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registro de autoridade

Base Naval de Aratu

  • Entidade coletiva
  • 03/06/1969

As terras onde hoje se instala a Base Naval de Aratu pertenciam a Antônio Torres, um rico comerciante português e proprietário de diversos navios que comercializavam especiarias. A idéia de construção de uma base naval na área correspondente às antigas fazendas da Ponta da Areia, Pombal e Boca do Rio remonta ao ano de 1883, quando o Primeiro-Tenente Antônio Alves Câmara, então comandante da canhoneira "Traripe", foi incumbido com a missão de realizar o levantamento de um local apropriado para a mudança do Arsenal de Marinha da província da Bahia.

Mais tarde, durante a Segunda Guerra Mundial, a Marinha dos Estados Unidos construiu bases navais ao longo de todo o litoral brasileiro. Na cidade de Salvador foram criadas duas bases navais: uma base aeronaval em Aratu e outra, destinada a prestar apoio logístico a "destroyers" (denominada Base "Baker"), localizada em frente ao porto de Salvador, na área onde hoje funciona o Grupamento de Fuzileiros Navais. Após a guerra, estas bases foram entregues ao Brasil, ficando inicialmente a Marinha com a base aeronaval de Aratu.

Assim, no ano de 1949 surgiu a idéia de construir uma Base Naval em Aratu, com a consequente transferência da Base Naval de Salvador para esse local. Entretanto, devido a vários motivos, somente em 1959 foi aprovado o anteprojeto de construção pelo então Ministro da Marinha, Almirante de Esquadra Sylvio de Noronha. Após 20 (vinte) anos de muitos esforços, dedicação e trabalho, a Base Naval de Aratu foi criada pelo Decreto nº 64.630 de 03 de junho de 1969, entrando em efetivo funcionamento em 1º de janeiro de 1970.

Localizada estrategicamente na Baía de Todos os Santos, próxima a importante pólos de desenvolvimento industrial é uma Organização Militar Prestadora de Serviços-OMPS, subordinada ao Comando do Segundo Distrito Naval.

As Bases Navais Distritais tem o propósito de contribuir para o aprestamento das Forças Navais, Aeronavais e de Fuzileiros Navais.

Endereço: Estrada da Base Naval, S/N, São Tomé de Paripe - Salvador - BA - CEP: 40.800-310

Telefone: (71) 3307-3400

Base Naval de Natal

  • Entidade coletiva
  • 07/07/1941

A decisão de construção de uma Base Naval em Natal remonta do Decreto Presidencial nº 15.672 de 7 de setembro de 1922, no qual considerou entre outros aspectos que "a Esquadra, Órgão fundamental de defesa marítima, não pode prescindir, para sua eficácia, da localização inteligente de pontos de apoio, onde, no abrigo, os navios se reabasteçam de munições e combustíveis".

Entretanto, somente a 7 de julho de 1941, em plena Segunda Guerra Mundial, a margem direita do rio Potengi, era iniciada a preparação do terreno para a edificação do prédio do Comando desta OM, a Base Naval de Natal. Graças a competência e a dedicação dos funcionários civis e militares, sob o comando do Almirante Ary Parreiras, em pouco tempo a Base estava capacitada a apoiar os nossos navios e os dos aliados, que operavam no atlântico sul, durante aquele conflito.

Desde sua criação, a Base Naval de Natal vem contribuindo de maneira exemplar para o aprestamento dos meios navais aqui estacionados ou em trânsito na área e, nos dias atuais, gera seus próprios recursos para continuar com sua missão, sob a orientação de uma nova sistemática conhecida como "Organização Militar Prestadora de Serviços" - OMPS, instrumento imaginado pela Alta Administração Naval para aplicação com maior eficiência dos recursos de pessoal e material.

A Base Naval de Natal (BNN) está plenamente capacitada a executar atividades técnicas e industriais relacionadas à construção, reparo e manutenção de embarcações de pequeno e médio portes, bem como serviços de reparo em plataformas e estruturas pesadas, para emprego naval, ferroviário e outros, segundo padrão de qualidade, requisitos e especificações internacionais.

Endereço: Avenida Sílvio Pélico, s/nº, Alecrim – Natal - RN - Brasil - CEP: 59040-150

Telefone: (84) 3216-3370

Base Naval de Val-de-Cães

  • Entidade coletiva
  • 05/05/1950

Em 1729 foram construídas algumas oficinas e telheiros em frente ao Palácio do Governador e Capitão General do Estado do Maranhão e Gran Pará; as oficinas destinadas a construção e reparos das canoas de guerra e os telheiros para armazenar as munições de ante carga dos canhões. Este conjunto era conhecido na época pelo nome de "Casa das Canoas". Sendo o Pará, devido a sua posição Geográfica - desembocadura do Rio Amazonas, porta de acesso a um interior riquíssimo, foi, pôr vezes, alvo de tentativas de invasões piratas, obrigando os então defensores de nossa terra a estabelecerem o seu dispositivo de defesa. Este dispositivo de defesa repassava fundamentalmente na ação das canoas de guerra, que seria tanto mais efetiva quanto maior fosse a capacidade das oficinas para os pontos reparos de que as canoas necessitassem.

