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registro de autoridade

Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão

  • Entidade coletiva
  • 23/10/1943

Em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, como conseqüência da decisão alemã de estender a campanha submarina ao Atlântico Sul, causando perdas ao nosso tráfego marítimo, foi criado este Centro, pelo Aviso nº 1881, de 23 de outubro de 1943, que recebeu, inicialmente, o nome de Centro de Instrução de Guerra Anti-Submarino (CIGAS) e, em seguida, de Centro de Instrução de Tática Anti-Submarino (CITAS). Sua missão era adestrar as guarnições dos navios da Marinha do Brasil, a fim de torná-las aptas ao combate contra submarinos inimigos.
Com o correr do tempo, à sua tarefa inicial de desenvolver táticas anti-submarino muitas outras se juntaram: tática aérea e de superfície, informações de combate, socorro e salvamento, controle de avarias, combate a incêndio, comunicações, aperfeiçoamento de oficiais e praças, etc. Em razão disso, recebeu o nome de Centro de Adestramento “Almirante Marques de Leão” (CAAML), em 22 de junho de 1951, em homenagem ao Almirante Joaquim Marques Baptista de Leão, um dos mais expressivos vultos navais da nossa história.
Nos anos 60, o Centro recebeu seu primeiro simulador que foi amplamente utilizado no adestramento das tripulações de navios de superfície, na antiga sede, localizada na Ilha das Cobras, em um prédio do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.  Nos anos 70, o Centro entrou na era da informática, com a criação do Grupo de Sistemas. Preparava-se, assim, para adestrar as tripulações das novas e sofisticadas Fragatas Classe “Niterói”, que estavam para ser incorporadas.  Em 1985, o Centro mudou-se para as novas instalações na Ilha de Mocanguê, ficando, assim, mais próximo dos navios da Esquadra. Mantém, ainda, o Grupo de Socorro e Salvamento, localizado no Km 14 da Avenida Brasil. Trata-se do antigo Destacamento de Parada de Lucas - DPL - atualmente renomeado Grupo de Controle de Avarias (GruCav).
Suas  atividades   foram  regulamentadas, primeiramente,  no Decreto   n° 44.897,   de       27 de novembro de 1958, que aprovou o Regulamento para os Centros de Adestramento da Marinha  do  Brasil; posteriormente, pelo seu próprio  Regulamento  aprovado   por     meio da Portaria n° 1040, de  09 de  julho de 1976, do Ministro da Marinha. Revogada a Portaria de Regulamentação pela Portaria n° 0735, de 06 de agosto de 1987, do Ministro da Marinha,  passou  a  ter   as  suas  atividades  regidas,  sucessivamente,  por meio  da Portaria  n°  0029, de 21  de  agosto  de   1987,  do  Chefe  do  Estado-Maior  da  Armada (CEMA) e Portaria  n° 0058,  de  28  de junho   de 1996, do Comandante de Operações Navais (CON), alterada por meio da Portaria n° 022, de 06 de fevereiro de 1997. Revogadas as Portarias de regulamentação, passou a ter suas atividades regidas por um Regulamento,   aprovado  pela  Portaria  nº 0045 de 31 de  agosto de 1999, do CON.
O CAAML é subordinado ao Comando-em-Chefe da Esquadra e tem como atividade principal adestrar o pessoal que guarnece os navios da Esquadra, com ênfase no desempenho de Operações Navais e Controle de Avarias. Também realiza diversos cursos do Sistema de Ensino Naval, disseminando doutrinas táticas e procedimentos operativos, bem como instrução e adestramento para servidores militares e civis extra-Esquadra, de outras Forças Armadas, de Marinhas Amigas e de organizações civis governamentais e particulares. Atualmente, ministra mais de 40 diferentes cursos, com cerca de 7.000 alunos/ano. Além disso, realiza inspeções de verificação de desempenho das unidades de superfície da Esquadra.
O Centro de Adestramento “Almirante Marques de Leão”, conhecido como Camaleão, vem se modernizando continuamente, tanto pela aquisição e instalação de novos e sofisticados equipamentos e simuladores, como pelo preparo de pessoal, que tem a responsabilidade de ensinar
e adestrar os homens que guarnecem nossos navios.

Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia

  • Entidade coletiva
  • 19/01/1981

A Ilha da Marambaia, no Litoral Sul Fluminense, situa-se no Distrito de Itacuruçá, Município e Comarca de Mangaratiba.
O conjunto Ilha e Restinga, com uma forma alongada no sentido W-E, tem uma extensão de 42,5 Km até a Ponta de Guaratiba (continente), da qual é separada por um estreito canal. Quanto à largura, a sua maior dimensão é de 5 Km, onde se forma a Ilha Pompeba; e a menor, aproximadamente 150 metros.

A parte W é conhecida como Pontal da Marambaia, isto é, a Ilha propriamente dita. De relevo montanhoso, seu ponto culminante é o pico da Marambaia, com 641 metros de altitude, cuja formação vulcânica é revestida por uma Mata Atlântica virgem e exuberante.

A palavra Marambaia é de origem tupi-guarani, corruptela de "Mbará-mbai", que significa Cerco do Mar; isto porque entre a Restinga e o Continente se localiza a BAÍA DE SEPETIBA, que protegida por aquela é de mar calmo; em contraste com a orla oceânica, onde o mar revolto parece envolver todo o areal. Na gíria marinheira Marambaia quer dizer marujo namorador ou que prefere viver em terra a estar embarcado.

Seu envolvimento histórico remonta a 28 de dezembro de 1614, quando cinco embarcações da frota de seis chalupas do almirante holandês JorisVanSpilbergen, já há 8 dias no interior da Baia de Sepetiba, aportou na Marambaia à procura de água potável e frutas. Martim de Sá, que tinha engenho em Jacarepaguá, sabendo da presença de intrusos, foi ao encontro dos mesmos com 12 canoas e 300 homens e atacou-os de surpresa na enseada do Rio da Marambaia (próximo à residência atual do Comandante), matando 22 e aprisionando três embarcações e 14 homens. As duas restantes fugiram, desistindo, assim, de socorrer os compatriotas.

Em 11 de setembro de 1710, o comandante francês Jean François DuClerc, com 5 navios e uma balandra, contornando a restinga e a ilha, encontrou local seguro para desembarcar 1100 homens em Guaratiba. Daí em marchas seguidas, passando por Camorim e Jacarepaguá, alcançou, pela retaguarda, a cidade do Rio de Janeiro.

No século XVIII a cana-de-açúcar, como principal lavoura colonial, generalizou-se por toda essa faixa litorânea. Engenhos se multiplicaram, fabricando-se principalmente aguardente; a maioria dessa produção originária do litoral sul-fluminense (Ilha Grande, Angra dos Reis e Paraty). Comprovando-se a inadequação da mão-de-obra indígena, foram, a partir de então, introduzidos os escravos africanos, reservando-se ao índio outros tipos de atividades mais apropriadas aos seus hábitos.

No Império, a Ilha da Marambaia abrigou importante ponto de recebimento e triagem de escravos da então célebre família dos Breves, a fazenda São Joaquim, propriedade do comendador Joaquim José de Souza Breves, o "Barão do Café". Em determinada fase, a fazenda chegou a possuir cerca de 6000 escravos, que após quarentena, eram enviados às fazendas do continente, especialmente para a fazenda São Joaquim da Grama (cidade de passa Três, RJ), principal propriedade do comendador. Joaquim J. S. Breves devia possuir grande prestígio, já que seu nome consta como integrante da comitiva de D. Pedro I quando do Grito de Independência.

O século XIX marca economicamente a predominância do café, em expansão principalmente das baixadas do Rio de Janeiro para o vale do Paraíba. Com a valorização das terras, surgiram as grandes disputas de posse. De acordo com a Lei 601 de 18 de setembro de 1850, em 27 de fevereiro de 1856 o comendador fez constar, no Livro de registros de terras da paróquia de Itacurussá, o seguinte:

"Declaro que sou proprietário da Ilha da Marambaia, cujos terrenos são cultivados, comprehendendo nos seus limites a restinga e o mangue de Guaratiba até a diviza do canal", e "Também são asseçorias a mesma Ilha as três pequenas Ilhas fronteiras denominadas Saracura, Bernardo e Papagaio".

A Marambaia foi usada principalmente como entreposto negreiro até 1888, época da abolição da escravatura. Com a morte do comendador em 30 de setembro de 1889, a fazenda entrou em franca decadência. Somente restaram de pé a sede, a pequena capela (ambas localizadas na praia da Armação) e uma senzala (próxima à praia do CADIM). Em escritura lavrada em 28 de outubro de 1891, Dona Maria Isabel Gonçalves de Moraes Breves, viúva do comendador e herdeira da Ilha, vendeu a Marambaia à Companhia Promotora de Indústrias e Melhoramentos. Em 17 de novembro de 1896, por liquidação forçada, a Companhia transferiu a propriedade ao então denominado Banco da República do Brasil.

Em 1º de maio de 1905, por 95 contos de réis, a União, através da Fazenda Nacional, adquiriu do Banco da República do Brasil a Marambaia "...com todas as suas terras, construcções, dependências e servidões...".

Em 16 de junho de 1908, a Marinha do Brasil instalou na ilha a Escola de Aprendizes de Marinheiros do Estado do Rio de janeiro, para funcionar na antiga sede da fazenda (praia da armação). 2 anos depois, em 9 de junho de 1910, foi a escola transferida para a cidade de Campos (RJ).

Com a transferência da Escola, a Ilha permaneceu sem aplicação até 1924, quando foi colocada à disposição da Diretoria de Portos e Costas (DPC), a fim de ser instalado um serviço de pesca.

Em 1927, o Ministério da Guerra solicitou a entrega da Restinga para a construção de um Polígono de Tiro de Artilharia. O Ministério da Marinha concordou, conservando porém, sob sua jurisdição, a Ilha da Marambaia, para a instalação de uma estação de piscicultura.

Em 1931, sob a influência da Marinha, a Confederação Geral dos Pescadores do Brasil fundou sua sede (Colônia Z-23) e a Escola de pesca na parte NW da Ilha.

Pelo Aviso nº 179, de 19/12/1933, o Ministério da Marinha fixou o meridiano 043º48’46"W como limite para a área cedida ao Exército. No entanto, tal limite não foi obedecido, e o Ministério da Guerra pelo Aviso nº 421, de 11/09/1948, informou ao Ministério da Marinha o Registro de Posse no Serviço de Patrimônio da União (SPU) de sua área na Marambaia até o meridiano 043º54’42"W. Apenas em 1962, o SPU lavrou o Termo de Entrega da parte da restinga ao Exército. O novo limite só foi ratificado pelo Despacho nº 0787, de 27/06/1973, do Ministério da Marinha à Diretoria de Administração da Marinha.

Em 1936, o Ministério da Marinha passou a Ilha da Marambaia da jurisdição da DPC para a da DIRETORIA GERAL DE AERONÁUTICA.

Em 1940, o Presidente da Comissão de Administração e tombamentos dos Próprios Nacionais, em ofício endereçado ao chefe do SPU no Estado do Rio de janeiro, declarou que na Ilha da Marambaia existia um campo de aviação naval e vários serviços afetos diretamente ao Estado-Maior da Armada (EMA).

Com a criação do Ministério da Aeronáutica e o regresso da Itália do 1º Grupo de Aviação de Caça, a Força Aérea Brasileira (FAB) se fez presente na MARAMBAIA.

Voltando ao passado, em fevereiro de 1939 a ilha foi visitada por membros da Diretoria do Abrigo do Cristo Redentor – instituição de assistência social, já atuante em diversas regiões do Brasil -, que interessou-se em construir ali uma escola profissional de pesca. Contactado sobre o assunto, o então Ministro da Marinha, almirante Aristides Guilhem, visitou a ilha nos primeiros dias de abril de 1939, visando assegurar-se da viabilidade do plano proposto e ajuizar da respectiva localização, optando favoravelmente à obra. Ainda que o despacho favorável à doação da ilha para a construção da Escola de Pesca fosse datado de 21 de novembro de 1939 pelo presidente Getúlio Vargas, desde abril do mesmo ano as obras já tinham sido iniciadas. Após a derrubada da mata e o saneamento da ilha, partiu-se para a construção de casas com esgoto, água encanada, luz, grupo escolar e cooperativa. A barragem para canalização da água e obtenção de energia elétrica correspondeu à restauração da anteriormente existente no período dos Breves. A antiga senzala, após reforma, transformou-se em cooperativa e dependências para visitantes.

