do Rio, sob o comando do 2º Tenente Sebastião José Batista; voltou, a 19 de março de 1819; velejou para Lisboa, a 5 de abril. A 1º de agosto desse ano, fez-se a vela de Lisboa, para o Rio, juntamente com a fragata Sucesso (mais tarde Niterói), comboiando 54 embarcações mercantes. Deu fundo na Guanabara a 8 de outubro, com o mesmo comandante. A 1º de maio de 1820 suspendem com destino a Lisboa, sob o comando do 2º Tenente Sebastião J. Batista; regressou a 11 de setembro; zarpou a 23 de outubro. A 3 de maio de 1821, partiu para Pernambuco, sob o mesmo comando. A 17 de setembro regressou. Tornou a sair voltando ao Rio a 11 de outubro. Zarpou novamente. A 16 de janeiro de 1822 partiu de Lisboa, com tropa, na mesma ocasião da divisão de Francisco Maximiliano. Tendo tocado em Pernambuco e Bahia, aportou à Guanabara no dia 2 de março como mesmo comandante. A 2 de fevereiro de 1822 passou a comandá-la o 1º Tenente Francisco Bibiano de Castro. A 25 de outubro nela embarcou o 2º Tenente Rodrigo Teodoro de Freitas. A 12 de dezembro zarpou do Rio. A 22 do dito mês desembarcou Rodrigo Teodoro de Freitas. A 13 de janeiro de 1823, nela embarcou o 2º Tenente Francisco da Silva Lobão; a 27 de março assumiu seu comando o Capitão Tenente José Pereira Pinto; a 29 do dito mês passou a comandá-la interinamente o 2º Tenente Lobão, que deixou o cargo a 3 de abril. Em maio vai ao Morrro de São Paulo, levar munições à esquadra de Lord Cochrane e comboiando as Escunas Luísa e Catarina. Seu mastro grande foi retirado e aproveitado para mastaréu da Fragata Real Carolina (depois Paraguaçu), e substituído pelo da Escuna Catarina que, com a outra, ia ser transformada em brulote. A 27 de maio estava a comandá-la o 1º Tenente Bibiano de Castro. A 3 de julho encontrava-se a cruzar nas costas da Bahia. Ancorou no Rio a 17 de julho, entrando em reparos. A 13 de agosto Bibiano de Castro deixou o comando. Zarpou para Montevidéu, a 18 do dito mês, para bloquear aquele porto, fazendo parte da esquadrilha do Chefe Pedro A. Nunes. A 8 de outubro foi efetivado no seu comando o 2º Tenente F. Da Silva Lobão. No dia 21 de outubro entrou em combate contra a esquadrilha portuguesa que tentava o bloqueio do porto. Teve um rombo a bombordo por baixo da mesa do traquete, atravessando o costado, indo a bala alojar-se na couceira; recebeu outro projétil, à ré das mesas grandes do mesmo bordo. A 19 de novembro, de volta ao Rio, sai a cruzar. A 26 de dezembro aportou a Montevidéu e a 29 deixou o seu comando o Capitão Tenente J. Inácio Maia. A 20 de fevereiro de 1824 desembarca o 2º Tenente Silva Beltrão. A 8 de março escola os transportes com as tropas portuguesas que evacuavam a praça de Montevidéu. Devia voltar ao Rio, montado que fosse o cabo de Santo Agostinho. Em abril estava de regresso ao Rio, deixando o seu comando o 1º Tenente Silva Lobão, no dia 22. A 24 de abril assumiu seu comando o 1º Tenente Rodrigo Teodoro de Freitas; a 25 partiu para Pernambuco, em julho entrou em reparos. A 28 de agosto, abriu fogo contra as posições dos rebeldes da Confederação do Equador, que guarneciam vários pontos de Recife. A 13 de dezembro fundeava no Rio. A 26 de junho de 1825, sob o mesmo comando, fez-se de vela; velejou novamente a 29. A 8 de novembro rumou para o Maranhão, onde se encontrava em julho de 1828. A 1º de setembro de 1829 desembarcou, por desarmamento, o Capitão Tenente Teodoro de Freitas, tendo retornado ao Norte no dia 30 de agosto. Entrou em reparos gerais. Zarpou a 16 de outubro e regressou a 21 de dezembro. Fez-se de vela a 4 de fevereiro de 1830; entrou a 31 de março; partiu a 14 de abril, regressou a 30 de junho; saiu a 21 de julho; estava de volta a 17 de setembro. Recebeu alguns reparos e fez-se ao mar a 12 de outubro, para voltar a 24 de novembro e suspender, de novo, a 25 de dezembro. A 24 de fevereiro de 1831 dava fundo no Porto do Rio. A 12 de março, tendo recebido vários reparos, arpou; voltou a 4 de maio e a 19 retornou a velejar. A 7 de julho entrava, para sair a 31. De volta a 12 de outubro, suspendeu a 27, para retornar a 18 de dezembro. Nela embarcou em 1832 o 2º Tenente Manuel Maria de Bulhões Ribeiro. Suspendeu a 19 de fevereiro de 1832; regressou a 10 de março, fazendo o serviço de correio; zarpou a 10 de abril, para voltar a 6 de junho; velejou a 19 e entrou a 16 de agosto em Santa Catarina, trazendo 11 dias de viagem. Fez-se de vela a 25 de setembro e retornou a 10 de dezembro. Em janeiro de 1833 entrou em Reparos. A 7 de fevereiro desse ano fez-se ao mar, para regressar a 15 de maio. Por aviso de 18 desse mês foi nomeado seu comandante o 1º Tenente João Maria Wandekolk. Zarpou a 12 de junho; regressou a 17 de agosto; partiu a 23 de setembro, para o Norte. Em dezembro sofreu reparos. A 16 de janeiro de 1834 dava fundo no Rio de Janeiro; fez reparos em fevereiro; zarpou a 16 de março; estava de volta a 21 de abril para velejar a 10 de maio para o Norte; a 21 de julho desembarcou o comandante J.M. Wandenkolk, assumindo o cargo o 1º Tenente José Ferreira Guimarães. Voltou a 25 outubro; suspendeu a âncora a 20 de novembro. Entrou a 19 de fevereiro de 1835. Em junho entrou em consertos. Assumiu seu comando o 2º Tenente F. Cândido de Castro Menezes, a 19 de maio. Em julho seguiu para o Norte, levando o Comandante Bartolomeu Hayden; de volta, velejou novamente para o Norte indo nele como passageiro o 1º Tenente V. Santiago Subrá. Em outubro chegou à Bahia com o Capitão Tenente Antonio Pedro de Carvalho (o Tabacão). Zarpou a 27 desse mês e retornou a 30. Zarpou de volta a 31 de dezembro, sob o comando do Tenente Castro Menezes. Servia de paquete na linha de centro. Fez-se ao mar em fevereiro de 1836 para o norte; regressou a 12 de maio. Partiu a 21 do dito sob o comando do 1º Tenente Sabino Antonio da Silva Pacheco; regressou a 25. Assumiu seu comando o Capitão Tenente Guilherme Parker, zarpando com insígnia do Chefe J. P. Grenfell, nomeado Comandante Chefe das Forças Navais em operações de guerra contra os republicanos separatistas do Rio Grande do Sul; a 5 junho, nele teve embarque o Tenente Capitão Carlos Lassance Cunha. A 22 de agosto suspendeu de Porto Alegre, ás 6 horas da manhã para auxiliar o ataque ao forte do Itapuã, o que realizou vitoriosamente no dia 23. A 28, sob o comando do Tenente Laureano, vigiava o referido forte. Em setembro nele teve embarque o 2º Tenente Fernando Passolo. Comandou-o, de 2 de dezembro desse ano até 22 de abril de 1837, o 2º Tenente Antonio Caetano Ferraz. Em 23 de setembro desse ano, zarpou de Porto Alegre para o Jacuí, e a 1º de outubro bateu-se contra os rebeldes ocupantes da Vila de Triunfo. Regressou a 3. Partiu para a Charqueadas, no dia 4. Passou mais tarde, a cruzar entre porto Alegre e Itapuã. Em abril de 1838 estava fundeado em frente da Vila de Triunfo, auxiliando o salvamento de uma canhoeira. Em abril de 1839, estava no Rio Grande. A 17 de agosto, Parker deixou o seu comando, sendo substituído pelo 1º Tenente João Morais Madureira. Em 1840, encontrava-se em Porto Alegre. A 17 de abril de 1841, o Capitão Tenente João Custódio d' Houdain assumiu seu comando. regressou no Rio de Janeiro a 31 de agosto desse ano, sob o comando do Capitão Tenente João Manuel da Costa. Foi-lhe passada mostra de desarmamento a 23 de dezembro de 1842, recebendo a guarnição do Brigue barca Pirajá e assumindo seu comando o Capitão Tenente João Custódio d' Houdain. Zarpou a 21 de janeiro de 1843 para Pernambuco. Sua equipagem era de 62 de homens em maio. Esteve no Rio Grande do norte. A 18 de outubro assumiu o seu comando o Capitão Tenente A. J. Francisco da Paixão, que foi substituído em dezembro, pelo Capitão Tenente João Nepomuceno de Menezes. Retornou ao Rio a 22 de dezembro de 1844. Zarpou para a Bahia de 16 de janeiro de 1845; voltou a 5 de maio, saiu a 12 para o mesmo porto, sob o comando do 1º Tenente Cândido José Ferreira. Foi ligado à Estação Naval do Norte. A 5 de fevereiro de 1849 foi nomeado seu comandante o Capitão Tenente José Maria Galhardo, que tomou posse no dia 9; foi exonerado a 21 de junho. Estava, em 1851, no Pará. Foi alugado pelo comandante da Estação sem ordem ministerial, pelo que o referido Chefe foi repreendido (Oliveira de Figueiredo). Por Aviso de agosto de 1854, deixou o seu comando, por desarmamento, o 1º Tenente General Carlos de Lassance Cunha.