Em 1761, para melhor atender às suas finalidades, as oficinas das casas das canoas foram transferidas para o Convento S. Boaventura, onde é hoje uma dependência da sede do Comando do 4º Distrito Naval, passando-se a chamar de Arsenal de Marinha do Pará e com atribuições mais amplas, entre elas a construção de navios de guerra de maior porte para operarem em mar aberto. Assim é que, no período áureo de sua existência, entre outras embarcações, construiu uma nau armada com 74 canhões, 5 fragatas de 44 canhões, 4 charruas e 12 calupas artilheiras. Entre as fragatas construídas, uma - a "Imperatriz" - serviu gloriosamente no Rio da Prata, onde sustentou e repeliu vitoriosamente a abordagem de 11 navios inimigos.

Daí em diante o Arsenal de Marinha do Pará limitou-se apenas a fazer reparos nos navios de guerra, os quais, posteriormente, vieram a constituir a Flotilha do Amazonas. A experiência consequente do 1º conflito mundial induziu o Estado Maior da Armada (EMA) a estudar e planejar a defesa da costa brasileira e das suas linhas de comunicações marítimas em moldes mais adequados à evolução da guerra moderna no mar.

Em decorrência daqueles estudos foi constatada a necessidade de instalações de Bases Navais ao longo do litoral brasileiro. Entre elas estava uma na costa paraense, e em 07/07/1922, um Decreto do Presidente da República a criava. Somente 8 anos depois, em 1930, é que foi dado início aos estudos da localização da Base Naval do Pará, sendo escolhido o porto de Belém, prevalecendo na seleção, aquelas mesmas razões que convenceram o Governador ALEXANDRE SOUZA FREIRE a construir a "CASA DAS CANOAS" em 1729, isto é, a posição estratégica e geográfica da cidade favorabilíssima ao apoio de uma Força Naval incumbida da defesa do litoral norte do Brasil e da Bacia Amazônica.

A situação econômico-financeira do país, agravada pelas consequências da revolução de 1930, tornou impossível a execução imediata da instalação dessa Base. Por volta de 1940, florescia o Serviço de Navegacão na Amazônia e Administração do Porto do Pará (SNAPP), autarquia fundada no Estado Novo pela encampação da Port of Pará. Dispondo de recursos substanciais, o SNAPP modernizou suas oficinas e iniciou as escavações de um dique seco em Val-de-Cães. Em 1941 com o mundo já conflito, o EMA, considerando o constante desenvolvimento do SNAPP e os navios de que dispunha para eventual apoio aos navios da Marinha do Brasil (MB), reestudou o assunto da instalação da Base Naval de Belém. Em consequência deste reestudo, propôs ao Ministério da Marinha (MM) a extinção do Arsenal de Marinha do Pará e transferência do seu acervo para o SNAPP. A entrada do Brasil na guerra e as suas implicações para a Marinha, protelaram a solução da proposta.

E precisamente porque, já então se constatava a relevância de uma Base Naval autêntica, sediada em Belém, para apoio de operações navais no norte do Brasil, o MM, não concordando com a proposta do EMA, baixou o Aviso 0830, de 23/03/1948 determinando providências para o planejamento da Base Naval de Val-de-Cães, com a recomendação de que se fizesse com visão larga e confiança no futuro do Brasil.

Complementando essa medida, pleiteou do Governo e conseguiu, invocando as razões de defesa nacional, plenamente justificadas, durante o período da última guerra, a transferência da área do SNAPP destinando-a à Base, com o acervo nela existente, incluindo o dique em construção. Em consequência , foi elaborado um Plano de Obras (chamado plano primitivo da Base). Quando concluídas as construções previstas nesse plano, a Base ocuparia uma área de 4.506.000m2 e nela existiriam 28.000 pessoas.

Estaria em condições de oferecer apoio logístico a uma Força Naval composta de 4 unidades de 12 mil toneladas, 6 unidades de 3 mil toneladas e 10 unidades fluviais de 1.000 toneladas permitindo a sua atracação em um cais de 700 metros e em pies com 645 metros totais. Evidentemente que era um plano por demais audacioso e de custos elevadíssimo na época (1948) orçado em 2,5 bilhões de cruzeiros - mas sem dúvida, de acordo com a recomendação ministerial - com visão larga e confiança no Brasil.

Em 05 de maio de 1950, através o Aviso n º 968 do Ministro da Marinha, publicado no Boletim do Ministério da Marinha nº 19 de 1950, foi oficialmente criada a Base Naval de Val-de-Cães em 25 de julho de 1949, data em que foi empossado o primeiro Comandante da Base, tendo sido concluído em 23 de dezembro de 1949 os trabalhos de transferência para a Marinha dos terrenos cedidos pelo SNAPP e a mudança das oficinas do Arsenal de Marinha do Pará para àqueles terrenos.