Visando melhorar o nível do pescador brasileiro com preparo técnico, instrução e melhores condições de vida, no segundo semestre de 1939 houve a ampliação do projeto original para então denominada Escola Técnica Darcy Vargas (E.T.D. Vargas), incluindo: capela; clausura para as religiosas; hospital; farmácia; lavanderia; padaria; estaleiro; fábrica de gelo e fábrica de redes de pesca. Houve também a implantação de horticultura e pecuária para o abastecimento dos operários e técnicos que, no início de 1940, eram cerca de 150. A Escola Primária foi inaugurada em 28 de março de 1940. A pedra fundamental da nova Capela de Nossa Senhora das Dores foi lançada em 22 de junho de 1940, na presença do presidente Getúlio Vargas, entre outros convidados. Também em 1940 passou a funcionar a fábrica de sardinhas Abrigo Redentor. A partir de agosto de 1941 passam a ser aceitos os primeiros alunos para Escola de Pesca, que tem suas obras básicas concluídas nesse mesmo ano. A preferência foi dada aos filhos de pescadores de qualquer parte do Brasil.

O currículo da E.T. D. Vargas compreendia quatro anos, com as disciplinas Português, Matemática, Ciências, Geografia e História do Brasil. Do curso técnico constavam Tecnologia, Rudimentos de Oceanografia, Noções de Meteorologia, Piscicultura, Marinharia, Condução de Motores de Embarcações de Pesca e Conservação e Preparo do pescado.

Em 1942 a E.T D. Vargas contava 242 alunos, 167 no curso primário e 75 no curso profissional. Nesse mesmo ano a horticultura já produzia três toneladas de legumes. Em 1943 a fábrica de conserva encontrava-se em pleno funcionamento, produzindo sardinhas em azeite e tomate, sardinhas prensadas e filé de cação.

O Decreto-Lei 5.760, de 19 de agosto de 1943, do presidente Getúlio Vargas, autoriza o governo federal a entrar em acordo com o Abrigo do Cristo Redentor, visando a transferência para o patrimônio nacional "...de todos os bens pertencentes às diversas obras do Abrigo do Cristo Redentor" e a "indenização das despesas com a conclusão das obras e o aparelhamento da Escola de Pesca da Marambaia, que passa também para o patrimônio nacional livre de qualquer ônus". Cria-se, assim, a Fundação Abrigo do Cristo Redentor, instituição responsável pela administração da escola padrão do governo federal. A formatura da primeira turma de alunos ocorreu em 1944.

Praticamente até 1952 toda a produção da pesca da frota da Marambaia era originária da baía de Sepetiba. Com a aquisição de mais três novos barcos – Presidente Vargas (capacidade para 120 ton) em 24 de junho de 1952, Redentor I e Redentor II (capacidade de 70 ton cada) em 1954 -, os trabalhos e a produção de pesca ganharam ainda maior impulso. A pesca passou a realizar-se em alto-mar. Optou-se, então, por deslocar a produção para o continente, onde foi construído, em 1955, especialmente para essa finalidade, um ancoradouro no centro da cidade do Rio de Janeiro (PierLevy Miranda, na Praça XV de Novembro).

Contrariamente às expectativas, a partir daí, ainda que de forma lenta, toda a estrutura montada na ilha entra em decadência. Através do Decreto de 12 de fevereiro de 1971, o presidente Emílio G. Médici autorizou a reincorporação à União de todos os bens da E.T D. Vargas, da Fundação Abrigo do Cristo Redentor, como decorrência da referida Fundação declarar não ter condições para manter em funcionamento a escola. A administração da ilha volta, a partir de então, ao Ministério da Marinha, com a ativação em 18 de maio de 1971 do Campo da Ilha da Marambaia.

Em 30 de dezembro de 1971, o Centro de Recrutas do Corpo de Fuzileiros Navais (CR-CFN) foi transferido da região do Guandu do Sapê (Campo Grande-RJ) para as instalações da Marambaia, incorporando a Prefeitura Naval da ilha, que já estava ativada desde 9 de outubro.

Em 1974, a DAdM solicitou ao SPU-RJ a lavratura do Termo de entrega e Recebimento, de forma que passasse para a Marinha a área situada a W do meridiano 043º54’42"W e não apenas a área que foi reincorporada da Escola Técnica.

Em 1976, sob a coordenação do 1ºDN e a participação ativa do BtlEngFuzNav foi empreendida uma operação por terra ao longo de todo o areal, a fim de demarcar, limpar e preparar o terreno para a instalação de alvos e refletores radar na área SE da Ilha da Marambaia, dando então, início à reativação da raia de tiro para exercícios da Esquadra. Nesta operação, o 1ºDN contou também com a colaboração da FAB que transportou parte do material por meio de helicópteros.

Em setembro de 1976, Os Navios da Esquadra realizaram exercícios de tiro, dando origem a relatórios desaconselhando a utilização da raia de tiro. O EMA então, sugeriu ao Ministro da Marinha que fosse incrementado o uso da área da MARAMBAIA em exercícios de desembarque anfíbio. Tal sugestão já havia sido levantada pelo CGCFN por considerar a Ilha da Marambaia uma das poucas opções viáveis na área do Rio de Janeiro para adestramento anfíbio, assim como para futuros aquartelamentos de Unidades da FFE.

A Ilha, além das suas notáveis características topográficas, oferece uma área útil para construção, na ordem de 9,32 Km2 (10 vezes maior que a área útil do Campo de Instrução da Ilha do Governador), sem considerar a área útil para construção, atualmente ocupada pelo CADIM, que é de apenas 1,92 Km2.

Com a transferência do CR-CFN novamente para o Guandu do Sapê, foi criado o Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia pela Portaria nº 0084, de 19 de janeiro de 1981 do MM.

O Centro de Avaliação da Ilha da Marambaia (CADIM), com sede na Ilha da Marambaia, Município de Mangaratiba, Estado do Rio de Janeiro, foi criado pela Portaria nº. 377, de 27 de setembro de 2010, do Comandante da Marinha, que deu nova redação ao art. 1º da Portaria nº 84, de 19 de janeiro de 1981, do Ministro de Estado da Marinha, que dispõe sobre a criação do Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia.

      Inicialmente, as atividades Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia foram regulamentadas pela Portaria nº 8, de 28 de abril de 1987, do Chefe do Estado–Maior da Armada. Revogada a Portaria de regulamentação pela Portaria nº 313, de 10 de agosto de 1998, do Chefe do Estado-Maior da Armada, passou a OM a ser regida pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 41 de 13 de agosto de 1998, do Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais.

Com a alteração do propósito e da denominação estabelecidos para o Centro de Avaliação da Ilha da Marambaia, o Regulamento de 13 de agosto de 1998 foi revogado, passando a ter suas atividades e organização estruturadas pelo presente Regulamento, aprovado pela Portaria nº_83, de 17 de_junho de 2011 do Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais.

Centro de Análises de Sistemas Navais

  • Entidade coletiva
  • 09/06/1975

Em 9 de junho de 1975, o CASNAV é criado com a finalidade de realizar a avaliação operacional e otimizar o emprego das Fragatas Classe Niterói, primeira classe de navios da Marinha a empregar sistemas digitais para operar suas armas e sensores

Em 1993, o CASNAV é reconhecido como órgão da área de Ciência e Tecnologia da Administração Pública Federal Direta.

Em 1997, o CASNAV passa a realizar suas atividades como uma Organização Militar Prestadora de Serviços de Ciência e Tecnologia.

Em 2003, obteve a certificação ISO 9001 de todos os seus processos finalísticos. Desde então, o CASNAV presta assessoria a outras organizações apoiando na implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) visando à obtenção da certificação ISO 9001.

Em 2004, o CASNAV recebe o primeiro prêmio Nacional da Gestão Pública, na faixa bronze, promovido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A partir daí, vem se destacando nessa área recebendo outras premiações.

Em 2008, com a criação da Secretaria de Ciência,Tecnologia e Inovação da Marinha, o CASNAV passa à sua subordinação.

Em 2009, o Centro obtém a certificação no nível G, do Modelo de Melhoria do Processo de Software Brasileiro, o MPS.BR. E em dezembro de 2011, alcança o nível F.

No dia 4 de novembro de 2010, o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, inaugura as novas instalações do CASNAV. Localizado no edifício 23 do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, a nova sede conta com uma área de 5200m² dedicada às necessidades e características de um Centro de excelência
Como resultado de mais uma parceria estratégica de sucesso, o CASNAV inaugura no dia 18 de Março de 2011 o Núcleo do Escritório de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha do Brasil junto à Universidade Federal Fluminense.

Ainda no ano de 2011, o CASNAV implanta um modelo inovador de obtenção de soluções de Tecnologia da Informação criando a Divisão de Gerência de Projetos Terceirizados, que proporciona à Marinha acesso, transferência e capacitação em tecnologias, com controle, objetivo de cronogramas e compartilhamento de responsabilidades.

Visando atender às necessidades das Organizações de Marinha, o CASNAV cria a Divisão de Modelagem e Simulação. Uma infraestrutura capaz de suprir com excêlencia as demandas dos profissionais do mar.

O CASNAV começou com uma tarefa – a avaliação operacional e otimização do emprego das Fragatas Classe “Niterói”. Hoje, com a diversificação de suas áreas de atuação, são mais de 250 pessoas, com expertise em pesquisa operacional, computação, criptologia e segurança de sistemas digitais, trabalhando em cerca de 50 projetos por ano.
Praça Barão de Ladário S/N - Rua da Ponte - Edifício 23 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP 20091-000.
Telefone: 2197-7483

Centro de Apoio a Sistemas Operativos

  • Entidade coletiva
  • 26/11/1985

O debate sobre os diversos aspectos envolvidos com o assunto levaram o GT a concluir que, fundamentalmente, antes de iniciar um simples projeto de investimento para aquisição de equipamentos e construção de uma raia de sensores, era mandatório que a MB implantasse uma atividade sistemática de aferição e avaliação operacional de sensores e sistemas, que contribuisse para, no menor prazo possível, elevar o grau de aprestamento das Forças Navais. Assim, por meio da sistematização dessa atividade, poder-se-ia obter uma determinação mais precisa de necessidades, sob um planejamento centralizado.
Em face desta conclusão, foram analisadas e testadas diversas possíveis soluções para o problema acima referido, entre as quais teve aprovação a da criação de uma estrutura denominada "Centro de Apoio a Sistemas Operativos" (CASOP) integrada organicamente no setor Operativo, com a finalidade de aferir o aprestamento de suas Forças.
Assim, em 1984, o Comando de Operações Navais encaminhou proposta de criação do CASOP, que deveria centralizar a gerência da atividade de aferição de desempenho, observando as facilidades já existente porém dispersas sob diversos controles. Os elementos orgânicos a serem absorvidos seriam: o Grupo de Apoio de Sistemas (GRAS), o qual se constituiria no núcleo base de implantação da nova OM, face as atividades já em andamento e a experiência adquirida, desde sua criação em 1980, na aferição e no apoio à manutenção dos sistemas das Fragatas. Além desse, ainda seria absorvido o Grupo de Alvos da Esquadra (GRAL), responsável pela guarda, operação e manutenção dos alvos utilizados pelos navios, bem como pela manutenção e operação das facilidades da Ilha de Alcatrazes para exercícios de tiro real, o Centro de Análise de Acústica Submarina da Esquadra (CAASE) e a Estação de Acústica Submarina (EAS), em Arraial do Cabo, do IPqM, a qual deveria, no futuro, constituir-se em complexo de aferição de sensores acústicos e eletromagnéticos dos navios da Esquadra.
Desta forma, seriam integradas, em uma única estrutura, as atividades de testes de sensores e sistemas, assessoramento técnico ao pessoal de bordo nas rotinas de manutenção, testes de aceitação de reparos, alinhamentos e novas instalações de sistemas, até então realizadas pelo GRAS, e provisão e operação de meios e facilidades para as atividades acima mencionadas ou outras de interesse operativo dos navios e Forças, até então realizadas em parte pelo GRAL, CAASE e EAS.