Brigue Maranhão

O Brigue Maranhão, ex-D. Miguel, ex-Infante Dom Miguel, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado do Maranhão. O Brigue português D. Miguel, achava-se no Maranhão, sob o comando do Capitão-Tenente Francisco Salena Freire Garção, quando em 28 de julho de 1823, chegou a barra de São Luis a Nau Pedro I, com o Almirante Cochrane a bordo e arvorando o o pavilhão português. A D. Miguel, foi apresada quando se dirigia para receber a nossa Nau capitânia, e o Almirante Cochrane mandou avisar a Junta Governativa que toda Esquadra Imperial estava ao largo. Além da D. Miguel, foram capturados uma Escuna e oito Lanchões artilhados, que compunham a força naval portuguesa ali estacionada por ordem do próprio Comandante-em-Chefe passou a denominar-se Maranhão, sendo incorporada a Marinha Imperial do Brasil, sendo seu comandante substituído pelo Capitão-Tenente John Pascoe Grenfell.
Sob o comando do CT John Grenfell, seguiu para o Pará, repetindo a manobra realizada com a Nau Pedro I pelo Almirante Cochrane, ou seja entrou no porto arvorando o pavilhão português para iludir a resistência. Nessa investida capturou uma Fragata ali estacionada.

Capitania dos Portos Séc.XIX

A decisão do governo de 18 de maio de 1824 dispõe sobre a matrícula das embarcações mercantes que transitassem no Porto do Rio de Janeiro. Até 1845, cabia aos inspetores dos Arsenais de Marinha, nas províncias onde os houvesse, dirigir os serviços de matrícula dos marítimos e das embarcações, de Polícia Naval, de praticagens das barras e de socorros marítimos. O Decreto Legislativo 358, de 14 de agosto de 1845, instituiu as Capitanias de Porto. O Decreto Legislativo 447, de 19 de maio de 1846, criou as Capitanias dos Portos da Corte (Município neutro), do Pará (em Belém), de Pernambuco (em Recife), da Bahia (em Salvador), de Santa Catarina (na cidade de Nossa Senhora do Desterro), e de São Pedro do Rio Grande do Sul (no porto do Rio Grande). O Decreto Legislativo 460, de 28 de julho de 1846, criou a Capitania do Porto do Maranhão (na cidade de São Luís).
Nos locais onde houvesse Arsenal de Marinha, o cargo de Capitão do Porto era exercido cumulativamente pelo inspetor do arsenal. Esses cargos, de Capitão do Porto e Inspetor do Arsenal, foram separados em 1851, pelo Decreto 80, de 30 de junho, no Rio de Janeiro, e em 1858, pelo Decreto 2.148, de 17 de abril, os cargos foram separados nas Províncias da Bahia e de Pernambuco, e, em 1867, pelo Decreto 3.989, de 23 de janeiro, na Província do Pará.
Inicialmente, cabia às Capitanias de Porto arrolar os indivíduos ocupados da vida do mar e os barcos de navegação interior, e organizar e propor o regulamento da praticagem das barras de acesso aos portos. Posteriormente, passaram a ser também representantes do poder público sobre o domínio público marítimo e fluvial misto da Nação, pelas atribuições que lhe cabem de Polícia Naval de Pesca, de zelar pela conservação dos portos e canais de navegação e de impedir as contravenções ao domínio público sobre os terrenos da Marinha. Providências visando a executar melhoramentos nos portos das diferentes províncias eram tomadas segundo entendimento que se fazia entre o Ministro da Marinha e os presidentes de província, designando-se oficiais de Marinha para orientar o planejamento e a execução das obras.
Outras Capitanias dos Portos foram criadas. A de Santos, na Província de São Paulo, pelo Decreto 531, de 11 de setembro de 1847, nas Províncias de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, pelo Decreto 539, de 3 de outubro de 1847, na de Sergipe, pelo Decreto 549, de 12 de janeiro de 1848. As Capitanias dos Portos nas Províncias de Sergipe (reestabelecida posteriormente pelo Decreto 1.461, de 18 de outubro de 1854), Paraíba e Rio Grande do Norte (reestabelecidas posteriormente pelo Decreto 1.944, de 11 de julho de 1857) foram extintas pelo Decreto 680 de, 8 de julho de 1850. O Decreto 1.944 também cria uma Capitania de Porto no Ceará. O Decreto 1.592, de 10 de dezembro de 1855, cria a Capitania do Porto de Paraíba, na província do Piauí. O Decreto 1.716, de 12 de janeiro de 1856 cria a do Espírito Santo. O Decreto 2.762, de16 de março de 1861, cria uma Capitania de Porto fluvial na Província de Mato Grosso, que é extinta posteriormente pelo Decreto 4.006, de 26 de outubro de 1867, e reestabelecida pelo Decreto 5.463, de 12 de novembro de 1873. O Decreto 5.798, de 18 de novembro de 1874, cria a Capitania dos Portos de Manaus, na Província do Amazonas.
O Decreto 6.509, de 11 de junho de 1907, reorganiza a Capitania dos Portos do Distrito Federal e do Estado do Rio de Janeiro, exonerando-as das atribuições normativas que tinham antes.

Fonte: Caminha, Herick Marques. História do Administrativa do Brasil; organização e administração do Ministério da Marinha no Império.Coord. de Vicente Tapajós.Brasília - Rio de Janeiro.Fundação Centro de Formação do Servidor Público.Serviço de Documentação Geral da Marinha.1986.

Caminha, Herick Marques. História Administrativa do Brasil: organização e administração do Ministério da Marinha na República. Coord. de Vicente Tapajós. Brasília – Rio de Janeiro. Fundação Centro de Formação do Servidor Público. Serviço de Documentação Geral da Marinha, 1989.

Carta ao Ministro e Secretário da Marinha notificando das assistências fornecidas pelo Brigue Escuna Leopoldina.

Carta enviada ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha notificando das assistências fornecidas pelo Brigue Escuna Leopoldina às embarcações e suas respectivas tripulações próximas a Vila de Parnaíba.

Circulares da Corveta Escuna Dois de Julho - Circular Número 6

Circular Nº 6 Produzida a bordo da Corveta Escuna Dois de Julho do ano de 1844 pelo Capitão de Mar e Guerra, Pedro Ferreira de Oliveira. No qual informa aos comandantes dos navios de guerra da divisão sob seu comando que devem ser enviados os mapa das desprezas feita a bordo dos seus respectivos navios no mês antecedente ate o dia 5 de cada mês. Circular também comunica sobre alteração nos Serviços dos cirurgiões das Corveta Escuna Dois de Julho, Fragata Paraguassu e Fragata Carioca.

