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registro de autoridade- Pessoa
- 1830 - 1909
O Almirante Eliziário José Barbosa nasceu em 27 de setembro de 1830 na Bahia, filho de Anacleto José Barbosa e Maria Joaquina Alves dos Santos, faleceu em 16 de junho de 1909.
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- 1780 - 1846
Fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
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- 1845 - 1907
O Almirante e Ministro da Marinha (1896 - 1898) Manuel José Alves Barbosa, filho de Manoel José Alves e Carlota Maria Barbosa Alves, nasceu no dia 10 de dezembro de 1845, na Província da Bahia. Assentou praça de aspirante a guarda-marinha no dia 27 de fevereiro de 1862 e atingiu o posto de contra-almirante no dia 31 de maio de 1892.
Na sua administração à frente do Ministério da Marinha destacam-se: a organização do Arquivo da Contadoria da Marinha e do Quartel do Corpo de Infantaria da Marinha, na Ilha das Cobras, e a reconstrução do Quartel do Corpo de Marinheiros Nacionais, em Villegagnon. Incorporou à Esquadra o Encouraçado Deodoro, o Cruzador-Torpedeiro Tamoio e o Cruzador Tamandaré. Faleceu em 12 de junho de 1907.
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- 1925 -1945
Alistamento de Praça: 07/11/1942. Marinheiro de 2ª Classe. Falecido no afundamento do Cruzador Bahia na 2ª Guerra Mundial. Promovido a 1ª classe post mortem
Barbosa, Paulo Geraldo de Almeida
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- 1935
O Vice-Almirante Paulo Geraldo de Almeida Barbosa nasceu em 11 de outubro de 1935 no Rio de Janeiro, filho de Edmundo Barbosa e Arminda de Almeida Barbosa.
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- 1849 - 1923
Estadista e Jurista Brasileiro nasceu em 05 de novembro de 1849, natural de Salvador. Filho de João José Barbosa de Oliveira e Maria Adélia Barbosa, faleceu em 1º de março de 1923.
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Vice Diretor do Serviço de Documentação Geral da Marinha (SDGM)
Barca, Antônio de Araújo de Azevedo, Conde da
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- 1754 - 1817
O Ministro Antônio de Araújo de Azevedo nasceu em 14 de maio de 1754, em Ponte de Lima, Portugal. Em função das suas atividades prestadas quando da elevação do Brasil à nova categoria jurídica de Reino Unido a Portugal e Algarves, em 16 de dezembro de 1815, foi agraciado com o título de Conde de Barca. Estudou Filosofia na Universidade de Coimbra e ingressou na carreira diplomática, sendo representante de Portugal na Holanda, na França e na Rússia. Saiu de Lisboa em fins de 1807, acompanhando a Família Real portuguesa na transmigração para o Brasil. Assumiu o Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar em 1814, cumulativamente com a pasta da Guerra e dos Negócios Estrangeiros a partir de dezembro de 1816. Durante o período em que esteve à frente daquele Ministério, a Marinha atuou na repressão da Revolução Pernambucana, bloqueando o Porto de Recife, em 1817.
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- 1918
Almirante;
Natural do Rio de Janeiro, nasceu no dia 10 de julho de 1918.
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- 1908 - 1978
Almirante Paulo Antônio Telles Bardy, filho de Antônio Bardy e Sylvia Telles Bardy, assentou Praça de Aspirante a Guarda-Marinha em abril de 1923. Especializou-se em Navegação e Hidrografia, aperfeiçoando-se na Inglaterra. De volta ao Brasil, teve grande participação na reorganização do serviço hidrográfico. Em abril de 1942, no posto de Capitão-Tenente, foi designado para servir no Escritório de Compras da Marinha nos Estados Unidos e, nesse cargo, com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1942, trabalhou na aquisição de material bélico estrangeiro em prol do nosso esforço de guerra. Em janeiro de 1944, no posto de Capitão-de-Corveta, embarcou no Encouraçado Minas Gerais, e em seguida na Base Naval de Natal, onde participou do apoio prestado aos navios da Força Naval do Nordeste. Em setembro do mesmo ano, foi designado como Oficial de Ligação junto à Força Expedicionária Brasileira (FEB). Nessa comissão, seguiu do Rio de Janeiro para Nápolis, acompanhando o segundo escalão da FEB a bordo do Navio-Transporte de Tropas General Meighs. Em 24 de novembro de 1944, assumiu, em Port-of-Spain, o comando do Contratorpedeiro de Escolta Bauru. Foi promovido a Capitão-de-Mar-e-Guerra em 2 de junho de 1952. Nesse posto comandou o Contratorpedeiro Greenhalgh, o Cruzador Tamandaré e dirigiu o Centro de Instrução Almirante Wandenkolk. Promovido a Contra-Almirante, em 20 de junho de 1958, foi comandante da Força de Transportes assumindo, a seguir, a função de Adido Naval às Embaixadas de Washington e Ottawa. Em setembro de 1958, foi promovido ao posto de Vice-Almirante. O Almirante Paulo Antônio Telles Bardy foi transferido para a Reserva Remunerada em maio de 1961 no posto de Almirante-de-Esquadra. No início da década de 70, foi um dos primeiros a registrar suas memórias no projeto de História Oral desenvolvido pelo então Serviço de Documentação-Geral da Marinha. Faleceu em 22 de março de 1978
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- 1843 - 1907
O Vice-Almirante Dionisio Manhães Barreto nasceu em 21 de março de 1843 no Rio de Janeiro. Filho de Carolina Fausta Pimenta, faleceu em 31 de março de 1907.