Centro de Auxílios à Navegação Almirante Moraes Rego

  • CAMR
  • Entidade coletiva
  • 09/07/1965

O CAMR representa, em síntese, os últimos quarenta e cinco anos de um trabalho continuado em prol do desenvolvimento da Sinalização Náutica do nosso País. O CAMR, com sede em Niterói, Estado do Rio de Janeiro, foi criado pelo Decreto nº 56.565, de 09 de julho de 1965, reativado pela Portaria nº 266/MB, de 10 de outubro de 2000. É o sucessor da antiga Repartição de Faróis, criada a 26 de janeiro de 1876 e sua denominação guarda a memória de um ilustre Marinheiro que dedicou com empenho e sacrifício muitos anos de sua vida à Marinha, o Almirante Tácito Reis de Moraes Rego. O CAMR é o núcleo atual de uma atividade iniciada no Brasil há quase três séculos com o acendimento do farol de Santo Antônio, na Bahia, em 1698, primeiro que se tem notícia no Continente Americano.

O CAMR teve sua denominação de "Centro de Sinalização Náutica e Reparos Almirante Moraes Rego" para " Centro de Auxílios à Navegação Almirante Moraes Rego", de acordo com o Bono Geral nº 404 de 29 de maio de 2018, pela Portaria nº 85, de 11ABR2018, do Comandante da Marinha.

Endereço: Rua Barão De Jaceguay, S/N (Complexo Naval Da Ponta Da Armação) - Centro - Niterói - RJ - Brasil - CEP 24048-900
Telefone: 7122-7181 / 7259-9449

Centro de Comunicação Social da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 05/04/1961

Criado em 5 de abril de 1961, o CCSM divulga, há 52 anos, as atividades da Marinha do Brasil, junto à sociedade brasileira e às mídias brasileira e internacional. Atualmente, é dirigido por um Contra-Almirante, sendo composto por militares divididos nas assessorias de Planejamento, Produção e Divulgação, Relações Públicas e Imprensa

Centro de Controle de Inventário da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 21/12/1993

O CCIM resultou do desmembramento do Centro de Controle de Estoque da Marinha, criado pelo Decreto nº 37.222, de 27 de abril de 1955, com a denominação de Centro de Controle de Estoque de Material Comum, e teve suas atividades alteradas pelo Decreto nº 40.546, de 11 de dezembro de 1956. Passou a reger-se pelo Decreto nº 46.424, de 14 de julho de 1959, que unificou o funcionamento dos Centros de Controle de Estoque, tendo sua organização modificada pelo Decreto nº 53.496, de 21 de janeiro de 1964. Foi transformado em Centro de Controle de Material pelo Decreto nº 57.040, de 11 de outubro de 1965, em virtude de sua fusão com o Centro de Controle de Estoque de Sobressalentes para Navios. Sofreu modificações em sua estrutura pelo Decreto nº 57.722-A de 2 de fevereiro de 1966 e pelo Decreto nº 79.554 de 19 de abril de 1977, teve sua denominação alterada para Centro de Controle de Estoque da Marinha e suas atividades regulamentadas pelo Decreto nº 81.961 de 11 de julho de 1978. Revogado o Decreto anterior pelo de nº 96.513 de 15 de agosto de 1988, teve suas atividades organizadas pela Portaria nº 0040, de 29 de agosto de 1988, do Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA). O Decreto nº 1033 de 30 de dezembro de 1993 extinguiu o Centro de Controle de Estoque da Marinha e mediante a Portaria Ministerial nº 0772, de 21 de dezembro de 1993 foi ativado o CCIM. Seu Regulamento inicial e os dois seguintes foram aprovados, respectivamente, pelas Portarias nº 0051, de 6 de abril de 1994, nº 0076, de 16 de maio de 1995 e nº 17, de 21 de janeiro de 2000, do CEMA.

Centro de Controle Interno da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 05/10/2012

Com sede na cidade do Rio de Janeiro, RJ, criado em dia 5 de outubro de 2012, pela Portaria Ministerial nº 509, de 29 de outubro de 2012. O CCIMAR sucede, por transferência de subordinação, a Diretoria de Contas da Marinha, criada pela Portaria Ministerial nº 246, de 25 de setembro de 1998, que sucedeu por transformação, o Serviço de Auditoria da Marinha (SAMA), criado pelo Decreto nº 74.044, de 10 maio de 1974. Sua organização e atividades estão estruturadas e regidas por este Regulamento aprovado pela Portaria nº 509/MB, de Outubro de 2012. Atualmente está situada no andar térreo do Edifício Almirante Gastão Motta.

Centro de Coordenação de Estudos da Marinha em São Paulo

  • Entidade coletiva
  • 27/08/1956

O antigo Escritório Técnico de Construção Naval, criada pelo Aviso do Exmº. Srº Ministro da Marinha nº 2814 de 27 de agosto de 1956, tendo sido determinado o seu funcionamento a partir de 1º de novembro de 1956, após o Convênico celebrado, em 8 de maio de 1956, entre o Ministério da Marinha e a Universidade de São Paulo.

O Centro de Coordenação de Estudos da Marinha em São Paulo (CCEMSP), com sede em São Paulo - SP, foi criado sob a denominação de Escritório Técnico de Construção Naval em São Paulo (ETCNSP), pelo Aviso no 2814, de 27 de agosto de 1956. A atual denominação funcional do Centro de Coordenação de Estudos da Marinha em São Paulo foi estabelecida pela Portaria Ministerial no 0467, de 11 de setembro de 1995. Suas atividades foram regulamentadas pela Portaria Ministerial no 0876, de 12 de junho de 1980, alterada pela Portaria Ministerial no 0111, de 30 de janeiro de 1986 e, posteriormente alterada pela Portaria nº 03 de 19 de janeiro de 1998 do Comando de Operações Navais. Revogada essa última, passa a ter suas atividades e organização estruturada pelo presente Regulamento, aprovado pela Portaria no 12 de 21 de fevereiro de 2003, do Comandante de Operações Navais.

Centro de Desenvolvimento de Submarinos

  • CEDSUB
  • Entidade coletiva
  • 27/11/2017

O Centro de Desenvolvimento de Submarinos (CDS) foi criado pela Portaria n° 303, de 27 de novembro de 2017. A Cerimônia de Mostra de Ativação ocorreu em 14 de dezembro de 2017.

É uma Organização militar com semiautonomia administrativa, devendo ser apoiada pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), que proverá os recursos de pessoal e financeiros necessários à execução de suas tarefas, sob a direção de um Oficial-General ou de um Capitão de Mar e Guerra do Corpo de Engenheiros da Marinha.

O Centro de Desenvolvimento de Submarinos é subordinado ao Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo.

Endereço: Avenida Professor Lineu Prestes, n° 2468, Cidade Universitária, São Paulo – SP – Brasil – CEP: 05508-000.
Telefone (s): (11) 3817-7343

Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes

  • Entidade coletiva
  • 04/01/1916

O Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), com sede na cidade do Rio de Janeiro, RJ, teve sua origem na Liga de Sports da Marinha que foi criada pelo Aviso nº 1, de 04 de janeiro de 1916. Posteriormente, pelo Decreto nº 24.581, de 05 de julho de 1934, a Liga de Sports da Marinha passou a ser subordinada a então Diretoria do Pessoal da Marinha, e mais tarde, foi extinta pelo Decreto-Lei nº 2.296, de 10 de junho de 1940, mesmo ato que criou o Departamento de Educação Física da Marinha. O citado Departamento foi extinto pelo Decreto-Lei nº 7.467 de 16 de abril de 1945 e foi reativado pelo Decreto-Lei nº 9.265 de 17 de maio de 1946, como Departamento de Esportes da Marinha, denominação esta alterada para Centro de Esportes da Marinha, pelo Decreto nº 32.742, de 07 de maio de 1953. O Centro de Esportes da Marinha teve, novamente, sua denominação alterada para Centro de Educação Física da Marinha, pelo Decreto nº 70.161, de 18 de fevereiro de 1972, e, finalmente, passou a ter a denominação atual, Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes, pelo Decreto nº 73.058, de 31 de outubro de 1973. Posteriormente suas atividades foram regulamentadas pelo Decreto nº 76.687, de 27 de novembro de 1975, que foi revogado pelo de nº 84.781 de 11 de junho de 1980 e alterado pela Portaria nº 0110, de 30 de janeiro de 1986, do Ministro da Marinha, tendo sido, posteriormente, regulamentada pela Portaria nº 0020, de 06 de fevereiro de 1997. A citada Portaria de regulamentação foi revogada pela Portaria nº 0063, de 06 de novembro de 1998, do Comando de Operações Navais (ComOpNav), que aprovou uma nova regulamentação. Por intermédio da Portaria nº 120 de 31 de março de 2008, foi transferida a subordinação do CEFAN para o Comando de Pessoal de Fuzileiros Navais. Revogada esta ultima, passou à subordinação do Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, por meio da Portaria nº 65, de 24 de fevereiro de 2010.

Centro de Eletrônica da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 01/04/1975 - 03/05/2010

O Centro de Eletrônica da Marinha (CETM), com sede na cidade do Rio de Janeiro – RJ, foi criado pelo Decreto n° 75.545, de 1° de abril de 1975. Suas atividades foram regulamentadas pelo Decreto nº 75.546, de 1° de abril de 1975. Revogado pelo Decreto no 94.137, de 24 de março de 1987, passou a ter sua organização e atividades em conformidade com Regulamento aprovado pela Portaria no 005, de 25 de março de 1987,posteriormente alterado pelas Portarias nº0014, de 15 de maio de 1991 e nº 0143, de 24 de julho de 1995, ambas do Chefe do Estado-Maior da Armada. Revogadas pela Portaria nº 0374, de 23 de dezembro de 1996, do Chefe do Estado-Maior da Armada, passou a ter sua organização e atividades em conformidade com Regulamento aprovado pela Portaria n° 0173, de 26 de dezembro de 1996, do Diretor-Geral do Material da Marinha. Em 09 de abril de 1999, um novo Regulamento foi aprovado pela Portaria no 029. Revogada esta última, o CETM passa a ter sua organização e atividades em conformidade com este Regulamento, aprovado pela Portaria nº 79/2002, do Diretor-Geral do Material da Marinha.
De acordo com o BONO n° 278 de 03 de Maio de 2010, a denominação desta OM foi alterada para Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha (CMS).

Centro de Guerra Acústica e Eletrônica da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 23/10/2009

O Centro de Guerra Eletrônica da Marinha (CGEM), com sede na cidade de Niterói, RJ, foi criado pela Portaria n° 372, de 23OUT2009, do Comandante da Marinha, com o propósito de contribuir para elevar a capacidade de Guerra Eletrônica da Marinha.
Sua ativação foi realizada em 28JUL2011, em cerimônia presidida pelo Comandante de Operações Navais.
De acordo com o Bono Geral nº16 de outubro de 2019, fica subordinada ao Comando Naval de Operações Especiais.
Em cumprimento à Portaria nº 9/MB, de 10 de janeiro de 2020, que altera a denominação para Centro de Guerra Acústica e Eletrônoca da Marinha (CGAEM), fica extinto o indicativo naval "CENTGE", referente ao Centro de Guerra Eletrônica da Marinha e atribui o indicativo naval "CEGAEM", referente ao Centro de Guerra Acústica e Eletrônica da Marinha.

Centro de Hidrografia da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 17/12/1998

Art. 1º - O Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), com sede na cidade de Niterói, RJ, foi criado pela Portaria Ministerial nº 360, de 17 de dezembro de 1998. Sua organização e atividades foram inicialmente estruturadas pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 52, de 22 de novembro de 1999, do Diretor-Geral de Navegação. Revogada esta última passa ter suas atividades regidas pelo presente Regulamento, aprovado pela Portaria nº 21, de 6 de abril de 2005, do Diretor-Geral de Navegacão.

Centro de Hidrografia e Navegação do Oeste

  • Entidade coletiva
  • 13/10/1967

O Serviço de Sinalização Náutica do Oeste (SSN-6) foi criado pelo Decreto nº 61.541, de 13 de outubro de 1967, tendo sido instalado por meio do Aviso nº 0658, de 18 de março de 1955 com a denominação de Serviço de Sinalização Náutica do Mato Grosso, com sede em Ladário e confirmado pelo Aviso nº 3070, de 12 de dezembro de 1967, quando teve alterada sua denominação para Serviço de Sinalização Náutica do Oeste.

De acordo com a Portaria nº 360, de 11 de dezembro de 2019, foi alterada a nomenclatura para Centro de Hidrografia e Navegação do Oeste.