Conjunto de 21 ordens do dia do Comandante das Forças Navais no Rio Grande do Sul Antonio Pedro de Carvalho

Conjunto de 21 ordens do dia, expedidas pelo Comandante das Forças Navais no Rio Grande do Sul Antonio Pedro de Carvalho, no período de 4 de janeiro a 25 de maio de 1844 - 21 ordens do dia, mais o registro das mesmas nos navios da Divisão

Conjunto de 24 ordens do dia do Comandante das Forças Navais José Joaquim Raposo

Conjunto de 24 ordens do dia, baixadas pelo Comandante das Forças Navais José Joaquim Raposo - Expedidas no período de maio de 1844 a dezembro de 1844 e, uma série de 5 circulares aos navios em Porto Alegre, expedidas pelo mesmo, no período de julho a setembro de 1844

Conselho Naval Séc.XIX

Em 1796, durante o reinado de D. Maria I, instituíra-se na Marinha portuguesa o Conselho do Almirantado, órgão colegiado consultivo e de direção geral diretamente vinculado ao Ministro da Marinha. Com a vinda da Família Real portuguesa para o Brasil, no fim de 1807, o Conselho do Almirantado extinguiu-se, suas atribuições passaram a ser exercidas pelo Conselho Supremo Militar. Quando o Brasil se tornou independente, nada foi feito para estabelecer aqui um Conselho do Almirantado.
A lei 874, de 23 de agosto de 1856, cria na Capital do Império o Conselho Naval. O Decreto 2.208, de 22 de julho de 1858, manda observar o regulamento para execução da Lei 874/1856. A Decisão do governo s/n, de 30 de dezembro de 1867, manda pôr em execução o regimento interno do Conselho Naval, a contar de 01 de janeiro de 1868.
Em decorrência de criação do novo Conselho, o artigo 12 da mesma lei 874/1856 autoriza que se efetuem na Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e no Quartel-general da Marinha as reformas que se fizessem necessárias para entrosar o funcionamento dos três órgãos da cúpula da administração naval. O Decreto 2.359, de 19 de fevereiro de 1859, reforma a Secretaria de Estado e o Decreto 2.536, de 25 de fevereiro de 1860, estabelece, juntamente, as reajustadas atribuições do referido Quartel-general, normas para seu funcionamento.
O Decreto 6.496 de 5 de junho de 1907, durante a primeira reforma do Ministro Alexandrino, reorganiza o Conselho Naval, rebatizando-o de Almirantado ou Conselho do Almirantado. Era um corpo consultivo, esclarecedor do governo, composto de todos os almirantes.
A Lei n° 1.658, de 4 de agosto de 1952, estabeleceu que o Conselho do Almirantado, a Secretaria-Geral da Marinha e os demais conselhos vinculados diretamente ao Ministro da Marinha constituíssem o seu Gabinete Administrativo.
Na reforma de 1968 criou-se um “pequeno conselho”, de assessoria do Ministro nas decisões relativas às políticas marítimas e naval, nos assuntos de relevância da Marinha e na seleção e promoção dos almirantes. Esse pequeno conselho, denominando Almirantado, era presidido pelo ministro em pessoa, e constituiu-se dos almirantes de esquadra da ativa, quando no exercício dos cargos de Chefe do Estado-Maior da Armada (e Comandante de Operações Navais), de Secretário-Geral da Marinha, de Diretor-Geral do Material da Marinha, de Diretor-Geral do Pessoal da Marinha e de Diretor-Geral de Navegação. Por iniciativa do Ministro ou proposta de um ou mais membros do Almirantado, outros almirantes podiam ser convocados para participar de debates sobre assunto de interesse geral ou específico, nas reuniões do referido órgão.
Na mesma reforma de 1968, manteve-se, com o nome de Conselho de Almirantes; o “grande conselho', composto dos almirantes da ativa de todos os corpos e quadros, com funções em unidades organizacionais do Ministério da Marinha, com a finalidade de “assessorar” o Ministro no exame de quaisquer problemas de interesse da Marinha de Guerra.

Fonte: Caminha, Herick Marques. História do Administrativa do Brasil; organização e administração do Ministério da Marinha no Império.Coord. de Vicente Tapajós.Brasília - Rio de Janeiro.Fundação Centro de Formação do Servidor Público.Serviço de Documentação Geral da Marinha.1986.

Caminha, Herick Marques. História Administrativa do Brasil: organização e administração do Ministério da Marinha na República. Coord. de Vicente Tapajós. Brasília – Rio de Janeiro. Fundação Centro de Formação do Servidor Público. Serviço de Documentação Geral da Marinha, 1989.

Contadoria - Geral da Marinha Séc.XIX

A Contadoria-Geral da Marinha, uma estação especial da Fazenda Pública (operada com empregados da Secretaria da Fazenda), foi anexada à Secretaria de Estado e Negócios da Marinha pelo Decreto 55, de 13 de novembro de 1840, formando uma seção da Secretaria da Marinha onde todas as contas da repartição da Marinha seriam examinadas e tomadas, com intuito de fornecer ao Ministro completo conhecimento de todas as transações realizadas na Marinha. Esse Decreto perde é anulado pelo Decreto n°110, de 10 de dezembro de 1841, e o Decreto 114, de 4 de janeiro de 1842 substitui a Contadoria Geral por uma seção na Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha com o nome de Seção de Contabilidade.

A Lei n°350, de 17 de junho de 1845, seguido do Decreto executivo 424, de 12.07.1845 concretizam um projeto de criação da Contadoria-Geral da Marinha da Corte e de Contadorias provínciais na Bahia, em  Pernambuco e no Pará, subordinados a Contadoria-Geral. A Contadoria-Geral da Marinha era incumbida da escrituração, contabilidade e fiscalização da receita e despesa da Marinha em todo o Império, e da escrituração privativa do Arsenal de Marinha da Corte, da tomada de contas de todos os funcionários da repartição da Marinha responsáveis por dinheiro e gêneros, da organização dos orçamentos e balanços anuais que deviam ser presentes ao corpo legislativo, e da distribuição de créditos do respectivo Ministério.
Às contadorias provinciais competia fiscalizar as despesas dos correspondentes arsenais nas províncias onde não houvesse Contadoria da Marinha, cuja escrituração continuaria a ser feita segundo o dispositivo na legislação anterior. O Decreto 448, de 19 de maio de 1846, aprova o Regulamento da Contadoria-Geral da Marinha da Corte e das Contadorias Provinciais da Marinha; segundo este ato, a Contadoria-Geral distribuiria as verbas e o Intendente da Marinha promoveria a sua aplicação, arrecadação e o aproveitamento do material da Marinha. O Intendente da Marinha da Corte passou, assim, a exercer atribuições de um diretor de material, ou Contador-Geral, as de um diretor de finanças da Marinha como um todo.
O Decreto 870 de 22 de novembro de 1851 reorganiza as tesourarias de fazenda provinciais, do Tesouro Nacional, e nelas centraliza os pagamentos de todas as repartições do governo imperial, do que decorre ficarem as Pagadorias de Marinha provinciais fadadas a desaparecer. O Decreto 1739, de 26 de março de 1856, reorganiza a Contadoria-Geral da Marinha. O Decreto 4.214, de 20 de junho de 1868, reorganiza a Contadoria-Geral da Marinha, ficando-lhe anexa a Pagadoria da Marinha.
A Contadoria e Pagadoria da Marinha centraliza a contabilidade e fiscalização de toda a receita e despesa do Ministério da Marinha, abrangendo em seus processos as normas gerais seguidas pelo Tesouro Nacional. Tem a função de pagar, na Capital Federal, a todo o pessoal civil e militar do Ministério da Marinha, confeccionar o projeto de orçamento do Ministério, fazer o assentamento de todo ativo do Ministério, representado pelo material imóvel.
O Decreto 6.508, de 11 de junho 1907, reorganiza a Contadoria da Marinha denominando-a Diretoria-Geral de Contabilidade da Marinha (guarnecida por contadores civis).