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- 1866
O Vice-Almirante Francisco de Barros Barreto nasceu em 09 de setembro de 1866.
Barreto, Francisco Xavier Paes
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- 1821
Francisco Xavier Paes Barreto nasceu em Pernambuco, na cidade sertaneja de Vila de Cimbres, em 17 de setembro de 1821. Em sua carreira na magistratura, foi promotor público em Recife e juiz de direito das Comarcas de Limoeiro, Santo Antão, Rio Formoso e Olinda. Foi ainda chefe de polícia das Províncias do Piauí e de Alagoas, e presidente das Províncias da Paraíba, do Ceará, do Maranhão e da Bahia. Além da pasta da Marinha, assumiu também o Ministério dos Negócios Estrangeiros. Foi, também, deputado-geral e senador, recebendo o título de Conselheiro do Império. Enquanto Ministro da Marinha, reorganizou o Quartel-General da Marinha; criou a Escola de Maquinistas, propiciou a implantação do Estabelecimento Naval de Dourados, em Mato Grosso, iniciou o Estabelecimento Naval de Itapura, em São Paulo, e reformulou os arsenais de Marinha do Império.
BARRETO, João Paulo dos Santos
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- 1788 - 1864
João Paulo dos Santos Barreto nasceu em 30 de abril de 1788, na cidade do Rio de Janeiro. Foi Conselheiro de Estado e Tenente-General. Iniciou sua carreira militar como voluntário na 3ª Companhia do Regimento de Artilharia do Rio de Janeiro, em 21 de dezembro de 1807. Participou de diversos conflitos durante a primeira metade do século XIX, destacando-se na luta contra a Revolução Pernambucana de 1817; nas lutas pela independência do Brasil; e no comando em chefe do Exército do Sul, na campanha contra a Farroupilha (1835-1845) no Rio Grande do Sul. Atuou também como lente da Academia Militar e foi responsável pela reformulação do Curso de Matemática da Academia Militar dos Açores. Sua dedicação resultou na obtenção da carta de Doutor em Matemática e Ciências Naturais em 1847. Foi integrante do Conselho Supremo Militar.
Assumiu diversos cargos político-administrativos, sendo presidente e comandante das Armas da Província do Pará e da Província de Minas Gerais; foi eleito deputado pelo Rio de Janeiro; foi ministro da Guerra por duas vezes e assumiu o Ministério da Marinha interinamente. Atingiu o auge de sua carreira política quando nomeado conselheiro de Estado.
Faleceu em 1º de novembro de 1864
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- 1919
O Vice-Almirante Pedro Thedim Barreto nasceu em 31 de outubro de 1919, natural do Rio de Janeiro.
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- 1913
O Vice-Almirante Abel Campbell de Barros nasceu em 28 de março de 1913, natural do Rio de Janeiro, filho de Célio Negreiro de Barros e Lylia Campbell de Barros.
Barros, Antonio Carlos de Mariz e
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- 1835 - 1866
Filho do Vice-Almirante Joaquim José Ignácio, Visconde de Inhaúma, e Maria José Mariz e Barros no Rio de Janeiro, ingressou na Marinha em 1849. Em 1854, foi designado para servir na Canhoneira Jequitinhonha, que se encontrava em construção na Inglaterra. A 27 de junho de 1865, o Primeiro-Tenente Mariz e Barros assumiu o comando do Encouraçado Tamandaré e seguiu para a cidade de Corrientes, onde se integrou à 2ª Divisão da Esquadra em Operações de Guerra contra o Paraguai. Participou de várias missões de reconhecimento da área em torno do Forte de Itapirú, na preparação para o desembarque de Passo da Pátria. Em uma delas, a 27 de março de 1866, o Tamandaré foi atingido por e um projetil que, batendo na cortina de correntes que protegia uma portinhola, fragmentou-se e penetrou na casamata causando muitas vítimas, entre elas o Tenente Mariz e Barros, que faleceu no dia seguinte em função dos graves ferimentos.