Centro de Instrução Almirante Alexandrino

  • Entidade coletiva
  • 08/10/1836

O Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA) tem sua origem no Quartel de Marinheiros (QM), que foi criado pelo Decreto nº 49 do Governo Imperial, de 22 de outubro de 1836. Recebeu, ao longo de seus anos de existência, diversas denominações, desde "Quartel das Companhias Fixas de Marinheiros", do "Corpo de Marinheiros Imperiais" e do "Corpo de Marinheiros Nacionais" a "Quartel Central de Marinheiros". Teve várias sedes: Fragata Imperatriz", Fragata "Campista", Fragata "Prí­ncipe Imperial", Corveta "Liberal", Ilha de Villegagnon e Ilha das Cobras. Funcionou, ainda, a bordo do Encourassado "Floriano", Cruzador "Barroso", Tender "Ceará" e, novamente, na Ilha das Cobras. Em 1º de fevereiro de 1958, o QM foi instalado na atual sede do Rio de Janeiro. Em 19 de outubro de 1987, o Decreto nº 95.057 atribuiu ao Quartel de Marinheiros nova missão, integrando-o ao Sistema de Ensino Naval e determinando que incorporasse o Centro de Instrução Almirante Cunha Moreira (CIACM), cujas instalações localizavam-se em terreno atrás do QM.

O Decreto de 13 de maio de 1993 alterou sua denominação para Centro de Instrução Almirante Alexandrino - (CIAA), atribuindo-se o nome Quartel de Marinheiros a  Superintendência responsável pela formação dos reservistas navais, incluída no organograma do CIAA.
Subordinado a Diretoria de Ensino da Marinha, o CIAA é comandado por um Oficial-General, que é auxiliado por um Imediato e assessorado por um Conselho de Ensino, um Conselho Econômico e um Conselho Administrativo.

Hoje, o Centro de Instrução Almirante Alexandrino, cujo lema é "ENSINO, PROFISSIONALISMO E MODERNIZAÇÃO DA NOSSA MARINHA", é uma Organização que se dispõe a fazer o melhor, utilizando pessoal dedicado e empregando recursos modernos, a fim de atingir a sua meta dentro das diretrizes atribuídas pela Administração Naval, tornando-se assim o maior e mais diversificado Centro de Formação de Praças da Marinha do Brasil.

Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar

  • Entidade coletiva
  • 16/01/1973

A EMMPA continuou formando e adaptando fluviários, pilotos, maquinistas, radiotelegrafistas e comissários até que, por força do progresso tecnológico, foi novamente transformada pelo Decreto nº 71.718 de 16 de janeiro de 1973 em Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, por sugestão do historiador paraense Augusto Meira Filho. O recém-criado Centro teve como seu primeiro comandante o Capitão-de-Fragata LOURIVAL ANCHIETA (13 de janeiro de 1973 a 21 de janeiro de 1976).
O nome do Centro é uma homenagem ao "Almirante Braz Dias de Aguiar" (1881-1947), que p articipou de atividades hidrográficas no Rio Amazonas e ao longo do litoral brasileiro, instalou e determinou as coordenadas geográficas de estações termo-pluviométricas em Manaus, Boa Vista, S.Gabriel da Cachoeira, Benjamin Constant, Tabatinga, Fonte Boa, Coari, Manicoré e Parintins; e pela sua atuação destacada nas atividades hidrográficas foi posto, em 1910, à disposição do Ministério das Relações Exteriores, para exercer o cargo de ajudante da Comissão Brasileira de Limites com a Bolívia, vindo a exercer, posteriormente, o cargo de Chefe da Comissão Brasileira Demarcadora de Limites, Setor Norte.

As diversas transformações pelas quais passou a antiga Escola de Marinha Mercante do Pará foi uma conseqüência e imposição da mesma evolução e modernização da Marinha Mercante brasileira, do crescimento da indústria de construção naval, da expansão do comércio exterior e da preparação e treinamento de mão-de-obra especializada para operação dos navios. Seu atual regulamento não limita mais a área de atuação profissional, bem como suas instalações provêm todo o apoio para que alunos de outros estados possam, em regime de internato, usufruir, também dessa opção de carreira.

Hoje o CIABA está localizado à Rodovia Arthur Bernardes, n° 245, Bairro do Pratinha, Belém, PA, numa área construída de 146.869 metros quadrados e é considerado com destaque como sendo um dos melhores estabelecimentos congêneres do mercado no mundo.

Desde os primórdios até os dias atuais, a finalidade do processo histórico EMMPA/CIABA tem sido formar pessoal para a Marinha Mercante nas especialidades de Náutica e Máquinas, além de vários cursos de formação de pessoal subalterno (fluviários e portuários). Assim, após a conclusão do curso, que tem a duração de 4 anos em nível superior, são declarados Bacharéis em Ciências Náuticas e ainda recebem a Carta-Patente de Segundo-Tenente da Reserva Não Remunerada (RNR) da Marinha do Brasil.

A Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM) é o alicerce do Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA), que neste ano completa 118 anos de existência. E para falarmos da EFOMM se faz necessário aludir a toda a história deste empreendimento que possibilitou consolidar a tradição, quase secular, da formação de homens forjados para as lides do mar e do rio.

Centro de Instrução Almirante Graça Aranha

  • Entidade coletiva
  • 12/01/1971

O marco inicial dos empreendimentos escolares voltados à formação de pessoal para a Marinha Mercante foi a criação, em 1892, em Belém do Pará, da Escola de Maquinistas e do Curso de Náutica. Em 1907, a Escola e o Curso foram fundidos e transformados na Escola de Marinha Mercante do Pará, cuja localização era justificada, uma vez que, a Amazônia atuava como um dos pólos no eixo da borracha e abrigava pequenos estaleiros para a construção e reparação de navios que serviam ao interesse daquele comércio.

Ao terminar o ano de 1939, a região sul foi beneficiada com a criação, pelo Decreto-Lei nº 1766 de 10 de novembro de 1939, da Escola de Marinha Mercante do Lloyd Brasileiro, no Rio de Janeiro. Localizada no centro da cidade, funcionou em um dos andares das instalações do Lloyd Brasileiro e tinha como extensão de suas dependências, o Navio-Escola “ALEGRETE”, um cargueiro em tráfego normal, adaptado com salas de aula. Seu primeiro Diretor foi o Almirante Graça Aranha, que também dirigia a empresa.

Insuficiente para o crescente número de alunos, essa escola foi extinta pela Lei nº 2801 de 18 de junho de 1956, que criou em seu lugar, a Escola de Marinha Mercante do Ministério da Marinha, edificada e instalada na Avenida Brasil, 9020, junto ao mar, com capacidade inicial de formar 80 Oficiais por ano, nos cursos de Náutica, Máquinas e Câmara.

O surto de desenvolvimento planificado que surgiu no país, a partir de 1964, e o laborioso trabalho realizado pela Diretoria de Portos e Costas, que empreendeu completo e cuidadoso levantamento sobre as necessidades da frota mercante brasileira, em expansão, resultaram na aprovação pelo Congresso Nacional da Lei nº 5461, de 25 de junho de 1968, que destinou à Marinha do Brasil, as contribuições devidas pelas empresas marítimas ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, incitando a criação do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo, regulamentado pelo Decreto-Lei nº 828, de 05 de setembro de 1969.

No final do ano de 1969, foi realizado o primeiro censo marítimo com a finalidade de catalogar as informações sobre a distribuição dos marítimos por escolaridade, regiões sócio-econômicas e regiões interiores, nas principais bacias hidrográficas. Seguiram-se dois planejamentos, baseados nas informações do censo: um para atender às necessidades imediatas e prementes do programa de renovação da Marinha Mercante; e outro, a longo prazo, visando solucionar, de modo sistemático e dinâmico, a formação de tripulantes para a frota renovada que começava a se multiplicar.

Fruto deste planejamento, com o apoio da Organização Marítima Internacional, a Escola de Marinha Mercante foi transformada, pelo Decreto nº 68.042, de 12 de janeiro de 1971, no Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), um dosmais modernos e eficientes estabelecimentos de Ensino Profissional Marítimo do mundo, uma verdadeira Universidade do Mar, onde todas as categorias de uma tripulação pudessem desfrutar do ensino técnico profissional e complementar, essencialmente sintonizado com os propósitos de nossa frota mercante.

Suas atividades foram regulamentadas pela Portaria no 0678, de 11 de julho de 1972, do Ministério da Marinha e sua construção foi concluída em 1973. Em de 08 de outubro de 1974 teve novo Regulamento aprovado pelo Ministro da Marinha, pela Portaria no 1033, posteriormente, alterado pelas Portarias Ministeriais no 0893, de 13 de junho de 1980 e no 1450, de 01 de outubro de 1981. Revogadas as Portarias de regulamentação e de alteração pela Portaria Ministerial no 0337, de 19 de maio de 1994, o CIAGA passou a ter suas atividades regulamentadas pela Portaria no 0071, de 31 de maio de 1994, do Chefe do Estado Maior da Armada. Posteriormente, um novo Regulamento foi aprovado pela Portaria no 0028, de 14 de fevereiro de 1997, do Comandante de Operações Navais. Revogada esta última, passa a ter suas atividades e organização estruturadas pelo regulamento aprovado pela Portaria no 0002 de 04 de Fevereiro de 1999, do Diretor Geral de Navegação.

Para a consecução das obras de construção do CIAGA foi obtida assistência financeira e técnica do exterior, através do programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Organização Marítima Consultiva Intergovernamental (IMCO, hoje IMO). Essa ajuda incluía, além da doação de parte dos equipamentos do Centro, a assistência temporária de peritos para orientar os professores na utilização eficaz dos equipamentos.

Hoje, o CIAGA é o principal componente da estrutura da Diretoria de Portos e Costas dedicada ao Ensino Profissional Marítimo e, junto com o Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, em Belém, no Estado do Pará, abrigam as Escolas de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM).

Hoje, o CIAGA é o principal componente da estrutura da Diretoria de Portos e Costas dedicada ao Ensino Profissional Marítimo e, junto com o Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, em Belém, no Estado do Pará, abrigam as Escolas de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM).

A formação de oficiais é propiciada, também, através de cursos específicos para adaptação de universitários recém-formados (ASON e ASOM) e de subalternos da Marinha Mercante (ACON e ACOM). Paralelamente, o CIAGA executa o Programa do Ensino Profissional Marítimo, que contempla cursos de qualificação e atualização para todas as categorias de aquaviários.

Para cumprir suas tarefas o CIAGA dispõe, atualmente, de um efetivo de cerca de 213 militares e 201 servidores civis, entre os quais se incluem os professores e instrutores. Suas instalações estão dimensionadas para alojar até cerca de 600 alunos, em regime de internato.

Centro de Instrução Almirante Milciades Portela Alves

  • Entidade coletiva
  • 15/09/1953

O Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (CIAMPA) com sede na Cidade do Rio de Janeiro, RJ, tem sua origem na Companhia-Escola, prevista no Regulamento para o CFN, instituído pelo Decreto nº 24.699, de 12 de julho de 1934. Esta Companhia foi instalada, inicialmente, na Fortaleza de São José – Ilha das Cobras – RJ e transferida em 15 de setembro de 1953 para o Complexo Naval da Ilha do Governador (CNIG).

O CIAMPA foi criado com a denominação de Centro de Recrutas do Corpo de Fuzileiros Navais (CRCFN), pelo Decreto nº 41.098 de 08 de março de 1957, que extinguiu a referida Companhia-Escola. Em 15 de março de 1965, o CRCFN deixou o CNIG, transferindo-se para as instalações hoje ocupadas pelo Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais, situadas no Complexo Naval Guandu do Sapê (CNGS) – Campo Grande - RJ, onde permaneceu até 30 de dezembro de 1971. Nessa data foi transferido para a Ilha da Marambaia, ali permanecendo até 10 de março de 1981, quando retornou ao CNGS e ocupou suas atuais instalações. Em 20 de maio de 1994, o Decreto nº 1.143 alterou sua denominação para Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves. Suas atividades foram regulamentadas, inicialmente, pelo Decreto nº 41.099 de 08 de março de 1957, que foi revogado pelo Decreto nº 82.354 de 02 de outubro de 1978.

Um novo Regulamento foi então aprovado pela Portaria nº 1557, de 03 de outubro de 1978 e revogado pela Portaria nº 1.041 de 20 de novembro de 1986, ambas do Ministro da Marinha.   A Portaria nº 0032 de 24 de novembro de 1986, que aprovou o Regulamento que se seguiu foi revogada pela Portaria nº 0313 de 10 de agosto de 1998, ambas do Estado-Maior da Armada (EMA),  passando  o  CIAMPA  a ter suas atividades e organizações estruturadas pelo presente Regulamento aprovado pela Portaria nº 40 de 13 de agosto de 1998, do Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais.

Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo

  • Entidade coletiva
  • 28/12/1955

A criação do então Centro de Instrução do Corpo de Fuzileiros Navais nasceu da necessidade de uma área de terrenos onde pudessem exercitar a tropa e diminuir o deslocamento para lugares distantes, que era dispendioso e cansativo, além de gerar desperdício de tempo.
Em 1948, foi criada uma Comissão sob a presidência do CAlte (FN) Sylvio de Camargo para planejar as futuras instalações do Campo da Ilha do Governador. Esse ato traduz a concretização dos sonhos de um punhado de Oficiais, os quais visualizavam a saída do espaço limitado dos muros da fortaleza de São José como fator indispensável à reestruturação da Corporação. Ainda em 1948, com o propósito de preparar o terreno para o desenvolvimento do projeto, teve início “os trabalhos de terraplenagem, aterros e abertura de estradas, de modo a tornar o terreno apto a receber as edificações”.
Em 28 de dezembro de 1955, inaugurava-se o Centro de Instrução do Corpo de Fuzileiros Navais (CICFN), com a presença de autoridades nacionais e estrangeiras, além da primeira turma de Guardas-Marinha, oriunda da Escola Naval, que iria realizar o estágio naquele estabelecimento.
Estava concretizado o sonho alimentado por um seleto grupo de Oficiais que visualizava um CFN voltado para o combate da guerra anfíbia. Essa idéia fica bem clara nas palavras do então Vice-Almirante Sylvio de Camargo que, em sua mensagem, afirma ser aquele Centro “a materialização de uma aspiração de todos aqueles que, desde o Comando-Geral, têm responsabilidade pelo preparo dos fuzileiros navais, e a preocupação pelo seu desenvolvimento e pelo seu futuro”.
O dia 28 de dezembro de 1955 é um marco na história do Corpo. Assinala o ponto de inflexão dessa tropa na direção da modernidade e na adoção de um modelo voltado para o cumprimento de missões operativas. Era o elo que faltava para tornar possível o CFN assumir a sua responsabilidade de “desenvolvimento da doutrina, da tática e do material de operações anfíbias”, conforme preconizava o seu regulamento de 1950.

Centro de Instrução Almirante Wandenkolk

  • Entidade coletiva
  • 17/12/1945

Em 1945, o Boletim nº. 45 do Ministério da Marinha, publicou um esboço de organização para os Centros de Instrução, que foi ratificado pelo Decreto-Lei nº 8.389, de 17 de dezembro de 1945, aprovado o funcionamento de dois Centros de Instrução: Almirante Wandenkolk na Ilha das Enxadas e Almirante Tamandaré em Natal – RN. Comemora-se então, no dia 17 de dezembro o aniversário do CIAW. O Ciaw, recebeu esse nome em homenagem ao Almirante Eduardo Wandenkolk, primeiro ministro da marinha no regime republicano e um dos pioneiros da estruturação de ensino especializado na Marinha. Após a criação do CIAW, várias obras foram realizadas, por exemplo: a construção do ginásio Almirante Cox (1947), a piscina (1947), a construção da Ponte Sul (1961) e a capela (1967).

Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira

  • Entidade coletiva
  • 27/05/1955

O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN), com sede no município de São Pedro da Aldeia, Estado do Rio de Janeiro, foi criado pelo Decreto nº 37.398, de 27 de maio de 1955, ficando, nessa época, sob a subordinação direta da Diretoria de Aeronáutica da Marinha, e sediado, inicialmente, à Rua do Acre nº 21, 12º andar, Centro - Rio de Janeiro-RJ. Suas atividades foram regulamentadas pelo Decreto nº 37.558, de 30 de junho de 1955. As primeiras instalações operacionais foram localizadas no km 11 da Av. Brasil, no bairro da Penha - RJ, e lá permaneceram até o final do ano de 1961. Em 23 de novembro de 1961, pelo Decreto nº 204, passou à subordinação do Comandante do 1º Distrito Naval, ficando sob controle técnico-administrativo do Diretor-Geral de Aeronáutica da Marinha. Em cumprimento ao Aviso Ministerial nº 2337, de 29 de novembro de 1961, o CIAAN teve sua sede transferida para a localização atual, tendo sido mantida a sua subordinação militar e o controle técnico-administrativo. Posteriormente, através do Decreto nº 68.818, de 28 de junho de 1971, passou à subordinação do Comando da Força Aeronaval. Seus decretos de regulamentação e de alterações foram revogados pelo Decreto nº 87.353, de 2 de julho de 1982, que, por sua vez, foi revogado pelo Decreto s/nº, de 10 de maio de 1991 (publicado no DOU de 13 de maio de 1991). Seu Regulamento foi aprovado pela Portaria nº 1, de 15 de janeiro de 1997, do Comandante de Operações Navais. De acordo com a Portaria nº 456/MB do Comandante da Marinha, de 21 de dezembro de 2009, este Centro de Instrução teve seu nome alterado para de Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira.
 

Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché

  • Entidade coletiva
  • 23/10/1963

As origens do CIAMA remontam à antiga Escola de Submersíveis que, embora não fosse uma organização autônoma, iniciou suas atividades em 1915, ano em que foi formada a primeira turma de oficiais submarinistas. O CIAMA, como organização militar da estrutura organizacional da Marinha do Brasil, teve sua origem na Escola de Submarinos, formalmente criada em 23 de outubro de 1963 e extinta em 31 de julho de 1973, ano em que foi criado o Centro de Instrução e Adestramento de Submarinos e Mergulho (CIASM). Sua denominação foi alterada em 22 de maio de 1978 para Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché.

Centro de Instrução e Adestramento Almirante Newton Braga

  • Entidade coletiva
  • 15/03/2010

Com o advento da Estratégia Nacional de Defesa, a qual implicará no aumento de efetivo da Marinha, a Administração Naval percebeu a necessidade da ampliação do número de vagas nos Cursos de Formação de Oficiais (CFO) de todos os Corpos e Quadros da Marinha. Em decorrência das limitações do CIAW em ampliar seus espaços físicos para atender esta nova demanda, a solução proposta pela Diretoria-Geral do Pessoal da Marinha (DGPM), após IAM realizada na DEnsM, foi a transferência dos cursos ministrados na Escola de Administração e Intendência do CIAW para o recém-criado Centro de Adestramento Almirante Newton Braga (CAANB). Em 2013, teve sua denominação e propósito alterados pela portaria 367/MB, de 09 de Julho de 2013. Passou a ser uma OM com semiautonimia administrativa, devendo ser apoiada pela BAMRJ. Com sede na cidade do Rio de Janeiro, subordinado à DAdM. Passou a ser denominado "Centro de Instrução e Adestramento Almirante Newton Braga"

Centro de Instrução e Adestramento Almirante Radler de Aquino

  • CIAARA
  • Entidade coletiva
  • 22/08/2019

Em cumprimento à Portaria nº 235/MB, de 22 de abril de 2019 foi criado o Centro de Instrução e adestramento Almirante Radler de Aquino. Tem o propósito de ministrar cursos, adestramentos e estágios relacionados com as atividades de hidrografia, oceanografia, meteorologia, navegação e auxílios à navegação, a fim de capacitar pessoal nas áreas de conhecimento de competência da DHN.

Centro de Instrução e Adestramento de Brasília

  • Entidade coletiva
  • 14/07/1997

O Centro de Instrução e Adestramento de Brasília (CIAB), foi criado pela Portaria Ministerial nº 208 de 14 de Julho de 1997, sendo ativado em 14 de Novembro de 1997, utilizando as instalações ora existentes do antigo Cadest-GptFNB, que foram inauguradas em 11 de março de 1974, situadas no Km 4,5 da Rodovia Belo Horizonte – Brasília, com 2.165 m2 de área construída, divididas em cinco prédios.

Centro de Inteligência da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 20/11/1947

O Centro de Inteligência da Marinha (CIM), com sede em Brasília, teve sua origem no Serviço Secreto da Marinha, criado pelo Ministro da Marinha, em 20 de novembro de 1947. Pelo Aviso nº 2868, de 5 de setembro de 1955, passou a integrar a estrutura organizacional do Estado-Maior da Armada sob a denominação de Serviço de Informações da Marinha. Pelo Decreto nº 42.687, de 21 de novembro de 1957, foi desmembrado daquele Órgão e recriado sob a denominação de Centro de Informações da Marinha, cujo Regulamento foi aprovado pelo Decreto nº 42.688, de 21 de novembro de 1957. Revogado este último, pelo Decreto nº 68.447, de 30 de março de 1971, passou a ter novo Regulamento que, pelo Decreto nº 79.030, de 23 de dezembro de 1976, teve alguns de seus dispositivos alterados. Pelo Decreto nº 93.491, de 03 de novembro de 1986, foram revogados os atos de regulamentação e de alteração, passando a contar com novo Regulamento aprovado pela Portaria nº 0031, de 04 de novembro de 1986, o qual foi igualmente revogado pela Portaria nº 0055, de 04 de novembro de 1988, ambas do CEMA. A Portaria nº 0056, de 04 de novembro de 1988, do CEMA, aprovou seu novo Regulamento. Pelo Decreto nº 16, de 28 de janeiro de 1991, teve sua denominação alterada, desta vez para Centro de Inteligência da Marinha (CIM) e passou à subordinação do Estado-Maior da Armada, tendo seu Regulamento aprovado pela Portaria nº 0002, de 29 de janeiro de 1991, do CEMA. Este último Decreto foi revogado pelo de nº 967, de 29 de outubro de 1993, pelo qual o CIM voltou a ser Órgão de Assessoramento do Ministro, quando teve, então, sua organização e atividades estruturadas pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 0026, de 04 de abril de 1994, do Chefe do Estado-Maior da Armada. Revogada esta regulamentação pela Portaria nº 0006, de 05 de janeiro de 1998, do CEMA, passou o CIM a ter suas atividades e organização estruturadas pela Portaria nº 157, de 10 de junho de 1998. Essa Portaria foi revogada pela Portaria nº 354, de 08 de dezembro de 1999, que, por sua vez, foi revogada pela Portaria nº 93, de 11/04/2005, do CM. O CIM passou então a ter sua estrutura e organização definidas por este Regulamento, aprovado pela citada Portaria nº 0026

Centro de Intendência da Marinha em Belém

  • Entidade coletiva
  • 12/05/1955

O Depósito Naval de Belém (DepNavBe) foi criado pela Portaria no 285, de 12 de maio de 1995 e pela Portaria no 53, de 29 de janeiro de 1996 do então Ministro da Marinha. Sua atividade foi regulamentada pela Portaria no 38, de 23 de maio de 1996 e posteriormente alterada pela Portaria no 101, de 16 de dezembro de 1996, ambas do Comandante de Operações Navais. Revogada essa última, passou a ter sua atividade e organização estruturada pelo Regulamento, aprovado pela Portaria no 52, de 09 de julho de 2003, do Comandante de Operações Navais. Em razão da alteração na denominação e no propósito por intermédio da Portaria no 121/MB, de 11ABR2011, do Comandante da Marinha, o Depósito Naval de Belém passou a ter a denominação de Centro de Intendência da Marinha em Belém (CeIMBe), com sua atividade e organização estruturadas pelo Regulamento, aprovado pela Portaria no 43, de 25 de Julho de 2011, do Comandante de Operações Navais.