Fonte: Caminha, Herick Marques. História do Administrativa do Brasil; organização e administração do Ministério da Marinha no Império.Coord. de Vicente Tapajós.Brasília - Rio de Janeiro.Fundação Centro de Formação do Servidor Público.Serviço de Documentação Geral da Marinha.1986.

Caminha, Herick Marques. História Administrativa do Brasil: organização e administração do Ministério da Marinha na República. Coord. de Vicente Tapajós. Brasília – Rio de Janeiro. Fundação Centro de Formação do Servidor Público. Serviço de Documentação Geral da Marinha, 1989.

Cópia de Ofício De Jacinto Roque de Sena Pereira ao Min. Pedro Antônio Nunes informando notícias sobre o irmão de D. João Dorão

A cópia deste ofício remete as notícias vindas de Porangas em que o irmão de D. João Dorão estaria se armando e comprando cavalos em nome do Governo Uruguaio, ainda informa sobre a fuga de militares e seus prejuízos a corporação.

Cópia do Ofício nº 79 transmitindo inventário da botica feito a bordo do Vapor Recife

Cópia nº 79, de Ofício do Chefe de Divisão Jesuíno Lamego Costa ao Visconde de Tamandaré, transmitindo inventário feito à bordo do Vapor Recife da botica para transferir a responsabilidade da mesma do 1º cirurgião Tristão Henrique da Costa ao 2º Cirurgião José Pereira Guimarães.
Anexo: cópia do inventário.

Corveta Berenice

A Corveta Berenice, ex-Confederación Argentina, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. A Confederación Argentina, foi construída em Fiume, e comprada a Speridion Gopcivich, de Trieste por 90:000$000, em 29 de setembro de 1846. Foi submetida a Mostra de Armamento e incorporada em 22 de maio de 1847. Seu primeiro comandante o Capitão-Tenente Francisco Pereira Pinto. Em março de 1851, sob o comando do Capitão-Tenente José Antônio de Siqueira, fez parte da Esquadra comandada pelo Chefe John Pascoe Grenfell, que bloqueou Montevideo para impedir a fuga do caudilho Oribe, que capitulou em outubro do mesmo ano. Em 1864 realizou uma Viagem de Instrução.

Corveta Bertioga

BERTIOGA II
A Corveta BERTIOGA, era uma antiga galera portuguesa de nome ARISTIDES, que foi comprada a João Batista Moreira por 56 000R$000 (cinquenta e seis mil réis), em outubro de 1827.
Foi incorporada à Esquadra Imperial em 27 de novembro de 1827 e Mostra de Armamento passada em 29 de novembro de 1827.
O primeiro navio a ostentar o nome BERTIOGA, foi uma Escuna à vela, armada com 8 canhões, que operou no Rio da Prata na década de vinte do século XIX e acabou aprisionada pelos argentinos no combate do Juncal, em 9 de fevereiro de 1827. Seu nome recorda um canal que separa a Ilha de Santo Amaro do continente, no Estado de São Paulo.
Possuía as seguintes características principais: 140 pés de comprimento; 29 pés de boca; 18 pés de pontal; e 15 pés de calado.
Seu armamento era constituído por 2 colubrinas de calibre 18 e 18 coronadas de calibre 32.
Durante os 29 anos de vida no serviço ativo da Marinha do Brasil, a Corveta BERTIOGA efetuou inúmeras comissões de policiamento da costa do Brasil contra corsários e navios negreiros, participando efetivamente do combate que resultou no aprisionamento do corsário argentino GOBERNADOR DORREGO, em 24 de agosto de 1828, ficando assim, vingada a sorte de nossa primeira Escuna à vela BERTIOGA, que havia sido aprisionada pelos argentinos..
Era seu Comandante, neste combate, o Capitão-Tenente Ford Morgel.
Efetuou, em várias ocasiões, comissões ao Rio da Prata, inclusive tendo a bordo o então Capitão-de-Fragata Joaquim Marques de Lisboa, futuro Almirante e Marquês de Tamandaré, que teve a sua insígnia de Comandante da Divisão Naval do Rio da Prata, içada em seu mastro, em 1840.
A Corveta BERTIOGA foi totalmente reparada e reaparelhada duas vezes, estando em situação de desarmada de 22 de janeiro de 1835 a 22 de julho de 1838 e de 22 de setembro de 1842 a 22 de setembro de 1843, sendo finalmente desarmada para baixa em 21 de dezembro de 1854, sofrendo grandes obras e adaptações para servir como Quartel Flutuante da Companhia de Aprendizes Marinheiros da Bahia e dos navios em fabricação no Estaleiro das Náus de Salvador.
Deu baixa do serviço ativo da Marinha do Brasil por meio de Aviso Ministerial, em 19 de janeiro de 1857, sendo totalmente desmanchada em 1860 no antigo Estaleiro das Naus, na cidade do Salvador, na Bahia.
Durante a sua permanência no serviço ativo da Armada, destacam-se as seguintes comissões e ações:
• Em 24 de agosto de 1828, participou de combate no Rio da Prata com o apresamento do corsário argentino GOBERNADOR DORREGO;
• Entre 1830 e 1834, realizou comissões de policiamento da costa brasileira, entre Pernambuco e Pará, contra corsários e repressão ao tráfico de escravos;
• Entre 22 de julho de 1836 e 16 de janeiro de 1839, estacionou no Rio da Prata;
• De 26 de maio a 21 de julho de 1846, realizou comissão à Ilha de Santa Helena, onde reclamou contra o aprisionamento de 114 navios brasileiros, trazendo muitos marinheiros ali retidos;
• Foi o capitânea da Divisão Naval que acompanhou o Imperador D. Pedro II à Macaé;
• 30 de dezembro de 1847 a 18 de março de 1848, realizou comissão de instrução ao Cabo da Boa Esperança , Ilha de Ascensão e Ilha de Santa Helena;
• Em 1851, participou, juntamente com o Brigue-Escuna ANDORINHA, da ação que obrigou o encalhe de patacho negreiro na Restinga da Marambaia, com a libertação de 368 escravos africanos, que seriam colocados à venda;
• Fez parte da Esquadra que, sob o Comando de Grenfell, bloqueou o porto de Montevidéu, de março a outubro de 1852; e
• Em 17 de outubro de 1852, partiu para a Bahia, comandada pelo Capitão-de- Mar-e-Guerra João Maria Wandenkolk.

    Comandaram-no os seguintes Oficiais, entre outros :

CAPITÃES-TENENTES
• George Broom (primeiro Comandante): 27/nov/1827 a 05/set/1828
• Ford Morgel: 05/set/1828 a 28/nov/1829

PRIMEIRO - TENENTE
• Bernardino de Sena Araújo: 18/fev/1835 a 22/jul/1838

CAPITÃES - TENENTES
• Antônio Felix Corrêa de Mello - 22/jul/1838 a 21/jun/1839
• José Maria Ferreira - 21/jun/1839 a
• Manoel Maria de Bulhões - 1844
• José Joaquim de Oliveira (Interino) -1850
• João Nepomuceno Batista - 1851

PRIMEIRO - TENENTE
• José Antônio de Siqueira - 9/ago/1851 a 22/jan/1852

CAPITÃO-DE-E-MAR-GUERRA
• João Maria Wandenkolk - 1852

CAPITÃO-TENENTE
• João Gomes de Aguiar - 09/set/1853 a 29/set/1853

CAPITÃO-DE-FRAGATA
• Carlos Lassance da Cunha (último Comandante) - 16/dez/1859 a 1860