Barros, Cesar Augusto Petra de
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- 1921
O Capitão de Mar e Guerra Cesar Augusto Petra de Barros nasceu em 16 de maio de 1921, natural do Rio de Janeiro.
Barros, Francisco José de Lima
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- 1847 - 1865
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- 1848 - 1896
O Capitão-de-Fragata José Carlos da Costa Barros filho de Francisco da Costa Barros da Fonseca e Rita Ezequiel de Azevedo Costa Barros, nasceu em 1º de janeiro de 1848, natural do Rio de Janeiro. Faleceu em 28 de agosto de 1896.
- Pessoa
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- 1848
O Capitão-de-Mar-e-Guerra José Pedro Alves de Barros nasceu em 13 de fevereiro de 1848. Foi Consultor Efetivo do Conselho Naval.
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Barros, Luiza Margarida Portugal de
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Condessa de Barral; mais tarde, em 1864, foi agraciada com o título de Condessa da Pedra Branca em homenagem a seu pai.
Barros, Prudente José de Moraes
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- 1841 - 1902
Presidente da República do Brasil, de 15 de novembro de 1894 a 15 de novembro de 1898.
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- 1876
Almirante;
Nasceu em 02 de dezembro de 1876 em Barbacena, Minas Gerais. Filho de Roberto Henrique de Barros e Emília de Barros.
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- 1910
O Vice-Almirante Geraldo Barroso, nasceu em 19 de abril de 1910, natural de Minas Gerais, filho de Astoufo Barroso e Gabriella Barroso, iniciou sua carreira na Marinha em 26 de maio de 1934.
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Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia
- BAeNSPA
- Entidade coletiva
- 10/05/1966
A Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia foi criada pelo Decreto de n.º 58.378, de 10 de maio de 1966, do Exmo. Sr. Presidente da República Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que usando da atribuição que lhe conferia o artigo 87, inciso I da Constituição Federal de 1947, resolveu criar esta Base dentro da estrutura orgânica do, então, Ministério da Marinha.
Em 1994, passou a ser considerada uma Organização Militar Prestadora de Serviços Industriais (OMPS-I), passando a gerar os seus recursos financeiros, por meio do faturamento dos serviços prestados aos clientes da MB e extra - MB.
A Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia tem sua organização e atividades estruturadas pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 58, de 10 de novembro de 2015, do Comandante da Força Aeronaval, por subdelegação de competência do Comandante-em-Chefe da Esquadra.
A Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia é subordinada ao Comando da Força Aeronaval.
Endereço: Rua Comandante Ituriel, s/n, Bairro Fluminense, São Pedro da Aldeia – RJ – Brasil – CEP: 28.940-000.
Telefone (s): (22) 2621-4165
- BACS
- Entidade coletiva
- 06/05/1941
A Base Almirante Castro e Silva foi criada pelo Aviso n° 610, de 06 de maio de 1941, sob a designação de Base da Flotilha de Submarinos e teve sua denominação alterada para a atual pelo Aviso n° 1865, de 27 de setembro de 1946, uma homenagem ao ilustre Chefe Naval que foi um dos precursores da Flotilha de Submersíveis criada em 1914.
Com a aquisição de submarinos da Classe Humaitá em 1971, surgiu a necessidade de ampliação do cais para atracação dos novos meios. As obras de ampliação iniciaram em 22 de setembro de 1972, aumentando o cais em 70 metros.
Em 1986, na administração do Ministro da Marinha Almirante de Esquadra Alfredo Karam, foi concluída obra no cais desta Base que o configurou como se encontra atualmente, possuindo comprimento de 432 metros, especialmente adaptado para o atendimento aos submarinos da Classe Tupi e Tikuna, servido de porto ao NSS Felinto Perry, tendo recebido o NE Brasil, Fragatas da Classe Niterói, navios mercantes diversos e até plataformas.
Sua organização e atividades estão estruturadas pelo Regulamento aprovado pela Portaria n° 100, de 31 de outubro de 2003, do Comando de Operações Navais.
Endereço: Ilha de Mocanguê Grande, s/n°, Centro - Niterói - RJ - Brasil - CEP: 24040-300
Telefone: (21) 2189-1606
Base de Abastecimento da Marinha no Rio de Janeiro
- BAMRJ
- Entidade coletiva
- 21/12/1993
A Base de Abastecimento da Marinha no Rio de Janeiro (BAMRJ) foi criada pela Portaria Ministerial nº 771, de 21 dezembro de 1993, com a denominação de Base Almirante Newton Braga, posteriormente alterada para a atual denominação, por intermédio da Portaria Ministerial de nº 467, de 11 de setembro de 1995.