Em maio de 1955, o EMA, para ajustar-se à realidade da conjuntura econômico-financeira do País e com ela conciliar a responsabilidade da MB quanto ao desenvolvimento dos Estabelecimentos de Apoio às Forças Armadas ao longo do litoral, estabeleceu uma diretiva a ser seguida em relação às Bases Navais baseada na missão atribuída a cada uma delas. Essa diretiva foi consubstanciada em um Plano Diretor da construção da Base Naval de Val-de-Cães, onde, mantendo-se a missão do plano inicial, atribuía-se, porém, prioridade às obras para a sua consecução, mas sem limite de tempo.

Base Naval do Rio de Janeiro

  • Entidade coletiva
  • 14/07/1977

A Ilha de Mocanguê, onde se localiza a Base Naval do Rio de Janeiro, foi recebida pela Marinha do Brasil, por doação do Governo Federal, em 21 de dezembro de 1973.

A história de nossa Base tem início em janeiro de 1976, quando o Comandante de Operações Navais autorizou o núcleo de implantação da futura Estação Naval do Rio de Janeiro, que foi oficialmente criada em 14 de julho de 1977. Em 08 de agosto do mesmo ano, o Navio-Oficina Belmonte atracou no Píer da Ilha de Mocanguê e, uma semana mais tarde, seis Contratorpedeiros foram transferidos do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro para a recém ativada Organização Militar.

Em 12 de maio de 1986, foi extinta a Estação Naval e criada, a partir de então, a Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ).

Endereço: Ilha do Mocanguê Pequeno, s/n°, Centro - Niterói - RJ - Brasil - CEP: 24049-900

Telefone: (21) 2189-1100

Basto, Alberto de Lemos

  • Pessoa
  • 1881 - 1968

O Almirante de Esquadra Alberto de Lemos Bastos filho de Innocencio Marques de Lemos Basto e Lina Ferreira de Lemos Basto, nasceu em 8 de setembro de 1881 na Inglaterra. Faleceu em 3 de março de 1968.

Basto, Inocencio Marques de Lemos

  • Pessoa
  • 1854 - 1940

O Almirante-de-Esquadra Inocencio Marques de Lemos Basto filho de Innocencio José de Guimarães Bastos e Luiza Marques de Lemos Bastos, nasceu em 30 de julho de 1854 na Bahia. Faleceu em 04 de maio de 1940.

Bastos, Adalberto Guimarães

  • Pessoa
  • 1879

O Capitão-de-Fragata Adalberto Guimarães Bastos nasceu em 09 de maio de 1879.

Bastos, Gabriel de Araújo

  • Pessoa
  • 1924

O Vice-Almirante Gabriel de Araújo Bastos nasceu em 06 de abril de 1924, natural do Rio de Janeiro.

Batalhão de Artilharia de Fuzileiros Navais

  • Entidade coletiva
  • 17/12/1962

Embora a tradição da artilharia do Corpo de Fuzileiros Navais tenha suas origens no Batalhão de Artilharia da Marinha, Criado por D. Pedro I em 1822, o marco inicial de sua história recente pode ser apontado como 17 de Dezembro de 1962, quando foi criado o 1º Grupo de Artilharia, com a missão de apoiar pelo fogo o então Núcleo da 1a. Divisão de Fuzileiros Navais; a OM era sediada nos galpões do antigo Batalhão de Pioneiros, em Duque de Caxias.

Em 1971, acompanhando a reestruturação organizacional do Corpo de Fuzileiros Navais, a unidade passou a se denominar Grupo de Artilharia da Divisão Anfíbia. Posteriormente, em 1993, o nome foi mudado para Batalhão de Artilharia de Fuzileiros Navais (BTLARTFUZNAV), numa alusão às origens.

O Batalhão ocupa atualmente modernas instalações na Ilha do Governador e encontra-se subordinado ao Comando da Divisão Anfíbia.

Endereço: Estrada do Quilombo, s/n°, Freguesia - Ilha do Governador - Rio de janeiro - RJ - CEP: 21911-016

Telefone: (21) 3386-4396

Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais

  • Entidade coletiva
  • 21/02/2003

O Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais (BtlBldFuzNav) foi criado pela Portaria nº 285 do Comandante da Marinha , de 22 de outubro de 2002 e ativado em 26 de março de 2003, pela integração da extinta Companhia de Carros de Combate (CiaCC) e pela transferência de subordinação da Companhia de Viaturas Blindadas (CiaVtrBld), do seu co-irmão Batalhão de Viaturas Anfíbias.

Surgiu como uma nova Organização Militar que permitiria um melhor preparo e emprego dos meios blindados pelos Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais (GptOpFuzNav) e a ampliação da capacidade de organização por tarefas dos mesmos, além de concentrar, em local único e próximo aos Batalhões de Infantaria de Fuzileiros Navais, viaturas cujos sistemas de armas se complementam e operam harmonicamente com a infantaria.