Corveta Euterpe

A Corveta Euterpe, foi o primeiro e único navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a uma das musas da mitologia grega. Foi construído pelo arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, tendo sua quilha sido batida em 29 de setembro de 1840, sendo lançado ao mar em 24 de maio de 1842 e foi submatida a Mostra de Armamento em 13 de fevereiro de 1843. Foi seu primeiro comandante o Chefe-de-Divisão Jacinto Roque de Sena Pereira.
Em 3 de março de 1843, sob o comando do Capitão de Fragata João Maria Wandenkolk, partiu do Rio de Janeiro, incorporada à Divisão Naval comandada pelo Chefe Teodoro de Beaurepaire, que foi à Itália buscar a Imperatriz D. Teresa Cristina. Chegou a Nápoles a 21 de abril. Em 2 de julho, zarpou de Nápoles, chegando ao Rio de Janeiro em 3 de setembro.
Em 1844 estacionou no Rio da Plata.
Em 6 de outubro de 1845, sob o comando do Capitão-Tenente Joaquim Raimundo de Lamare, partiu do Rio de Janeiro, incorporada à Esquadra comandada pelo Chefe Grenfell, conduzindo o Imperador e sua comitiva, em visita às Provincias do Sul. Chegou a Santa Catarina em 11 do mesmo mês.
Comandada pelo Capitão-Tenente Rafael Mendes Morais e Vale, esteve em estação em Pernambuco, tendo concorrido eficazmente para a derrota dos revoltosos "Praieiros" em 1849.
Em março de 1849, saiu do Rio de Janeiro, na Esquadra comandada pelo Chefe Grenfell, com destino ao Rio da Plata. Bloqueou o porto de Montevideo, impedindo a retirada do caudilho Oribe, cujas forças capitularam em 11 de outubro.
Em 1º de março de 1853, instalou-se a bordo a Escola Pratica de Artilharia, que veio transferida da Corveta Imperial Marinheiro.
Em 1862 passou a servir de Quartel da Companhia de Aprendizes Marinheiros da Bahia.

Divisão Naval do Sul Séc XIX

Divisão de Navios de guerra pertencentes a Estação Naval do Sul, que se estendia desde a extremidade austral do Império até o paralelo de 19°, sendo o porto do Rio de Janeiro o centro desta estação Naval.

Segundo decreto Nº 326 de 2 de outubro de 1843 o fim desta Divisão é cruzar de continuo ao longo da costa do Império, cada uma dentro dos limites que lhes são designados para:

1º, proteger e auxiliar o comércio e navegação nacional;
2º, obstar ao contrabando de gêneros de importação e exportação, e ao tráfico ilícito de Africanos;
3º, vigiar pela segurança dos habitantes da costa, defendendo-os das hostilidades de corsários ou piratas, e auxiliando as Autoridades na sustentação da ordem e tranquilidade publica;
4º, dar aos Oficias e equipagens dos navios a instrução e exercício necessários para torná-los peritos e destros, assim na manobra, evoluções e navegação, como no uso e manejo das diferentes armas, de que se compõe a força marítima;
5º, fazer observações para determinar ou retificar a posição geográfica dos pontos da costa, ilhas, e baixos levantar plano dos portos, baias, enseadas e ancoradouros; notar as sondas, correntes, marés e ventos dominantes; e fazer quaisquer outras observações tendentes ao aperfeiçoamento da navegação, e conhecimento da costa do Brasil.

Documento de Visconde de Goiana , então governador da provincia do Rio de Janeiro ao Ministro da Marinha, José Manoel de Almeida participando- o que foi remetido ao inspetor da colonização Estrangeira os avisos relativo aos colonos alemães.

Documento de Visconde de Goiana, Bernardo José da Gama então governador da província do Rio de Janeiro ao Ministro da Marinha, José Manoel de Almeida referente a avisos dirigidos pela Secretaria de Estado dos Negócios do Império ao Governador da Praia de Santos e aos Presidentes das províncias de São Saulo, Santa Catarina e São Pedro, relativo aos colonos alemães que devem ser conduzidos no primeiro paquete que sair para o sul.

Goiana, Visconde de

Documento de Visconde de Goiana ao então Ministro da Marinha, José Manoel de Almeida solicitando as ordens necessarias para o transporte de João José de Souza e Família

Documento produzido pelo Visconde de Goiana que comunica ao então Ministro da Marinha José Manoel de Almeida solicitando que sejam dispensadas as ordens necessárias a fim de que o 1º sargento do batalhão nº13 , João José de Souza e sua família sejam recebidos a bordo do primeiro Paquete que se dirigisse a província da Bahia.

Documento do Visconde de Goiana , então governador da provincia do Rio de Janeiro ao Ministro da Marinha, José Manoel de Almeida acusando que esta inteirado do aviso do dia 11/04/1831

Documento de Visconde de Goiana, Bernardo José da Gama então governador da província do Rio de Janeiro ao Ministro da Marinha, José Manoel de Almeida acusando que esta inteirado do aviso do dia 11/04/1831 referente ao embarque dos Alemães no Brigue Caboclo que saiu para a província do Espírito Santo. Documento ainda informa ao Ministro que já se providenciou sobre o destino dos que ainda existem na Armação da Praia Grande para serem transportados aos Portos de Santos e Santa Catarina, no primeiro Paquete que partir para o sul.

Goiana, Visconde de

Documento do Visconde de Goiana, então governador da província do Rio de Janeiro ao Ministro da Marinha, José Manoel de Almeida solicitando expedições de ordens necessárias para o transporte de Domingos Lopes Lima

Documento produzido pelo Visconde de Goiana que comunica ao então Ministro da Marinha José Manoel de Almeida solicitando que sejam dispensadas as ordens necessárias a fim de que o 1º sargento do batalhão nº13 , João José de Souza e sua família sejam recebidos a bordo do primeiro paquete que se dirigisse a província da Bahia.

Escola de Aprendizes Marinheiros Séc.XIX

A Escola de Aprendizes-Marinheiros do Rio de Janeiro foi criada no ano de 1840 como Companhia de Aprendizes-Marinheiros, por meio do Decreto nº 14, de 27 de agosto de 1840. Até 2 de janeiro de 1874, quando foi criada a Escola de Aprendizes-Marinheiros de Alagoas, foram criadas 18 Escolas.

O Decreto 9.371, de 14de fevereiro de 1885, reorganiza as Companhias de Aprendizes-Marinheiros e muda sua denominação para Escola de Aprendizes-Marinheiros. Sua finalidade seria educar e prepara marinheiros para os diversos serviços da Marinha Imperial. O Decreto 16.237, de 1923, subordina a Escola de Aprendizes-Marinheiros à Diretoria do Pessoal, pois a Diretoria de Ensino não chegou a se organizar.
Em 1923, funcionavam Escolas de Aprendizes-Marinheiros nos seguintes Estados: Pará, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, subordinadas à Diretoria de Pessoal.

Fonte : Caminha, Herick Marques. História do Administrativa do Brasil; organização e administração do Ministério da Marinha no Império.Coord. de Vicente Tapajós.Brasília - Rio de Janeiro.Fundação Centro de Formação do Servidor Público.Serviço de Documentação Geral da Marinha.1986.

Caminha, Herick Marques. História Administrativa do Brasil: organização e administração do Ministério da Marinha na República. Coord. de Vicente Tapajós. Brasília – Rio de Janeiro. Fundação Centro de Formação do Servidor Público. Serviço de Documentação Geral da Marinha, 1989.

Escuna Rio da Prata

Rio da Prata (II): Navio de madeira, de propulsão a vela de armação em escuna. Era de construção e propriedade americana do norte, chamada Shillela, e foi apresado pela nossa Esquadra a 30 de dezembro de 1827, quando pretendia romper o bloqueio que mantínhamos no Rio da Prata. Tinha 76 pés de comprido, 21 de boca e 10 de pontal, Artilhado com 10 caronadas de calibre 12. Depois de julgado o seu apresamento pelo tribunal competente, foi incorporado à nossa Força Naval. Foi-lhe fixada uma guarnição de 60 homens. Assumiu seu comando o Tenente Joaquim Marques Lisboa. Seguiu a Pernambuco, a auxiliar a sufocação da revolta de 1832. A 15 de abril desse ano, postou-se em frente da Alfândega e atacou as trincheiras rebeldes. No dia seguinte, continuou o fogo, tendo dois homens mortos e 112 feridos. Recebeu os tiros dos rebeldes refugiados no convento da Madre de Deus. A 17 de abril de 1833, Tamandaré deixou o seu comando; em julho desse ano, achava-se em Alagoas sob o comando do Tenente José Antonio Correia, substituído em maio de 1834 pelo Tenente Antonio C. Figueira de Figueiredo, que transmitiu em setembro ao seu colega Luiz Caetano de Almeida. Seguiu para´Montevidéu, de onde voltou a 3 de janeiro de 1835. No dia 17 desse mês, partiu para Pernambuco, sob o comando do Tenente Francisco de Paula Osório. Em março nela embarcou o Tenente Antonio Leocádio do Couto. Em maio estava de viagem para Pará. Em setembro, estava sob o comando do Tenente João Maria Wandenkolk. A 6 de fevereiro de 1836, partiu para Belém, para a Vila da Vigia, levando tropas para combater os rebeldes cabanos, o que conseguiu no dia 10, sob o comando do CT Bartolomeu Hayden. A 22 do dito mês atacou a Vila de Colares dominada pelos insurgentes. Em maio, sob o comendo do Tenente Agnelo Pedro Bittencourt, tomou o arrabalde das Pedreiras (dia 13). A 4 de outubro, tomou a Vila de Santarém. Em 1839, continuava estacionado no Pará. Foi também mandada pelos Tenentes Francisco Vieira Leitão e Vitório J. Barbosa Lomba.