Centro de Intendência da Marinha em Ladário

  • Entidade coletiva
  • 12/05/1995 -

DEPÓSITO SECUNDÁRIO DE LADÁRIO
A reestruturação do Sistema de Abastecimento da Marinha (SAbM), a partir de 1993, teve similaridade com o planejamento desenvolvido pelo Contra-Almirante (IM) GASTÃO MOTTA que, em 1952, desenvolveu um programa de implantação da DIRETORIA DE INTENDÊNCIA DA MARINHA prevendo a existência, na área do 6º Distrito Naval, de um Depósito Secundário de Contabilidade e Pagamento executando a contabilidade e tomada de contas prévias para as OM da área. A transformação ocorrida, face a evolução tecnológica com os recursos da informática, possibilitou a execução, em grande parte, da política de abastecimento iniciada em 1952, que incluía a existência de um Centro Naval de suprimentos apoiando o 6ºDN. Buscando continuar a reestruturação do SAbM, o Secretário-Geral da Marinha apresentou ao Comandante de Operações Navais um conjunto de metas para o estabelecimento de Centros Regionais de Suprimentos nas atuais estruturas dos Depósitos Secundários, onde além de exercerem o abastecimento de material da linha de fornecimento do SAbM, agregariam as tarefas referentes ao tráfego de cargas e gerência do material empregado em Bases e Estações Navais, também como facilidade adicional, se procederia a centralização local da Obtenção e Execução Financeira. A efetivação das modificações previstas para os DepSec começou a ser desenvolvida por intermédio de experiência piloto em Aratu e em Ladário, com início em junho de 1994. Em agosto de 1994 foi aprovado o Regulamento Provisório para o DepSec Ladário permitindo o funcionamento experimental na condição de OM com semi-autonomia administrativa, executando tarefas das atividades gerenciais do Abastecimento e a centralização da Execução Financeira. A 1º tripulação da OM foi composta por oficiais, praças e civis da área, movimentados para o DepSec. Em março de 1995 as novas instalações do Depósito Secundário de Ladário foram entregues oficialmente pelo Exmo. Sr. Diretor de Abastecimento da Marinha Vice-Almirante (IM) LUIZ HENRIQUE GRIMMER ao Comandante do 6º Distrito Naval de Ladário, Contra-Almirante ANTONIO FERNANDES PEREIRA.
DEPÓSITO NAVAL DE LADÁRIO
O Depósito Naval de Ladário - DepNavLa foi criado em 12 de maio de 1995, pelo Ministro da Marinha, e ativado em 19 de novembro de 1995, dentro da Estrutura Orgânica do Ministério da Marinha com Autonomia Administrativa, sediado na cidade de Ladário, Estado do Mato Grosso do Sul, subordinado ao Comando do 6º Distrito Naval - Com6ºDN e funcionalmente à Diretoria de Abastecimento da Marinha - DAbM. O Depósito Naval de Ladário passou a contar com uma Organização composta por um Capitão-de-Fragata (IM) no Cargo de Diretor, auxiliado por um Capitão-de-Corveta (IM) como Vice-Diretor. Os serviços a cargo do Depósito Naval de Ladário passaram a ser desenvolvidos por uma Divisão de Abastecimento, uma Divisão de Finanças e uma Divisão de Administração, bem como uma estrutura de Secretaria e de Comunicações necessárias para o desenvolvimento das atividades. O Depósito Naval de Ladário contou com uma estrutura complexa, executando: as fainas de abastecimento de itens da linha de fornecimento do SAbM, POSE, Tráfego de Carga e Fardamento; as fainas de Execução Financeira Centralizada, bem como Obtenção Centralizada; e as fainas de Pagamento Centralizado de Pessoal Militar e Civil da ativa. Com o intuito de se dar continuidade ao legado deixado pelas tripulações anteriores, melhorando ao máximo as instalações do DepNavLa, foi concluído em janeiro de 2011 a revitalização do DepNavLa. As melhorias realizadas foram seguintes: modernização do sistema de refrigeração das frigoríficas; recebimento de uma nova viatura; construção de nova área administrativa; interligação das áreas administrativas e de alojamentos; redesenho das áreas habitáveis; incremento do conforto; construção de nova Sala de Estado.
ALTERAÇÃO DE DENOMINAÇÃO PARA CENTRO DE INTENDÊNCIA DA MARINHA EM LADÁRIO
Com o advento da Estratégia Nacional de Defesa, a Alta Administração Naval entendeu que seria necessária uma reformulação nos moldes dos Depósitos Navais Regionais e, assim, tal reformulação iniciou-se com a mudança de denominação, em 11 de abril de 2011, para CENTRO DE INTENDÊNCIA DA MARINHA EM LADÁRIO, e de seu propósito, para “contribuir para a prontidão dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, sediados ou em trânsito em suas respectivas áreas de responsabilidade, bem como dos estabelecimentos de terra por eles apoiados”, pela Portaria nº 121/MB, de 11ABR2011. Em 25 de julho de 2011, foi aprovado pelo Comandante de Operações Navais, o Regulamento dos Centros de Intendência da Marinha, de acordo com a Portaria nº 43/ComOpNav, de 25JUL2011.
DIAS ATUAIS
Este Centro Regional de Intendência, tem em sua tripulação o orgulho do trabalho bem feito, do capricho e do zelo no trato da gestão pública. Aqui, continuamos o árduo trabalho de nossos antecessores, aprimorando os procedimentos e contribuindo de maneira ímpar com o desenvolvimento da fronteira oeste do Brasil. Ao pensarmos em Intendência e em todas as atividades que a concerne, lembramos deste Centro, que executa de forma centralizada tarefas, tais como: Pagamento de Pessoal, Requisição de Transporte, Abastecimento, Fardamento, Execução Financeira, Licitações e Contratos. Claros são os benefícios advindos com tal centralização, visto que as nossas OM apoiadas podem dedicar-se as suas ‘atividades-fim’, deixando conosco a ocupação das ‘atividades-meio’, demonstrando confiança no ótimo desempenho de nossos serviços. Tudo isto, devido ao alto grau de profissionalismo e comprometimento dos militares que aqui servem, e se dedicam ao extremo, por entenderem a importância da primazia de suas funções.
AV. 14 De Março S/NO. - Centro - Ladário - MS - Brasil - CEP 79370-000
Telefone: 3234-1196

Centro de Intendência da Marinha em Manaus

  • Entidade coletiva
  • 11/04/2011

A Marinha idealizou um modelo de Sistema de Abastecimento constituído por órgãos, processos e recursos interligados e interdependentes, com a finalidade de promover, manter e controlar o provimento do material necessário à manutenção das Forças e demais Órgãos Navais em condições de plena eficiência. Incluídos nesse sistema estariam estabelecimentos regionais de apoio logístico, responsáveis pela distribuição de material de várias categorias, com o objetivo de tornar mais ágil o atendimento das necessidades logísticas e colaborar com o aprestamento das Forças Navais.
Em razão da alteração na denominação e no propósito por intermédio da Portaria no 121/MB, de 11ABR2011, do Comandante da Marinha, o Depósito Naval de Manaus passou a ter a denominação de Centro de Intendência da Marinha em Manaus, com autonomia administrativa, com o propósito de contribuir para a eficácia do abastecimento dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, sediados ou em trânsito na área de responsabilidade do Comando Naval da Amazônia Ocidental, bem como dos estabelecimentos de terra apoiados.

Centro de Intendência da Marinha em Natal

  • Entidade coletiva
  • 12/05/1995

Aos 14 dias do mês de novembro do ano 1995, foi ativado o DEPÓSITO NAVAL DE NATAL, criado pela Portaria Ministerial nº 285, de 12 de maio de 1995. A cerimônia de Mostra de Ativação foi presidida pelo Comandante de Operações Navais, Exmº Sr. Almirante-de-Esquadra Domingos Alfredo Silva, e dela constaram os seguintes eventos: leitura da Ordem do Dia do Comandante de Operações Navais, alusiva à criação e ativação da OM, posse do seu primeiro Diretor, nomeado pela Portaria do Ministro da Marinha nº 285, de 12 de maio de 1995, e assinatura do Termo de Ativação da OM.
AV. Silvio Pelico S/Nº - Alecrim - Natal - RN - Brasil - CEP 59040-150

Centro de Intendència da Marinha em Niterói

  • CeIMNi
  • Entidade coletiva
  • 16/04/2019

Em 16 de abril de 2019, foi criado o Centro de Intendência da Marinha em Niterói de acordo com a Portaria nº 102/MB, de 16 de abril de 2019.

Centro de Intendência da Marinha em Rio Grande

  • Entidade coletiva
  • 11/04/2013

A Marinha idealizou um modelo de Sistema de Abastecimento constituído por órgãos, processos e recursos interligados e interdependentes, com a finalidade de promover, manter e controlar o provimento do material necessário à manutenção das Forças e demais Órgãos Navais em condições de plena eficiência. Incluídos nesse sistema estariam estabelecimentos regionais de apoio logístico, responsáveis pela distribuição de material de várias categorias, com o objetivo de tornar mais ágil o atendimento das necessidades logísticas e colaborar com o aprestamento das Forças Navais.
Em razão da alteração na denominação e no propósito por intermédio da Portaria no 121/MB, de 11ABR2011, do Comandante da Marinha, o Depósito Naval de Rio Grande passou a ter a denominação de Centro de Intendência em Rio Grande, com autonomia administrativa, com o propósito de contribuir para a eficácia do abastecimento dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais.
AV. ALTE. Maximiano da Fonseca, Nº 2000 - 4ª Seção da Barra - Rio Grande - RS - BRASIL - CEP 96204-040

Centro de Intendência da Marinha em Salvador

  • Entidade coletiva
  • 11/04/2011

O Centro de Intendência da Marinha em Salvador é proveniente da alteração de denominação do Depósito Naval de Salvador, por meio da Portaria do Comandante da Marinha nº 121 de 11 de abril de 2011 que alterou a portaria Ministerial nº 0285 de12 de maio de 1995. O DepNavSa foi originado do Depósito Regional da Marinha na Bahia (DEPRMB), ativado em 01 de dezembro de 1981, foi a primeira Organização Militar típica de Intendência situada fora do Rio de Janeiro.

O DEPRMB, que apresentou como legado, todo um passado onde contribuir para a prontificação e a manutenção dos meios navais era um propósito perseguido com entusiasmo e garra, teve por sua vez origem no Depósito Secundário de Aratu, que, desde 25 de janeiro de 1972, funcionava em nível de Departamento da Base Naval de Aratu.

Nestes anos de existência, o Centro de Intendência da Marinha em Salvador ampliou suas atribuições, deixando de ser um órgão voltado unicamente para atividades de Abastecimento e passando a direcionar também seus esforços para Centralização Financeira, Centralização da Obtenção e Pagamento de Pessoal.

Centro de Intendência da Marinha em São Pedro da Aldeia

  • Entidade coletiva
  • 14/12/1995

Originário do Depósito Secundário da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), criado, em maio de 1966, para estocagem e fornecimento de material de diversas categorias, principalmente, sobressalentes de aviação, o então Depósito Naval de São Pedro da Aldeia (DepNavSPA) foi instituído pela Portaria nº 0285, de maio de 1995, do Ministro da Marinha, e ativado em 14 de dezembro do mesmo ano.

Aquele Depósito Secundário possuía uma área de armazenagem restrita a um pequeno paiol climatizado, outro de material comum e um depósito especial alfandegado. Por ocasião da ativação do DepNavSPA, foram adicionados, às instalações originais, o posto de combustíveis, o paiol de lubrificantes e graxas e o posto de distribuição de uniformes (PDU).

A crescente demanda de atividades levou à ampliação das instalações do Depósito em 1996, passando a contar com adequadas áreas de armazenagem, ficando dividida, esta última, da seguinte forma:

  • paiol climatizado, onde são armazenados cerca de 20.000 itens sobressalentes de aviação, que necessitam estar sob controle de temperatura e umidade;

  • paiol de armazenagem a grosso, utilizado para guarda dos itens de aviação de maior volume e peso; e

  • depósito especial, consistindo de uma área cedida às empresas Westland e Eurocopter, que operam em regime aduaneiro atípico, permitindo a estocagem de itens de suprimento para manutenção de equipamentos estrangeiros, nacionalizados ou não, empregados nas aeronaves operadas pela Marinha do Brasil (MB), tornando mais ágil o apoio prestado aos nossos meios.

A mais recente ampliação das instalações do DepNavSPA ocorreu em 12 de maio de 1999, com a criação de um novo paiol de armazenagem. Com cerca de 470 metros quadrados e 3.000 itens, destina-se à guarda de sobressalentes das aeronaves do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1).

A alteração de denominação do DepNavSPA para Centro de Intendência da Marinha em São Pedro da Aldeia (CeIMSPA) ocorreu por meio da Portaria nº 121/MB, de 11 de abril de 2011, do Comando da Marinha, passando a ter o propósito de contribuir para a prontidão dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, sediados ou em trânsito, bem como dos estabelecimentos de terra apoiados.

O CeIMSPA desempenha papel importante no provimento da logística necessária à condução das atividades das Organizações Militares situadas no Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia, sejam elas operativas ou administrativas. Para tal, executa as tarefas de armazenagem, controle de estoque, contabilidade do material, fornecimento, tráfego de carga, operação do PDU, obtenção centralizada, execução financeira centralizada e ligação da MB com o Depósito Especial.