No tocante à doutrina, no CFN, os blindados são empregados de acordo com as peculiaridades das OpAnf. Fundamentalmente, os Carros de Combate propiciam ação de choque a uma Força de Desembarque (ForDbq) e as Viaturas Blindadas aumentam a mobilidade das tropas de Fuzileiros Navais, bem como sua proteção blindada. Nas OpAnf, o emprego dos blindados deve prever o seu desembarque o mais cedo possível. Além disso, os meios blindados do nosso Batalhão permitem ao CFN desenvolver uma doutrina de emprego flexível, que propicie o emprego em todo o espectro de operações, desde operações terrestres ofensivas e defensivas clássicas até o atendimento a necessidades de Operações de Paz, de Garantia da Lei e da Ordem e, principalmente, no emprego em Operações Anfíbias. Essa flexibilidade de emprego visa, ainda, a dotar o CFN de meios adequados à realização de operações de reconhecimento, segurança, vigilância e de economia de forças com emprego de blindados.

Endereço: Estrada do Quilombo , S/Nº - Bananal - Ilha do Governador - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 21911-016.

Telefone: (21) 3386-4503

Batalhão de Comando e Controle

  • Entidade coletiva
  • 22/10/2002

Em virtude da Reestruturação da Força de Fuzileiros da Esquadra, foram extintas, através das Portarias 289/MB, 288/MB e 281/MB, todas de 22 de outubro de 2002, respectivamente, a Companhia de Comunicações, Companhia de Comando da Divisão Anfíbia e Companhia de Guerra Eletrônica e foi criado, pela Portaria 287/CM, de 22 de outubro de 2002, o Batalhão de Comando e Controle (BtlCmdoCt), composto das três Companhias acima, sendo ativado no dia 26 de março de 2003.

É uma Organização Militar com semi-autonomia administrativa sob o comando de um Capitão de Fragata (FN), devendo ser apoiada pela Base de Fuzileiros Navais da Ilha do Governador, que proverá os recursos de pessoal e financeiros necessários à execução de suas atividades administrativas

É sediado na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro e subordinado ao Comando da Divisão Anfíbia (ComDivAnf), com o propósito de prover o apoio às atividades de inteligência, comando e controle aos Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais (GptOpFuzNav).

A cerimônia de Ativação ocorreu no dia 26 de março de 2003, tendo sido presidida pelo Exmº. Sr. Almirante-de-Esquadra RAYDER ALENCAR DA SILVEIRA, Comandante de Operações Navais.

Endereço: Estrada do Quilombo, S/N - Bananal - Ilha do Governador - Rio de Janeiro - RJ - Brasil. CEP: 21911-016.
Telefone (s): (21) 3386-4494.

Batalhão de Controle Aerotático e Defesa Antiaérea

  • Entidade coletiva
  • 28/07/2003

O Batalhão de Controle Aerotático e Defesa Antiaérea (BtlCtAetatDAAe) foi ativado em 28 julho de 2003. Suas origens, contudo, remotam à década de 1970, quando foi criada a Bateria de Canhões Automáticos Antiaéreos, subordinada ao então Batalhão de Comando da tropa de reforço, possuindo em sua dotação os confiáveis e tradicionais Canhões Bofors 40mm/L60.

Ao final da década de 1980, a incorporação do sistema BOFI-GIRAFFE deu novas dimensões à defesa antiaérea para a Força de Fuzileiros da Esquadra. A subunidade recebeu a nova denominação de Bateria de Canhões Antiaéreos, passando à subordinação do então Grupo de Artilharia.

Em 1995, foi transformada em Organização Militar independente, com semi-autonomia administrativa, com a denominação de Bateria de Artilharia Antiaérea, que recebeu em seguida o sistema de Mísseis Superfície-Ar MISTRAL.

Em 2003, ocorreu a ativação do Batalhão, concretizando o resultado de estudos realizados para a modernização do Corpo de Fuzileiros Navais, sendo esta uma das mudanças mais inovadoras, por permitir que todas as ações referentes á utilização do espaço aéreo pelos Grupamentos Operativos de Fuzileiros navais ficassem concentrados em uma única organização militar, Subordinada a Divisão Anfíbia.

O BtlCtAetatDAAE, atualmente, é a organização militar mais jovem da FFE e encontra-se em franco processo de consolidação da doutrina de emprego do Componente de Combate Aéreo. Prova disso foi o emprego pioneiro e bem sucedido do Pelotão de Veículos Aéreos Não-Tripulados (VANT) tático, em apoio à manobra das companhias de primeiro escalão do Componente de combate terrestre da Força de Desembarque.