Hospital e Cirurgião-Mor da Marinha Séc.XIX

Até 1834, os enfermos da Marinha eram tratados no Hospital Militar da Corte que, desde a chegada da Família Real ao Brasil, era localizado no Morro do Castelo. O Decreto Legislativo, de 9 de dezembro de 1833, autoriza instalar, na Ilha das Cobras, em dependências da fortaleza que existia no local, um hospital para melhorar o tratamento aos doentes da Armada e do Corpo de Artilharia da Marinha. O novo hospital foi instalado em duas casas, para isso edificadas, e começou a funcionar em 3 de março de 1834. Nos anos seguintes, foram acrescentadas a ele novas enfermarias e melhoramentos, à medida que as necessidades aumentavam e se obtinham os recursos para atendê-las. Para dirigir o Hospital da Marinha, foi designado o Cirurgião-Mor da Armada, cargo que foi criado pelo Decreto de 24 de outubro de 1822. Nas províncias, a Marinha tratava seus enfermos nos hospitais de caridade, pagando as despesas correspondentes; depois de 1840, foram instaladas enfermarias nos Arsenais de Pernambuco, Bahia e Pará.
O Decreto 429, de 29 de maio de 1890, aprova Regulamento para o Hospital de Marinha da Ilha das Cobras, na Capital Federal, e para as enfermarias da Marinha existentes na Bahia, Pernambuco e Pará. O Hospital da Marinha da Capital Federal continuará a servir para o tratamento dos oficiais do Corpo da Armada e Classes Anexas, das praças dos Corpos da Marinha e dos demais empregados (civis) dos estabelecimentos navais.
As enfermarias, nos Estados, estavam sujeitas ao Inspetor dos respectivos Arsenais de Marinha, que desempenhavam as atribuições cometidas na Capital Federal ao diretor do Hospital da Marinha.
Durante a Revolta da Armada, em 1893, e a entrega ao Exército de todas as dependências navais existentes na Fortaleza de São José, na Ilha das Cobras, ficou suspenso o funcionamento do Hospital da Marinha, só foi reativado em janeiro de1897.
O Decreto 4.644, de 5 de novembro de 1902, deu nova organização ao Serviço Hospitalar da Marinha de Guerra; nesse ato, falou-se pela primeira vez em um hospital central naval. O Decreto 7.203, de 3 de dezembro de 1908, aprovou um novo regulamento para o Serviço Hospitalar da Marinha de Guerra, e denominou de Hospital Central da Marinha o até então chamado Hospital da Marinha da Ilha das Cobras.

Fontes: Caminha, Herick Marques. História do Administrativa do Brasil; organização e administração do Ministério da Marinha no Império.Coord. de Vicente Tapajós.Brasília - Rio de Janeiro.Fundação Centro de Formação do Servidor Público.Serviço de Documentação Geral da Marinha.1986.

Caminha, Herick Marques. História Administrativa do Brasil: organização e administração do Ministério da Marinha na República. Coord. de Vicente Tapajós. Brasília – Rio de Janeiro. Fundação Centro de Formação do Servidor Público. Serviço de Documentação Geral da Marinha, 1989.

Intendência da Marinha Séc.XIX

A Intendência é organizada pela Decisão 38, de 22 de setembro de 1808, junto com a Contadoria, a Pagadoria e o Almoxarifado da Marinha, todos integrados ao Arsenal do Rio de Janeiro. A Intendência controlaria os gastos da Real Marinha através de escrituração feita pela Contadoria. A Decisão 46, de 26de outubro de 1808, do Almirante-General da Armada, determinou que a direção do Arsenal do Rio de Janeiro fosse exercida pelo inspetor do mesmo Arsenal (o vice- intendente), desvinculando–o do Intendente da Marinha e subordinando-o diretamente ao Almirante-General (o Intendente continuando subordinado ao Ministro). Essa desvinculação persistiu até depois da Independência do País. Assim, pois, o Intendente da Marinha desempenhava as funções de um diretor de finanças da Armada; e o Inspetor do Arsenal, cumulativamente com o cargo de vice-intendente da Marinha, as funções de um diretor de serviços, dentre os quais serviços, citaremos: combate a incêndios nas dependências navais e na cidade do Rio de Janeiro, administração dos navios desarmados (que serviam de depósito, presídio, etc.), operação dos navios de transporte, execução de obras de melhoramento do porto, balizamento, carta marítima, compensação de agulhas, e mais: matrícula de embarcações mercantes, policiamento do porto, praticagens das barras e socorro marítimo.
O Decreto 946, de 1 de novembro de 1890, extingue a Intendência da Marinha e cria o Comissário-Geral da Armada, com a finalidade de, na Capital Federal, adquirir, arrecadar e fornecer aos navios, corpos da Marinha e outras estações dependentes do Ministério da Marinha, os objetos sobressalentes, os víveres e fardamentos de que necessitassem.
O Decreto 6.525, de 15 de junho de 1907, desdobra o Comissário-Geral da Armada em Depósitos Navais, do Rio de Janeiro, do Pará e Mato Grosso; o do Rio de Janeiro teria autonomia administrativa, enquanto os outros dois continuariam anexos aos Arsenais de Marinha do Pará e de Mato Grosso.

fonte: Caminha, Herick Marques. História do Administrativa do Brasil; organização e administração do Ministério da Marinha no Império.Coord. de Vicente Tapajós.Brasília - Rio de Janeiro.Fundação Centro de Formação do Servidor Público.Serviço de Documentação Geral da Marinha.1986.

Caminha, Herick Marques. História Administrativa do Brasil: organização e administração do Ministério da Marinha na República. Coord. de Vicente Tapajós. Brasília – Rio de Janeiro. Fundação Centro de Formação do Servidor Público. Serviço de Documentação Geral da Marinha, 1989.

Jornal "EL Nacional"

Ofício nº 122 ao Francisco Vilela Barbosa - Marques de Paranaguá enviando 2 números do jornal de Montevidéu - "EL Nacional", informando a localização da Esquadra Argentina, da possível revogação do decreto relativo à tripulação estrangeira nos barcos, e sobre o Decreto que obrigou os comerciantes a concederem ao governo um empréstimo forçado.