O então DepNavSPA teve como primeiro Diretor o Capitão-de-Fragata (IM) José Ricardo Campos Vieira. O atual Diretor do CeIMSPA é o Capitão-de-Fragata (IM) Luis Gustavo Simões Vagos.

Centro de Manutenção de Embarcações Miúdas

  • Entidade coletiva
  • 10/03/1998

O Centro de Manutenção de Embarcações Miúdas (CMEM), com sede na Cidade de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, foi criado pela Portaria nº 62 de 10 de março de 1998. Suas atividades e organização foram estruturadas pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 0054, de 8 de setembro de 1998, do Comandante de Operações Navais e detalhadas no Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 004/CMEM, de 26 de agosto de 2003, alterado pelas portarias 4/2003 e 1/2009.

Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 18/03/2010

O Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha (CMS), com sede na cidade do Rio de Janeiro - RJ, foi criado pela Portaria nº 101/MB, de 18 de março de 2010, do Comandante da Marinha, a partir da mudança de nome e ampliação da missão do Centro de Eletrônica de Marinha (CETM), para congregar, em uma única Organização Militar (OM), as atividades de manutenção e instalação dos sistemas de armas, atribuições do Centro de Armas da Marinha (CAM) em função de sua extinção, e dos equipamentos eletrônicos e software dos Sistemas Digitais Operativos embarcados, atribuições do Grupo de Recebimento de Tecnologia (GRTEC) resultante de sua desativação, em consonância com os resultados obtidos do Relatório do Grupo de Trabalho para a criação do CMS. Suas atividades e organização estão estruturadas pelo presente Regulamento, aprovado pela Portaria nº 140, de 19 de abril de 2010, do Diretor-Geral do Material da Marinha.

Centro de Medicina Operativa da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 15/04/2009

Aos quinze dias do mês de abril de dois mil e nove, às 10:00h, realizou-se a Cerimônia de Ativação do Centro de Medicina Operativa da Marinha(CMOpM).
O CMOpM, Organização Militar dentro da Estrutura Organizacional do Comando da Marinha, com sede na cidade do Rio de Janeiro – RJ e sob a direção de um Contra-Almirante (Md), foi criado por meio da Portaria n.º27/MB, de 27 de janeiro de 2009, do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra JULIO SOARES DE MOURA NETO.
A cerimônia foi presidida pelo Diretor-Geral do Pessoal da Marinha, Almirante-de-Esquadra JOSÉ ANTONIO DE CASTRO LEAL, o qual deu posse ao 1º Diretor, Contra-Almirante (Md) SÉRGIO PEREIRA, nomeado pelo Decreto de 27 de março de dois mil e nove do Presidente da República, LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, tendo como Diretor de Saúde da Marinha, o Vice-Almirante (Md) EDSON BALTAR DA SILVA.

Centro de Mísseis e Armas Submarinas da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 08/11/1978

Criado pelo Decreto nº 82.615 de 08/11/1978, o Centro de Misseis e Armas Submarinas da Marinha teve suas funções alteradas pelo Decreto 092/1979

*Ver também Portaria 0/70/86 (MM) . Bol . 47/78/3067

Centro de Munição da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 21/08/1956

Em 1936, o jornalista MAGALHÃES CORREA, do "Correio da Manhã", em reportagem intitulada "Águas Cariocas", descrevia a principal ilha que compõe o nosso Centro de Munição: Ilha do Boqueirão, antiga dos Coqueiros, proveniente de grande plantação de coqueiros vindos de Pernambuco em 1822. Era proprietário desta formosa ilha da Guanabara, EZEQUIEL DA ROCHA FREIRE, casado com D. CATHARINA ADELAIDE ALVES FERREIRA e falecido, em 1867, ficando a viúva como inventariante dos seus bens.
Em 20 de dezembro de 1872, por escritura pública do TABELIÃO CASTANHEDA JÚNIOR, foi ajustada a venda da ilha com o Ministro da Guerra, pela quantia de 28 contos de réis, para serem ali construídos depósitos de pólvora e munições de guerra, os quais foram inaugurados em 1874. Segundo o jornalista, com a inauguração, ficou a cidade do Rio de Janeiro desafrontada do enorme perigo que corria pela existência desses depósitos na Ilha de Santa Bárbara, em frente, e muito próximo, dos populosos bairros da Gambôa e Santo Cristo.
Em 24 de julho de 1909, o Ministro da Marinha, Almirante ALEXANDRINO DE ALENCAR, pedia ao Ministro da Fazenda, Sr. LEOPOLDO DE BULHÕES, que fosse cedida a ilha ao seu Ministério, com a concordância do Ministro da Guerra, para diversos serviços que ali precisava estabelecer. Assim, por Aviso n.º 75 do Ministro da Fazenda, de 13 de setembro de 1909, a Ilha do Boqueirão foi transferida para o Ministério da Marinha, onde foi instalada a Diretoria de Artilharia do Arsenal e suas dependências.
A partir de 1931, instalou-se nas ilhas do Boqueirão e Rijo o Departamento de Munição do antigo Centro de Armamento da Marinha (CAM), localizado na Ponta da Armação, Niterói, já com o propósito de instalar a munição da Marinha em lugar próprio e seguro.
Finalmente, por meio de Decreto n.º 39.840 de 21 de agosto de 1956, foi criada como OM autônoma o Centro de Munição da Marinha e teve o seu primeiro regulamento aprovado em setembro de 1957.
Ao longo desses 43 anos, o CMM cresceu e teve seu nome alterado em agosto de 1985 para Centro de Munição Almirante ANTÔNIO MARIA DE CARVALHO, em homenagem ao proeminente Chefe Naval que muito contribuiu para o desenvolvimento do armamento da Marinha e grande incentivador e mentor da transformação do Centro em OM independente. Em setembro de 1995, voltou a denominar-se Centro de Munição da Marinha.
Apesar de tão jovem como OM autônoma, as atividades desenvolvidas nas ilhas do Boqueirão, Rijo e adjacências, remontam ao início do século, quando, paulatinamente, foram executadas as mais diversas tarefas ligadas à munição naval. Após a explosão ocorrida em julho de 1995, retornamos no final de novembro de 1998 à Ilha do Boqueirão e hoje vivemos a realidade de um novo Centro de Munição, moderno e operacional, com novas instalações, resultado de um trabalho de reconstrução, edificadas nesta histórica ilha.

Centro de Obtenção da Marinha no Rio de Janeiro

  • Entidade coletiva
  • 21/12/1993

O COMRJ resultou do desmembramento do Centro de Controle de Estoque da Marinha, criado pelo Decreto nº 37.222, de 27 de abril de 1955, com a denominação de Centro de Controle de Estoque de Material Comum, mais tarde alterada para Centro de Controle de Estoque de Material, pelo Decreto nº 57.040, de 11 de outubro de 1965, em virtude de sua fusão com Centro de Controle de Estoque de Sobressalentes para Navios. Pelo Decreto nº 81.961, de 11 de junho de 1978, sua denominação foi alterada para Centro de Controle de Estoque da Marinha.
O Centro de Controle de Estoque da Marinha foi extinto pelo Decreto nº 1.033, de 30 de dezembro de 1993, ficando as suas atribuições cometidas a duas Organizações Militares criadas dentro da estrutura do Ministério da Marinha: o Centro de Controle de Inventário da Marinha (CCIM) e o Centro de Obtenção da Marinha no Rio de Janeiro (COMRJ).
Em 8 de abril de 1994, o Termo de Ativação foi assinado e o COMRJ iniciou suas atividades de Órgão de Obtenção do Sistema de Abastecimento da Marinha.

Centro de Perícias Médicas da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 16/03/1995

Perante a crescente importância da Perícia Médica no âmbito do Sistema de Saúde da Marinha, a Alta Administração Naval constatou a necessidade da criação de uma Organização Militar que coordenasse e controlasse o Subsistema Médico-Pericial do SSM. Assim, foi criado o Centro de Perícias Médicas da Marinha (CPMM) pela Portaria Ministerial no. 0184, de 16 de março de 1995, cuja ativação ocorreu em 17 de abril de 1995, sediada no Pavilhão Dr. Soares Meirelles, no Complexo do Hospital Central da Marinha.
Passou a ter suas atividades e organização estruturadas pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 0368, de 30 de setembro de 1998, do Diretor-Geral do Pessoal da Marinha (DGPM). Revogada essa Portaria, passa a ter suas atividades estruturadas pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 156, de 23 de outubro de 2006, do DGPM.

Centro de Projetos de Navios

  • Entidade coletiva
  • 23/12/1996

Ao final da década de 1970, a Marinha do Brasil decidiu implementar na Diretoria de Engenharia Naval (DEN) e na então Diretoria de Armamento e Comunicações da Marinha (DACM) a capacitação para executar o projeto básico de navios de guerra, até então conduzido pelo Arsenal de marinha do Rio de Janeiro (AMRJ). À DACM foi atribuída a responsabilidade pelo projeto dos sistemas de combate e à DEN, o projeto da denominada plataforma. A capacitação e a responsabilidade pelo projeto de construção foram mantidas no AMRJ.
Estudos realizados no Setor do Material, em cumprimento às Orientações Ministeriais de 1995 concluíram, em março de 1996, pela conveniência em se concentrar em único local os recursos para execução do projeto básico de navios de superfície e de submarinos. Tal decisão assegurava que o projeto fosse conduzido de forma simultânea e integrada, simplificando e aperfeiçoando os métodos e processos de execução e otimizando a aplicação de recursos humanos e materiais.
Em setembro de 1996, o Diretor-Geral do Material da Marinha (DGMM) transmitiu ao então Ministro da Marinha os documentos que consubstanciavam a proposta de criação do Centro de Projetos de Navios (CPN), elaborados em consonância com orientações propostas em março de 1996 pelo DGMM, com instruções do Estado Maior da Armada e aprovadas pelo Ministério da Marinha (MM).
Em 23 de dezembro de 1996, o MM., pela Portaria nº 0448, criou o CPN, Organização Militar (OM) com autonomia administrativa, subordinada diretamente à Diretoria-Geral do Material da Marinha e sob a direção de Capitão-de-Mar-e-Guerra do Corpo de Engenheiros da Marinha.
Em 06 de janeiro de 1997, o DGMM criou o Núcleo de Implantação do Centro de Projetos de Navios, com a atribuição de promover as providências necessárias à ativação da OM.
Em 29 de agosto de 1997, o Centro de Projetos de Navios foi ativado, pelo DGMM, como Organização Militar Prestadora de Serviço (OMPS).

Centro de Tecnologia da Informação da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 31/03/2008

Por meio da Portaria nº 121, de 31 de março de 2008, do Comandante da Marinha, foi criado, dentro da estrutura da Diretoria-Geral do Material da Marinha, o Centro de Tecnologia da Informação da Marinha - CTIM, organização militar sem autonomia administrativa, apoiada pela Diretoria de Comunicações e Tecnologia da Informação da Marinha, à qual se subordina diretamente.
A criação do CTIM faz parte do processo de transformação da área de Tecnologia da Informação (TI) da Marinha, ora em implantação, que visa modernizar esse setor por meio da aplicação de uma governança de TI ágil, eficiente e alinhada aos objetivos estratégicos estabelecidos pela Alta Administração da MB. Em decorrência, foi aperfeiçoada a doutrina de TI da MB a qual prevê uma nova estrutura, incluindo nela o CTIM.

Centro Integrado de Segurança Marítima

  • Entidade coletiva
  • 18/06/1968

A Junta Interamericana de Defesa (JID), em 1959, emitiu o Plano de Defesa do Tráfego Marítimo Interamericano, que sofreu vários aprimoramentos até chegar à versão final, atualmente em fase de ratificação pelos países signatários, com o nome de Plano para a Coordenação da Defesa do Tráfego Marítimo Interamericano (PLANCODEFTRAMI). Esse Plano prevê, desde seu nascimento, em sua estrutrura organizacional, uma componente civil e outra militar que deve ser implantada em cada país participante. A estrutura militar, por conveniência de uniformização, é chamada, em todos os países, de Comando Local de Controle Operativo (COLCO).
A portaria nº 326/MB, de 31 de outubro de 2018, alterou a denominação de Comando do Controle de Tráfego Marítimo (COMCONTRAM) para Centro Integrado de Segurança Marítima (CISMAR), extinguindo o Indicativo Naval "COTRAM" e criando o indicativo naval "CISMAR".