Estrada do Quilombo , S/Nº - Bananal - Ilha do Governador - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP 21911-016.
Telefone: (00XX21) 3386-4316

Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais

  • Entidade coletiva
  • 01/01/1958

A 1ª Companhia de Engenharia (1ªCiaEng) do Núcleo da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais da Força de Fuzileiros da Esquadra (1ªDivFuzNav, FFE), foi criada pelo Aviso N.º 22282/1957, do então Ministro da Marinha e teve a sua lotação aprovada pela Ordem-do-Dia N.º 33/1958, do Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais (ComGerCFN).
Em 1958, a 1ª CiaEng ficou oficialmente instalada na Região do Saco do Valente, conforme fez público o Boletim do Núcleo da 1ªDivFuzNav, FFE, onde abrigou-se provisoriamente, instalada em barracas de campanha para dez (10) homens, sendo a sua administração comum com as demais subunidades do Núcleo.
Seu primeiro efetivo chegou em 12 de fevereiro de 1958, constituindo-se de Oficiais e Praças recém-cursados no 1º Batalhão de Engenharia de Combate (1ºBECmb) do Exército Brasileiro (EB), constando de: 03 Oficiais; e 42 Praças.
Em 15 de outubro de 1959, por determinação do Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) e do ComGerCFN, mediante autorização verbal do então Ministro da Marinha, a 1ªCiaEng instalou-se num prédio em construção, no Km 1 da Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, destinado à Imprensa Naval. A Unidade ocupou três salas do citado prédio.
A instalação elétrica ainda não havia sido concluída, de modo que a iluminação à noite era feita por lampiões. Não havia água encanada e a Companhia utilizava-se de uma bomba manual para coletar o "precioso líquido", para consumo. As instalações sanitárias eram localizadas fora do prédio principal, pertencente às obras. O único meio de transporte de que a Companhia dispunha era uma pick-up "Chevrolet" ano 1957. Para o rancho, a tropa deslocava-se até a Escola de Combate a Incêndio do Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão (CAAML), ficando os militares da Companhia municiados naquela Escola.
Não havia meio de comunicação entre a Unidade e os demais estabelecimentos da Marinha, e nem existiam serviços médicos. Em 27 de junho de 1960, os militares da Companhia foram utilizados na construção do prédio destinado ao seu próprio aquartelamento.
Ao final de dezembro de 1962, a 1ª CiaEng realizou a Operação "Gato Preto", que foi a mudança de suas instalações, do prédio da Imprensa Naval para o prédio definitivo, instalações essas que ocupa atualmente.
Não podemos deixar de lembrar que essa 1ª Companhia de Engenheiros, com o tempo e o aprimoramento de seus meios, recebeu outros nomes, tais como:
Em 1963, denominou-se Batalhão de Pioneiros, subordinado ao Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra;
Em 1971, passou a denominar-se Batalhão de Engenharia, subordinado ao então Comando de Reforço da Força de Fuzileiros da Esquadra; e Finalmente, em 18 de fevereiro de 1993, o Batalhão de Engenharia passou a denominar-se Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais, subordinado ao Comando da Tropa de Reforço.

Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais

  • Entidade coletiva
  • 09/09/1971

O Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (BtlOpEspFuzNav), foi criado no dia 09 de setembro de 1971 pelo Aviso Ministerial nº 0751, quando o antigo Centro de Recrutas do Corpo de Fuzileiros Navais, que nesta área funcionava, efetivou sua mudança para a Ilha da Marambaia, concluída em 07 de março de 1972, o Batalhão passou a ocupar as instalações remanescentes daquele Centro, o que, na oportunidade, representava o Prédio de Comando de hoje e algumas edificações ainda existentes na OM à esquerda do rio Guandu do Sapê. Em 1974 é construída a torre de saltos e são iniciadas as construções, hoje existentes do lado direito do citado córrego, as quais foram incorporadas ao Batalhão a partir de 1976 até 1978.

No início de sua criação, o Batalhão fora organizado de acordo com a conjuntura da época, mesclado o interesse do CFN em ter uma Unidade voltada para o emprego em situação de guerra de guerrilha e a idéia de se ter um 4º Batalhão de Infantaria. Disso resultou que o Batalhão de Operações Especiais de então contasse com uma Companhia de Comando e Serviços, até hoje existente, e uma Companhia de Operações Especiais, esta organizada à semelhança de uma Companhia de Fuzileiros Navais. A partir de sua criação, o Batalhão TONELERO começa a incrementar atividades de instrução voltadas para Operações Especiais. Nesse contexto, em 1972 seria formada a primeira turma de Oficiais oriundos da Escola Naval no Curso de Contra-guerrilha (ConGue).

Ao longo dos anos, esse curso sofreu modificações em seu conteúdo e estrutura, passando a denominar-se Curso de Adestramento de Comandos Anfíbios, Curso Especial de Comandos
Anfíbios (ComAnf) e, posteriormente, dividindo-se em Curso Especial de Comandos Anfíbios (CEsComAnf) e Curso Especial de Operações Especiais (CEsOpEsp). A partir de 1998, a preparação dos Comando Anfíbios passou a ser ministrada em um único curso, o CEsComAnf.

Em 01/01/1991 a Companhia de Reconhecimento Anfíbio (CiaReconAnf), pertence à Tropa de Reforço, foi transferida para o Batalhão. Em 26 de março de 1996, a Companhia de Reconhecimento Terrestre (CiaReconTer), foi transferida da Divisão Anfíbia para o Batalhão Tonelero, reunindo-se no BtlOpEspFuzNav, todas as atividades de operações especiais de fuzileiros navais. Com o vulto e importância dessas novas e tão complexas atribuições, o Batalhão Tonelero, até então pertencente à Tropa de Reforço, passou a partir de 20 de dezembro de 1995, àsubordinação direta do Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra.