Anexos:
1 - Uruguai - Situação política - (Imp.Esp) - 1841/11/18 - jornal "El Nacional", nº 885 - Transcrevendo projeto de lei para que o Corpo Legislativo permanecesse convocado em carater extraordinário - Montevidéu;
2 - Emprestimo obrigatório ao governo - (Imp-Esp) - 1841/11/19 - Jornal "El Nacional", nº 886 - Trancreve Decreto do Senado e Camara de R. R da República Oriental do Uruguai, de 15/11/1841, obrigando os comerciantes proprietàrios nacionais do departamento da Capital a concederem ao governo um emprestimo de 300.000 pesos destinado exclusivamente as atenções da presente guerra - Montevidéu

Regis, João Francisco - Comandante Capitão de Fragata

Ofício - Retirada pelo porto do Rio de Janeiro do Capitão de Mar e Guerra Jewett

Referente a retirada pelo porto do Rio de Janeiro do Capitão de Mar e Guerra, Jewett, com as embarcações de seu comando e sobre consulta do mesmo de queimar a Fragata Thetis e do destino do transporte Conde dos Arcos, envia cópia de resposta dada e cópia do que manifestou o Procurador Geral da Província Cisplatina, Tomás Garcia Zuniga.
Anexos:
1- Cópia de ofício do Barão de Laguna ao Comandante da Esquadra Imperial surta em frente a Montevidéu, Capitão de Mar e Guerra, David Jewett, sobre resposta dada, referente as embarcações Thetis e Conde dos Arcos (em espanhol) Q.G.da Vila de S. José - 4/12/1822; e
2- Cópia do que manifestou o Procurador geral da Província Cisplatina, Tomás Garcia Zuniga, referente aos destinos das embarções Thetis e Conde dos Arcos (em espanhol) Q.G. da Vila de S. José - 4/12/1822

Lecor, Carlos Frederico - Barão da Laguna

Oficio 19 - Comunica a chegada de navios com praças do Batalhão 18

Oficio 19 - Produzido por Joaquim José Pinheiro de Vasconcelos, destinado ao Ministro da Marinha Marquês de Paranaguá comunicando a chegada dos Navios Corveta Bertioga, Fragata D. Francisca e O Transporte Trinta de Agosto ao porto de Recife, tendo a bordo os praças do Batalhão 18. O ofício ainda informa as ordens de embarque da tropa destinada a província da Bahia.

Ofício 2 do Capitão Tenente Francisco d' Assis Cabral e Teive

Ofício nº 2 do Capitão Tenente Francisco d' Assis Cabral e Teive ao Ministro da Marinha, Joaquim José Rodrigues Torrês, comunicando ter tomado posse do corpo e fazendo relatório sobre as condições do Arsenal e início de construção de embarcações. Confeccionado em 30/10/1837 no Arsenal de Marinha de Pernambuco.

Oficio 2 do Presidente da Provincia de Pernambuco Vicente Thomas Pires de Figueiredo Camargo ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a expedição das ordens para a execução de distribuição das rações dos praças

Oficio do Presidente da Província de Pernambuco Vicente Thomas Pires de Figueiredo Camargo ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a expedição das ordens para a execução de distribuição das rações dos praças que guarnecem os Navios da Armada. Também solicita que o cumprimento seja levado ao conhecimento do governo de sua majestade o Imperador.

Camargo, Vicente Thomas Pires de Figueiredo

Ofício 31 Cândido José de Araújo Viana comunica ao Ministro da Marinha a execução do decreto de 8 de Março de 1830

O Conselheiro Naval Cândido José de Araújo Viana comunica ao Ministro da Marinha Marquês de Paranaguá que se fez publicar a execução do decreto de 8 de Março de 1830, dado a cerca de um aviso de nº19, que concede perdão aos desertores do corpo de Artilharia da Marinha

Oficio 32 - Cândido José de Araújo Viana acusa o recebimento de aviso do Ministro da Marinha Marquês de Paranaguá

Oficio 23 - Acusa o recebimento do aviso encaminhado a Candido José de Araújo Viana pelo Ministro da Marinha Marquês de Paranaguá em 15 de Março de 1830, o qual recomendava religiosa observação de decreto criado a fim de evitar abusos de poder praticados por alguns comandantes dos Navios da Armada.

Oficio 36- Apresenta inclusão de despesas feitas nos primeiros 6 meses de 1830.

Oficio 36 - O conselheiro Naval Cândido José de Araújo Viana Apresenta ao Ministro da Marinha Marquês de Paranaguá a inclusão da conta de despesas feitas nos primeiros 6 meses do ano de 1830 para custeio dos Navios da Esquadra estacionados no Porto do Maranhão ou que aportaram no citado porto no referido período.

Oficio 37- Acusa o recebimentos dos Avisos 22 e 23 escritos pelo Ministro da Marinha Marquês de Paranaguá

Cândido José de Araújo Viana envia ao Ministro da Marinha e Marques de Paranaguá um ofício acusando o recebimento dos avisos 22 e 23 de 14 e 19 de junho de 1830. Nos quais o Ministro da Marinha e Marquês de Paranaguá comunica o recebimento de ofícios de número 1 ao 20.

Ofício 39 - Acusa o recebimento dos Avisos 28,30 e 31 .

Ofício 39 de Cândido José de Araújo Viana ao Ministro da Marinha e Marquês de Paranaguá acusa o recebimento dos avisos 28, 30 e 31 datados de 16 e 28 de julho. No qual declarava estar Ciente do que foi designado a ser comunicado a ele pelo Ministro da Marinha, Marquês de Paranaguá.

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel acusando o recebimento de aviso de 29 de fevereiro próximo.

Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel acusando a recebimento de aviso de 29 de fevereiro próximo passado expedido pela secretaria de Estado dos Negócios da Marinha que recomenda ao Arsenal da Província do Maranhão enviar ao principio de cada mês uma relação de despesas feitas no mês precedente realizados pela Marinha.

FERREIRA, Antonio Pedro da Costa

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a Aviso Nº 8 de 15/03/1836

Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel informando fazer-se cumprir observância do Aviso nº8 de 15/03/1836.

FERREIRA, Antonio Pedro da Costa

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a ordens de embarque do 2º tenente da Armada, Maximiano Luiz Garcia para a corte.

Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a ordens de embarque do 2º tenente da Armada, Maximiano Luiz Garcia pertencente a guarnição do Brigue Barca 29 de Agosto, para regressar para a corte a bordo da Fragata Campista próxima a partir.

FERREIRA, Antonio Pedro da Costa

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a Presos do Pará remetidos a Corte

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente confecção de roupas para os Presos do Pará remetidos a Corte, pois grande maioria se encontravam semi nus e alguns em estado de nudez completa.

FERREIRA, Antonio Pedro da Costa

Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a prezos encaminhados ao Ministro

Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a cinco presos que serão entregues ao Ministro da Marinha pelo comandante da Charrua - Carioca , vindos do Pará a bordo da Fragata Campista, e que doentes ficaram no Hospital da província do Maranhão.

FERREIRA, Antonio Pedro da Costa

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a remessa de marinheiros remetidos para serviço na provincia do Pará.

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a remessa de marinheiros remetidos para serviço na província para completar os quarenta de remessa anterior cuja os últimos 15 foram designados a ficar a disposição do Capitão de Fragata Frederico Mariath.

FERREIRA, Antonio Pedro da Costa

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a transfêrencia de comando do Cuter Bonfim

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a transferência de comando do Cuter Bonfim. Documento também informa que o Cuter encontra-se incapaz de se manter em serviço pois a embarcação encontra-se muito velha.

FERREIRA, Antonio Pedro da Costa

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente compra de embarcação de nome Vinte Oito de Julho.

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente a compra de uma embarcação de nome Vinte Oito de Julho para se empregar no serviço da colocação e conservação de um sistema de boias anteriormente decretado .

Ferreira, Antonio da Costa

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel referente objetos pertencentes a Fragata Imperiatriz

Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira ao Ministro da Marinha Salvador José Maciel. O documento trata sobre objetos pertencentes a Fragata Imperatriz remetidos a Província do Maranhão, contidos na lista em anexo ao documento.

Oficio do Presidente da Provincia do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira Parabenizando Salvador José Maciel por ter sido nomeado Ministro e Secretario de Estado dos Negócios da Marinha.

Oficio do Presidente da Província do Maranhão Antonio Pedro da Costa Ferreira Parabenizando Salvador José Maciel por ter sido nomeado Ministro e Secretario de Estado dos Negócios da Marinha e colocando-se a disposição e serviço dele.

Ferreira, Antonio da Costa

Ofício n°6 do Brigadeiro Graduado do Luís Manoel sobre insuficiência de contingente na Margem de São Gonçalo

Referente a Força de Cavalaria destacada na margem de São Gonçalo seria insuficiente, embora as ordens do Exe. Senhor General Presidente de marcharem o Exército resultando em uma redução ainda maior para Guarda Nacional.