Centro Médico Assistencial da Marinha

  • Entidade coletiva
  • 15/09/1998

O  Centro Médico Assistencial da Marinha (CMAM), foi criado pela Portaria Ministerial nº 226, de 15 de setembro de 1998, sendo regido  inicialmente pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 0361 de 30  de  setembro  de  1998, do Diretor-Geral do Pessoal da Marinha.
CENTRO MÉDICO ASSISTENCIAL DA MARINHA
Portarias nº 0013/99 e 0025 de 12 de julho de 1999.

Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo

  • Entidade coletiva
  • 17/10/1986

O Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo é uma organização militar que foi criada pelo decreto n° 93.439, de 17 de outubro de 1986, sob o nome de Coordenadoria para Projetos Especiais (COPESP), tendo sua denominação alterada em 1995 para Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).
O CTMSP está dividido em dois sítios, CTMSP-SEDE e Centro Experimental Aramar (CEA).
O CTMSP-SEDE, está localizado na cidade de São Paulo, inserido dentro da Universidade de São Paulo (USP), onde trabalham servidores militares e civis que exercem atividades técnicas de engenharia, pesquisa e desenvolvimento, gerenciamento de projetos e atividades administrativas.
O CEA está localizado em Iperó – SP, a cerca de 120 km da capital, onde estão sendo implantadas as principais oficinas, usinas, laboratórios e protótipos desenvolvidos pelo CTMSP. Entre eles destacam-se o Laboratório Radioecológico (LARE), responsável pelo controle dos efluentes liberados para o meio externo do CEA e pela monitoração de amostras ambientais ao redor do centro, e o Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrica (LABGENE) , que será uma instalação experimental em terra de uma planta de propulsão nuclear.

De acordo com a Portaria n° 361/MB/2016, a Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN) e o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) passam a ser subordinados à DGDNTM.

Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais

  • Entidade coletiva
  • 24/09/1971

O Centro de Reparos e Suprimentos Especiais do Corpo de Fuzileiros Navais (CRepSupEspCFN) originou-se de um depósito de material do Comando-Geral do CFN existente no início dos anos 60. Aos poucos esse depósito foi adquirindo vida própria e expandindo suas atribuições, tornando-se responsável pelo recebimento, guarda e distribuição do material específico de Fuzileiros Navais.

    Em 1969, firmou-se no CFN a convicção da necessidade de institucionalizar-se o depósito como um órgão em sua estrutura, recebendo, então, em 1970, a denominação de "Núcleo do Centro de Suprimentos do CFN". Apartir de 24 de setembro de 1971, foi oficialmente criado, já com o nome de Centro de Reparos e Suprimentos Especiais do Corpo de Fuzileiros Navais, com a finalidade de prestar atendimento ao material especializado do CFN, sendo ativado em 31 de maio de 1972. Em setembro de 1977, o Centro de Reparos foi transferido para o aquartelamento do então Batalhão de Manutenção e Abastecimento, localizado na área Caxias-Meriti. Em 1994, com a implementação na Marinha do conceito de Organização Militar Prestadora de Serviços, passou esse Centro a gerenciar seus recursos como uma empresa privada e, por conseguinte, a contabilizar os custos operacionais de seus serviços e as despesa administrativas para a sua manutenção.

Hoje em dia, o CRepSupEspCFN é um Centro de Reparos de excelência, que atende, além de seus clientes militares, a òrgãos governamentais e empresas privadas, sempre com um nível de qualidade que o torna ímpar entre as organizações congêneres.

Construções e reparos das instalações realizados desde a sua fundação:

1985
Construção da Sala de Estado e Camarote

1986
Construção da Seção de Transporte, Paiol de Graxas e Lubrificantes.

Chagas, Carlos

  • Pessoa
  • 1878

Médico. Nasceu em 9 de julho de 1878, numa fazenda próxima à cidade de Oliveira (MG), filho de José Justiniano Chagas e Mariana Candida Ribeiro de Castro Chagas.

Chagas, Fernando Carvalho

  • Pessoa
  • 1924

O Vice-Almirante Fernando Carvalho Chagas nasceu no ano de 1924.

Chagasteles, Sérgio Gitirana Florêncio

  • Pessoa
  • 1936 - 2012

O Almirante-de-Esquadra Sérgio Gitirana Florêncio Chagasteles nasceu em 15 de novembro de 1936, em Maceió. Assentou Praça de Aspirante a Guarda-Marinha em 29 de março de 1954 e foi promovido a Contra-Almirante em 31 de março de 1987. Assumiu o cargo de ministro da Marinha em 1º de janeiro de 1999. Com a criação do Ministério da Defesa, em conformidade com a Lei Complementar nº 97, de 1999, foi nomeado, em 8 de junho do mesmo ano, Comandante da Marinha do Brasil. Durante sua gestão, deu continuidade ao Projeto de Cartografia Náutica na Antártica, com a atuação do Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel, assim como ao Projeto Pirata (Projeto Piloto de Rede de Bóias Fixas no Atlântico Tropical) em parceria entre instituições científicas do Brasil, França e EUA, tendo como objetivo central o monitoramento dos dados meteorológicos e oceanográficos. Ampliou a Base Naval do Rio de Janeiro, aumentando sua capacidade de manutenção e reparo de meios da Esquadra, modernizou as instalações da Escola Naval e deu prosseguimento a modernização das Fragatas classe Niterói. Ainda em sua administração foram incorporados o Submarino Tapajó e o Navio-Patrulha Guanabara e lançada ao mar a Corveta Barroso. Faleceu no ano de 2012.

Chaves, Alfredo Rodrigues Fernandes

  • Pessoa

O Conselheiro do Império Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves nasceu no Rio de Janeiro, mas concluiu seus estudos com o curso de Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de São Paulo, em 1861. Foi desembargador da Relação do Pará, diretor-geral da Colonização no último dos gabinetes presididos pelo Duque de Caxias, e eleito diversas vezes deputado-geral pelo Rio de Janeiro. Além do Ministério da Marinha, Alfredo Chaves ocupou o Ministério da Guerra.
No Ministério da Marinha, Alfredo Chaves mudou o regulamento das Escolas de Aprendizes-Marinheiros, reorganizando a primeira companhia do Corpo de Imperiais-Marinheiros, regulamentou a praticagem do Rio São Francisco e promoveu melhorias nos arsenais de Marinha. Na sua gestão, foi lançada ao mar a Canhoneira Marajó, construída no Arsenal de Marinha da Corte e, no Arsenal de Marinha da Bahia, foi lançado ao mar o Patacho Caravelas.

Chaves, Alvaro de Medeiros

  • Pessoa
  • 1863 - 1904

Nasceu em 27 de setembro de 1863 em Sergipe. Filho de José Francisco de Medeiros Chaves e Emília Francelina dos Santos Chaves, faleceu em 11 de janeiro de 1904.

Chaves, Felipe Firmino Rodrigues

  • Pessoa
  • 1838 - 1902

O Almirante Felipe Firmino Rodrigues Chaves nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 11 de outubro de 1838. Assentou Praça de Aspirante a Guarda-Marinha no dia 1º de março de 1854 e atingiu o posto de Contra-Almirante em 21 de dezembro de 1891. Destacou-se nos comandos do Cruzador Almirante Barroso, da Divisão de Cruzadores e do Batalhão Naval. Durante sua administração à frente do Ministério da Marinha foram incorporadas as Torpedeiras Gustavo Sampaio, Pedro Ivo, Pedro Afonso, Silvado, Silva Jardim, Bento Gonçalves, Tamborim e Sabino Vieira, os Transportes Andrada e Niterói e o Navio-Auxiliar Pereira da Cunha. Faleceu em 5 de abril de 1902

Chaves, Joaquim Francisco

  • Pessoa
  • 1818

Joaquim Francisco Chaves foi Ministro da Marinha, nasceu no ano de 1818.

Clark, Mark W.

  • Pessoa

General Americano que serviu na Primeira Guerra Mundial.

Cobby, Peter

  • Pessoa

Instrutor-chefe de mergulho da Escola Comercial de Treinamento de imersão da Grã-Bretanha.

Coelho Netto, Francisco José

  • Pessoa
  • 1830 - 1911

O Almirante Francisco José Coelho Netto, filho de Francisco José Coelho Netto e Rachel Espirituosa Fernandes, nasceu no dia 30 de outubro de 1830, natural da Bahia. Assentou Praça de Aspirante a Guarda-Marinha em 4 de março de 1846 e foi promovido a Contra-Almirante, primeiro posto de Oficial-General na Marinha, em 8 de janeiro de 1890. Durante sua carreira assumiu diversas funções de relevo, dentre elas, o comando do Encouraçado Barroso e do Monitor Solimões. Assumiu o Ministério da Marinha em 1894. Faleceu em 11 de agosto de 1911.

Coelho, Dimas Lopes da Silva

  • Pessoa
  • 1926

O Contra-Almirante Dimas Lopes da Silva Coelho nasceu em 08 de dezembro de 1926, natural do Rio de Janeiro.

Coelho, Duarte

  • Pessoa

Primeiro Donatário da Capitania de Pernambuco.

Coelho, Heitor Baptista

  • Pessoa
  • 1897 - 1963

Nasceu em 13 de janeiro de 1897 em Vassouras. Filho de Manoel Baptista Coelho e Maria Braga Coelho, faleceu em 06 de dezembro de 1963.

Coelho, Jerônimo Francisco

  • Pessoa
  • 1806

O Brigadeiro Jerônimo Francisco Coelho nasceu em 30 de setembro de 1806, na Província de Santa Catarina. Em 1813, assentou praça de 1º cadete na Companhia de Artilharia de Fortaleza, no Ceará, iniciando o curso na Academia Militar em 1820. Em sua carreira militar, foi comandante das Armas do Grão-Pará e do Rio Grande do Sul, diretor do Arsenal de Guerra na Corte e da Escola de Aplicação do Exército. Sua carreira política iniciou-se em 1835, ocasião em que foi eleito deputado provincial de Santa Catarina, logo depois deputado-geral e vice-presidente pela mesma província. Assumiu, ainda, a presidência das Províncias do Grão-Pará e do Rio Grande do Sul e foi nomeado ministro da Marinha e da Guerra. Dentre as medidas empreendidas por Jerônimo Francisco Coelho à frente da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, destacam-se: a reforma da Secretaria de Marinha, a reformulação dos vencimentos dos soldados do Corpo de Artilharia de Marinha embarcados e a fixação do número de oficiais de Fazenda nos navios de guerra.

Coelho, Moacyr Dantas Itapicurú

  • Pessoa
  • 1903 - 1945

O Capitão-Tenente Médico Moacyr Dantas Itapicurú Coelho, filho de José Dantas Itapicurú Coelho e Maria Iatapicurú Coelho, nasceu em 26 de fevereiro de 1903. Foi formado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro e nomeado pelo decreto de 9 de junho de 1932 para exercer o cargo de Primeiro-Tenente Médico do Corpo de Saúde da Armada. Desapareceu por ocasião do afundamento do Cruzador Bahia em 04 de Julho de 1945.

Coelho, Nayrthom Amazonas

  • Pessoa
  • 1927

Vice-Almirante
Nasceu em 21 de agosto de 1927, natural do Rio de Janeiro.

Coelho, Olavo Dantas Itapicuru

  • Pessoa
  • 1901

Olavo Dantas Itapicuru Coelho foi médico, escritor e poeta. Nasceu em 05 de julho de 1901, natural da Bahia. Filho de José Dantas Coelho e Maria Itapicuru Coelho.

Coelho, Salalino

  • Pessoa
  • 1890 - 1963

O Almirante-de-Esquadra Salalino Coelho, filho do Marechal Antônio Maria Coelho e Christina Jorge Coelho, nasceu em 29 de janeiro de 1890 no Mato Grosso. Faleceu em 24 de dezembro de 1963.

Coimbra, Antonio Rogério

  • Pessoa
  • 1900 - 1956

O Capitão de Fragata Antonio Rogério Coimbra, filho de Joaquim José Coimbra e Carolina de Carvalho Coimbra, nasceu em 02 de dezembro de 1900 em Palmares, Pernambuco. Foi vereador do Município de Teresópolis. Faleceu em 06 de janeiro de 1956.

Coimbra, Justino José de Macedo

  • Pessoa
  • 1855

O Capitão-de-Fragata Justino José de Macedo Coimbra nasceu em 13 de março de 1855.

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