Hoje, o BtlOpEspFuzNav está organizado em uma Companhia de Comando e Serviços e três Companhias de Operações Especiais. Tal estrutura permite a organização por tarefas de grupamentos operativos e destacamentos para cumprir qualquer missão de interesse da Marinha, dentro do contexto de operações especiais, inclusive aquelas relacionadas com retomada de instalações e resgate de pessoal de interesse da Marinha.

Batalhão de Operações Ribeirinhas

  • Entidade coletiva
  • 04/11/1985

Foi criado pelo Decreto nº 91.870, de 4 de Novembro de 1985, com sede em Manaus e subordinado ao Com4ºDN; a seguir, foi criado o Núcleo de Ativação do GptFNMa, com funcionamento provisório na Estação Naval do Rio Negro. Em decorrência Política de Defesa Nacional considerando avaliações prospectivas, a MB decidiu pela reestruturação do GptFNMa em uma unidade de valor batalhão, para emprego em Operações Ribeirinhas (OpRib).

Batalhão de Viaturas Anfibias

  • Entidade coletiva
  • 26/10/1961

A sua origem remonta à década de 1960, quando foi criada, em Duque de Caxias, a Companhia de Transporte Motorizado do Núcleo da 1a. Divisão de Fuzileiros Navais (26 de Outubro de 1961), designação posteriormente alterada para Batalhão de Transporte Motorizado.

Subordinada ao Comando da Tropa de Reforço, recebeu a atual designação, passando a ocupar as atuais instalações na Ilha das Flores em 1985, quando da reestruturação realizada na Força de Fuzileiros da Esquadra.

Batalhão Logístico de Fuzileiros Navais

  • Entidade coletiva
  • 23/02/1995

Tendo sua origem nas instalações do Comando e Serviços da FFE, foi sua área ocupada em 20 de novembro de 1963 pelo Batalhão de Transportes Motorizado do Núcleo da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais. Em fevereiro de 1965 foi ativado e instalado o Comando de Serviços da Força de Fuzileiros da Esquadra, tendo como comandante o Capitão-de-Mar-e-Guerra (FN) GUY RENÊ ROBICHEZ SANCHES.

    Em 27 de dezembro de 1971 foi criado o Batalhão de Manutenção e Abastecimento, pelo Decreto nº69.287 de 24 de setembro de 1971 com a mesmo dotação do ex-Comando de Serviços da FFE.

Dentro do contexto da reestruturação da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) foi alterada, por portaria Ministerial nº0055 de 18 de janeiro de 1995, a denominação de Batalhão de Manutenção e Abastecimento para Batalhão Logístico de Fuzileiros Navais. Para tal, a Unidade foi acrescida da Companhia de Transportes do Extinto Batalhão de Serviços e da Companhia de Saúde da Base Almirante Leônidas Telles Ribeiro (BALTR). Com isso, visou-se dotar a nova OM de um estrutura operativa que lhe desse condições de executar as tarefas logísticas de manutenção, transporte, abastecimento e saúde.

Em 23 de fevereiro de 1995, data que se tornou um marco histórico do CFN, foi realizadas, presididas pelo Exmº Sr. Contra-Almirante (FN) MOACYR MONTEIRO BAPTISTA, Comandante da Tropa de Reforço - as cerimônias de passagem de comando do Capitão-de-Fragata (FN) CESAR ESPERANÇA MATOSO para o Capitão-de-Fragata (FN) PAULO ROBERTO BORGES DE SANTANA e a oficialização da nova denominação. O Capitão-de-Fragata (FN) PAULO SANTANA, passou a ter o privilégio de ser o primeiro Comandante do BtlLogFuzNav - O caçula das OM do Corpo de Fuzileiros Navais.

Batalhão Naval

  • Entidade coletiva
  • 24/11/1852

Localizado na histórica Fortaleza de São José, na Ilha das Cobras, herdou um passado de mais de 147 anos, desde 24 de novembro de 1852, quando teve seu regulamento aprovado pelo Decreto n° 1.067-A, assinado pelo Imperador D.Pedro II. Portanto, o nome Batalhão Naval é uma homenagem às glórias do Btl Naval do século XIX.
Participou da campanha contra Aguirre (República Oriental do Uruguai), destacando-se na batalha da tomada do Forte Sebastopol na cidade de Paissandu (1864).
Durante toda história, o Batalhão Naval participou de diversas operações militares e cívico-militares tendo presença ativa na história brasileira.
Olavo Bilac, lendo pela primeira vez a Oração à Bandeira no pátio do Batalhão Naval em 19 de novembro de 1915. Óleo sobre tela de Álvaro Martins.
Nos dias de hoje, com a especialização do Corpo de Fuzileiros Navais, as atividades operativas foram deslocadas para Organizações Militares específicas, ficando o Batalhão Naval responsável pela manutenção da Fortaleza de São José e pelas representações do CFN.