Ofício nº 126 informando da fuga de Lavalle

Ofício de 2 páginas nº 126 do João Francisco Regis - Comandante Capitão de Fragata a Bordo da Corveta Bertioga, em Montevidéu ao Francisco Vilela Barbosa - Marques de Paranaguá informando da fuga de Lavalle, sobre a iminência da assinatura de vários acordos com a Inglaterra e, sobre o possível ataque de Rosas

Ofício nº 128 Informando ter recebido o Aviso referente ao Capitão Tenente Antonio Felix Correia de Mello

Ofício de uma página nº 128 do Comandante Capitão de Fragata João Francisco Regis ao Marques de Paranaguá Francisco Vilela Barbosa informando ter recebido o Aviso referente ao Capitão Tenente Antonio Felix Correia de Mello

Ofício nº 135 comunicando ter sido morto o rebelde Tenente Coronel Firmiano e a prisão de outros rebeldes

Ofício de uma página nº 135 do Comandante Capitão de Fragata João Francisco Regis ao Marques de Paranaguá Francisco Vilela Barbosa comunicando ter sido morto o rebelde Tenente Coronel Firmiano e a prisão de outros rebeldes; informa ainda a localização de outros dos seus chefes

Ofício nº 136 remetendo jornal(não anexo) que trata da derrota de Esquadra e informando sobre os acontecimentos e movimentação da Esquadra Oriental

Ofício de uma página nº 136 do Comandante Capitão de Fragata João Francisco Regis ao Marques de Paranaguá Francisco Vilela Barbosa remetendo jornal(não anexo) que trata da derrota de Esquadra e informando sobre os acontecimentos e movimentação da Esquadra Oriental

Ofìcío nº 139 enviando notìcias de Brown

Ofício de uma página do Comandante Capitão de Fragata João Francisco Regis ao Marques de Paranaguá Francisco Vilela Barbosa nº 139 - Enviando notícias de Brown, informando sobre a ideia de se comprar negros aos rebeldes e, comunicando da ordem para trazer os brasileiros que estiverem na Esquadra Oriental

Ofício nº 23 sobre chegada do Brigue escuna Feliz

Ofício nº 23 do Capitão de Fragata Jacinto Roque de Sena Pereira ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha Miguel de Souza Melo e Alvim sobre chegada do Brigue escuna Feliz, e situação de presas, enviando - cópias de ofícios e ofício original de Antonio José de Souza Viana, Agente de presas da Esquadra Brasileira

Ofício nº 28 Encaminha parte que recebeu do 2º Tenente encarregado da Presa Helesponto

Ofício de duas páginas nº 28 do Capitão de Fragata Jacinto Roque de Sena Pereira ao Ministro da Marinha Miguel de Souza Melo e Alvim encaminhando parte que recebeu do 2º Tenente encarregado da Presa Helesponto, referente a ingerência ilegal do Consul Britânico.

Ofício nº 29 transmitido do Brigadeiro Comandante da Força Imperial de Montevidéu

Ofício de seis páginas nº 29 do Capitão de Fragata Jacinto Roque de Sena Pereira ao Ministro da Marinha Miguel de Souza Melo e Alvim transmitido do Brigadeiro Comandante da Força Imperial de Montevidéu, pedindo informe sobre reclamação do Ministro e Secretário de Relação Exteriores (cópia nº 1) e resposta dada (cópia n º2) anexa a cópia de outro documento (n º3), referente ao Bergantim Presa Helesponto. Ofício do Brigadeiro Comandante da Força Imperial Francisco José de Souza Soares d' Andréa ao Capitão Fragata Comandante da Esquadra Brasileira Jacinto Roque de Sena Pereira, pede que informe sobre assunto a vista de nota inclusa. Montevidéu 14 de março de 1829 2- Cópia nº1 de nota do Ministro e Secretário no Departamento das Relações Exteriores ao Brigadeiro Comandante das Tropas Imperiais em Montevidéu. Ministério das Relações Exteriores. - 11/3/1829 3- Minuta de Jacinto Roque de Sena Pereira. Palácio, 18/4/1829... 4- Cópia nº2 do Capitão de Fragata Jacinto Roque de Sena Pereira ao Brigadeiro Governador das Armas Francisco José de Souza Soares de Andréa. - Bordo do Bergantim Maranhão - 12/3/1829 5- Cópia nº3 do 2º Tenente Jesuíno Lamego Costa ao Capitão de Fragata, Comandante da Divisão Jacinto Roque de Sena Pereira. - Bordo do Brigue Presa Helesponto, 10/3/1829

Ofício nº 35 participando ter entrado no porto de Montevidéu a Escuna 1º de Dezembro

Ofício de sete páginas nº 35 do Capitão de Fragata Jacinto Roque de Sena Pereira ao Ministro da Marinha Miguel de Souza Melo e Alvim participando ter entrado no porto de Montevidéu a Escuna 1º de Dezembro vinda de Santa Fé e Paraná, e envia documentos que manifestam impossibilidade de efetuar comissão e informa não ter vindo declaração de Buenos Aires sobre o bloqueio dos portos de Santa Fé e Entre Rios. Em Ofício do 2º Tenente Comandante Candido Vicente Fernandes ao Capitão de Fragata, Comandante Jacinto Roque de Sena Pereira, sobre comunicações com o Comandante da Divisão Argentina Leonardo Rozales até chegar a Montevidéu. Bordo da Escuna 1º de Dezembro, Montevidéu - ..... 26/3/1829 2- Ofício (esp.) de Leonardo Rosales ao Comandante da Galeta de S.M.I. - Goleta Sarandi - São Nicolas de les Arreyes - 16/3/1829 3- Ofício (esp.) de Leonardo Rosales ao Capitão de Fragata, Comandante Jacinto Roque de Sena Pereira - São Nicolas de les Arreyes - 16/3/1829

Ofício nº 5 informando sobre a situação de províncias argentinas e possível guerra civil no território argentino

Ofício nº 5, do Capitão de Fragata Jacinto Roque de Sena Pereira ao Secretário de Estado dos Negócios da Marinha Miguel de Souza Melo e Alvim a bordo do Brigue Maranhão, surto no portão de Montevidéu, informando sobre a situação de províncias argentinas e possível guerra civil no território argentino.

Ofício Nº3 - Barão de Itapicuru acusa recebimento de avisos do Ministro da Marinha

Ofício Nº 3, Confeccionado por Barão de Itapicuru ao Ministro da Marinha Marquês de Paranaguá, onde acusa o recebimento de avisos referindo-se a ordem tomada devido a suspensão de nomeação de João V. Alves com cópias inclusas nº1 e 2. Documento Também menciona a suspensão do Brigue Guarani como preziganga.

Ofício nº38 - Comunica que Paquete Athlante foi acolhido no porto do Maranhão

Ofício 38 de Cândido José de Araújo Viana ao Ministro da Marinha e Marquês de Paranaguá comunica que Paquete Athlante foi acolhido no porto do Maranhão no dia 19 de agosto de 1830 com o mastro do Traquete rendido e após os exames necessários o mesmo foi substituído ficando pronto para da à vela no dia 30 de agosto de 1830.

Ofício para o Conde de Arcos sobre um bergantim de Artigas.

Ofício do Capitão Manuel de Siqueira Campelo, para o Conde de Arcos Ministro da Marinha sobre um Bergantim, que tinha a bandeira de Artigas, que fora observado, sendo que este mandou um oficial a bordo, onde foram indagados qual eram o destino e de onde vieram. O bergantim aproxima-se da Escuna e a rende proibindo a entrada no Rio de Janeiro e prenderam o capitão, tendo toda a carga saquiada restando apenas o necessário para chegar até a Bahia.

Ofício reservado do Delegado Caetano Lessa

Ofício reservado do Delegado em exercício Caetano Lessa ao Comitê do Brigue Eólo, 1º tenente Pedro Cordeiro de Araújo. Informando nada a constar acerca de tráfico de africanos e que providencia obtenção de recrutas. Confeccionado na Delegacia de Policia da Bahia do Rio de Contas, em 15/11/1859.

Ofício sobre construção de lanchões em Barracas

Ofício número 11 do Vice Almirante Rodrigo José Ferreira Lôbo ao Ministro da Marinha Francisco Villela Barboza, sobre a construção sobre ordens de Buenos Aires de três lanchões em um local chamado Barracas, contendo um pequeno arsenal, tendo dois Bergantins desarmados porém com tropas, uma pequena Escuna.

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