Beauregard

  • Pessoa

Almirante da Marinha dos Estados Unidos

Beaurepaire, Teodoro

  • Pessoa
  • 1787 - 1849

O Chefe-de-Esquadra Teodoro Beaurepaire nasceu em 3 de janeiro de 1787 em Toulon, França. Filho de Amadeu de Beaurepaire, faleceu em 02 de novembro de 1849.

Begg, Varyl, Sir

  • Pessoa

Primeiro Lorde do Almirantado da Grã-Bretanha

Belgrano

  • Pessoa

Junta Governativa Argentina (1810)

Bellegarde, Pedro de Alcantara

  • Pessoa
  • 1807

Pedro de Alcântara Bellegarde foi Brigadeiro no período de 6 de setembro de 1853 a 15 de dezembro de1853. Nasceu em 3 de dezembro de 1807, a bordo da Nau Príncipe Real, que trouxe ao Brasil a Família Real portuguesa. Seu padrinho foi o então Príncipe D. Pedro, posteriormente Imperador do Brasil D. Pedro I. Assentou praça como cadete da Arma de Artilharia em 17 de janeiro de 1811, ainda em tenra idade, matriculando-se na Academia Militar somente em 1821.
Bellegarde desenvolveu diversas atividades em sua carreira, foi professor da Academia Militar e diretor da Escola Central, produziu diversos trabalhos na área de Matemática e Engenharia, atuou como representante do Brasil em missões diplomáticas no Prata e foi diretor do Arsenal de Guerra. Além do Ministério da Marinha, Bellegarde foi ministro da Guerra, da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Assumiu interinamente a pasta da Marinha no gabinete do Marquês de Paraná, que inaugurou o período conhecido como “Conciliação” (1853-1857), em que os membros do Partido Liberal e do Partido Conservador formaram conjuntamente os gabinetes do Império.

Bello, Luiz Alves de Oliveira

  • Pessoa
  • 1883

Nasceu em 26 de agosto de 1883 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho de André Alves de Oliveira Bello e Idelvira Beluta Pereira Bello.

Benevides, Roberto Corrêa de Sá e

  • Pessoa
  • 1902 - 1971

O Contra-Almirante Roberto Corrêa de Sá e Benevides nasceu em 26 de janeiro de 1902 no Rio de Janeiro. Filho de José Corrêa de Sá e Aurora Soares de Sá, faleceu em 02 de dezembro de 1971.

Benevides, Salvador Correa de Sá e

  • Pessoa
  • 1594 - 1688

Almirante;
Nasceu em 1594, natural do Rio de Janeiro e faleceu em 1º de janeiro de 1688.

Bernardes, Artur

  • Pessoa
  • 1875 - 1955

Presidente do Brasil

Besnard, Wladimir

  • Pessoa
  • 1890 - 1960

Introdutor da Ciência Oceanográfica no Brasil;
Fundador do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo.

Beuby

  • Pessoa

Capitão de Frafata da Marinha dos Estados Unidos

Biangolino, Humberto Mario

  • Pessoa
  • 1902

Capitão-de-Fragata;
Nasceu em 1º de novembro de 1902 no Rio de Janiero.

Bião, João Dourado Cerqueira

  • Pessoa
  • 1880 - 1972

O Vice-Almirante João Dourado Cerqueira Bião nasceu em 30 de abril de 1880, natural da Bahia. Filho de João Ladislao de Cerqueira Bião, faleceu em 07 de novembro de 1972.

Bierrenbach, Julio de Sá

  • Pessoa
  • 1919

Almirante-de-Esquadra;
Nasceu em São Paulo no dia 8 de janeiro de 1919.

Bini, Mário

  • Pessoa

Capitão de Mar e Guerra da Marinha Italiana

Bittencourt, Annibal

  • Pessoa
  • 1894

O Vice-Almirante Annibal Bittencourt nasceu em 11 de julho de 1894 em Minas Gerais, filho de Antonio Bittencourt e Carolina Bittencourt.

Bittencourt, Armando de Senna

  • Pessoa
  • 1940

O Contra-Almirante Armando de Senna Bittencourt nasceu em 19 de novembro de 1940 no Rio de Janeiro. Especializou em engenharia naval na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, sendo diplomado mestre em Engenharia naval o University College of London (Inglaterra) em 1971. Foi Diretor de Engenharia Naval da Marinha por mais de 7 anos, nos quais dedicou-se aos projetos de construção da Corveta Barroso e do Submarino Tikuna. Deixou o serviço ativo em 1998 após 42 anos de serviço recebendo, ao sair, a Medalha Naval de Serviços Distintos. Foi responsável pela definição da obra e pela restauração, recuperação e conversão em navio-museu do Rebocador Laurindo Pitta – navio remanescente da Primeira Guerra Mundial. Autor de diversos artigos sobre história naval, obtenção de navios, construção naval e tecnologia, publicados principalmente na Revista Marítima Brasileira, na revista do Clube Naval, na Revista História Viva e em Anais de congressos de engenharia naval. É sócio efetivo do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval – SOBENA. Desde 2003, é Diretor do Patrimônio Histórico e Cultural da Marinha.

Bittencourt, Edmundo Drumond

  • Pessoa
  • 1912

O Vice-Almirante Edmundo Drumond Bittencourt nasceu em 01 de novembro de 1912 no Rio de Janeiro.

Bittencourt, Julio Regis

  • Pessoa
  • 1882 – 1964

O Almirante Julio Regis Bittencourt nasceu no Rio Grande do Sul, em 1º de novembro de 1882, filho de Edmundo Muniz Bittencourt e Inês Regis Bittencourt. Ingressou na Escola Naval na turma de 1900, sendo promovido a Guarda-Marinha, em 1903. Por conta própria e grande esforço pessoal estudou engenharia na Europa no Royal Navy College. Regressando ao Brasil em 1914, foi admitido no Corpo de Engenheiros Navais, passando a servir no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, onde permaneceu até 1921, quando foi nomeado diretor de construções navais do Arsenal de Marinha do Pará. Durante o tempo passado no Rio de Janeiro se destacou nos difíceis reparos do Cruzador Bahia e nos reparos de vários navios ingleses durante a Primeira Guerra Mundial. Em 1918 e 1919, trabalhou no projeto de construção de dois grandes veleiros até então os maiores navios construídos no Brasil. Nomeado em 1931, Diretor Industrial do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, foi encarregado da completa modernização do Encouraçado Minas Gerais, tendo em seguida sido escolhido para chefiar a Comissão Fiscal de construção do Navio-Escola Almirante Saldanha, na Inglaterra, nos anos de 1933 e 1934. O Almirante Julio Regis dirigiu o AMRJ até 1946, tendo sido já na inatividade promovido ao posto de Almirante de Esquadra, vindo a falecer em 2 de fevereiro de 1964.

Bittencourt, Luiz Edmundo Brigido

  • Pessoa
  • 1926

O Vice-Almirante Luiz Edmundo Brigido Bittencourt filho de Edmundo Regis Bittencourt e Vossina Brígido Bitttencourt, nasceu em 25 de dezembro de 1926 no Rio de Janeiro.

Blower, Bernard David

  • Pessoa
  • 1925

O Almirante-de-Esquadra Bernard David Blower nasceu em 11 de setembro de 1925, natural do Rio de Janeiro, filho de Henry Swinbrera Blower e Carmen Blower.

Boiteux, Colbert Demaria

  • Pessoa
  • 1921

O Capitão-de-Fragata Colbert Demaria Boiteux nasceu em 17 de outubro de 1921, natural de Santa Catarina, filho de Lucas Alexandre Boiteux e Diamantina Demaria Boiteux.

Boiteux, Henrique

  • Pessoa
  • 1867 - 1945

O Almirante Henrique Boiteux nasceu em 22 de fevereiro de 1867, natural de Santa Catarina, filho de Henrique Carlos Boiteux e Maria Carolina Jacques Boiteux, faleceu em 29 de abril de 1945. Foi inventor da régua Cryptographica.

Boiteux, Lucas Alexandre

  • Pessoa
  • 1881 - 1966

O Contra-Almirante Lucas Alexandre Boiteux nasceu em 23 de outubro de 1881 em Nova Trento, SC. Filho de Henrique Carlos Boiteux e Maria Carolina Jacques Boiteux, faleceu em 16 de dezembro de 1966.

Boiteux, Norton Demaria

  • Pessoa
  • 1907 - 1969

O Almirante-de-Esquadra Norton Demaria Boiteux, filho de Lucas Alexandre Boiteux e Diamantina Demaria Boiteux, nasceu em 08 de dezembro de 1907 em Santa Catarina. Faleceu em 20 de novembro de 1969.

Borba, Carlos

  • Pessoa
  • 1921

Nasceu no Rio de Janeiro em 30 de novembro de 1921.

Borges, Mario

  • Pessoa

Tenente

Bosisio, Paulo

  • Pessoa
  • 1900 - 1985

O Almirante-de-Esquadra Paulo Bosísio nasceu em 27 de setembro de 1900, na cidade de Niterói. Assentou praça de aspirante a guarda-marinha em 1º de maio de 1917. Ao longo de sua carreira, exerceu vários cargos como o comando do Cruzador Tamandaré, do Quinto Distrito Naval, do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e da Escola de Guerra Naval. Faleceu em 7 de agosto de 1985.

BOTTAS, João Francisco de Oliveira

  • Pessoa
  • 1776 - 1833

João Francisco de Oliveira Bottas nasceu em 24 de junho de 1776, natural de Portugal e faleceu em 18 de dezembro de 1833 na Bahia.

Botto, Carlos Penna

  • Pessoa
  • 1892 - 1973

O Almirante Carlos Penna Botto nasceu em 11 de junho de 1892 no Rio de Janeiro. Filho de Carlos Botto e Lina Penna Botto, faleceu em 28 de janeiro de 1973.

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