Teve o primeiro Regulamento aprovado pela Portaria nº 50, de 6 de abril de 1994, e revogada pela Portaria nº 409, de 5 de outubro de 1998, ambas do Chefe do Estado-Maior da Armada. Passou a ter sua organização e atividades estruturadas pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 33, de 17 de setembro de 1998, a qual, foi revogada e substituída pelo Regulamento aprovado pela Portaria nº 3, de 12 de janeiro de 2000, ambas do Secretário-Geral da Marinha. Revogada esta última, a BAMRJ passa a ter sua organização e atividades estruturadas pelo presente Regulamento, aprovado pela Portaria nº 40 de 4 de agosto de 2004, do Secretário-Geral da Marinha.
A Base de Abastecimento da Marinha no Rio de Janeiro é subordinada ao Centro de Controle de Inventário da Marinha.
Endereço: Avenida Brasil, n° 10500, Olaria, Rio de Janeiro – RJ – Brasil – CEP: 21012-350.
Telefone (s): (21) 2101-0700
Base de Fuzileiros Navais da Ilha das Flores
- Entidade coletiva
- 04/02/1994
A Base de Fuzileiros Navais da Ilha das Flores (BFNIF) é subordinada ao Comando da Tropa de Reforço do Corpo de Fuzileiros Navais. Foi criada pela Portaria Ministerial nº 0608/93 e ativada pela Ordem de Serviço nº 003/94 do Comando da Tropa de Reforço, em 04 de fevereiro de 1994.
A Ilha das Flores compõe, juntamente com as ilhas do Engenho, Ananazes, Mexingueira e Carvalho, um pequeno arquipélago. Atualmente, em virtude de sucessivos aterramentos, a Ilha do Carvalho juntou-se à Ilha das Flores, compondo o seu limite sudoeste. À exceção da Ilha do Engenho, onde está instalado o Centro de Mísseis e Armas Submarinas da Marinha, as demais ilhas do referido arquipélago fazem parte do tombo desta Base.
Consta dos primeiros assentamentos que D. Delphina Felicidade do Nascimento Flores foi proprietária desta ilha até 1834 , o que nos permite inferir que daí advenha a origem do “Flores” no nome da ilha, na medida que, antes que se tornasse sua propriedade, o nome era Ilha de Santo Antônio.
Após passar por mãos de outros proprietários, em 1883, a Ilha das Flores foi adquirida pela União, ficando sob a tutela do Ministério da Agricultura. Durante a I Guerra Mundial, a Ilha das Flores foi transferida, provisoriamente, para o Ministério da Marinha, sendo novamente revertida àquele Ministério logo após o término do conflito.
A história registra, ainda, que a Ilha das Flores foi, em situações de emergência, local estratégico de cunho não só militar como, também, político em diversas passagens da vida nacional servindo, ainda, de abrigo para flagelados, vítimas de secas ou enchentes, e tendo funcionado como hospedaria de imigrantes até o ano de 1966.
Em 1968, com a criação pela Marinha, do DESTACAMENTO ESPECIAL DA ILHA DAS FLORES, em 24/10/69 transformado no 3º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais - Batalhão PAISSANDU, o Exmº Sr. Presidente da República emitiu Parecer favorável à transferência imediata de posse da Ilha das Flores ao Ministério da Marinha.
A 1º de julho de 1971, houve a troca de instalações entre o Batalhão PAISSANDU com o Comando da Tropa de Reforço, que era sediado na Ilha do Governador. O Batalhão de Comando da Tropa de Reforço, que então fazia parte do Comando da Tropa de Reforço, foi transferido para a Ilha das Flores em 1972.
Com a extinção do Batalhão de Comando da Tropa de Reforço, em conformidade com o processo de reestruturação da FFE, ocorrido nos anos 90, e com o propósito de contribuir com o aprestamento dos meios de Fuzileiros Navais da MB aquartelados na Ilha das Flores, nasceu, então, a Base de Fuzileiros Navais da Ilha das Flores (BFNIF), em 1994, denominação esta modificada durante o período de aproximadamente um ano, quando a teve alterada para Base Almirante Leônidas Telles Ribeiro (BALTR), retornando ao seu nome original logo a seguir.
A fim de prover a BFNIF dos meios necessários para adquirir a estrutura planejada, lhe foram incorporados o pessoal e o material da, então, Chefia-Geral de Serviços do Comando da Tropa de Reforço e da Companhia de Comando e Serviços do extinto Batalhão de Comando da Tropa de Reforço. Suas atividades foram, inicialmente, regulamentadas por Portaria do Chefe do Estado-Maior da Armada e, posteriormente, em 1997, por Portaria do Comandante de Operações Navais, sendo-lhe atribuída como principal tarefa a de prover infra-estrutura de apoio às OM sediadas nesta ilha.
Para a consecução dessa tarefa, a Base provê de forma centralizada os complexos apoios de administração de pessoal (desde a escrituração de Cadernetas-Registro, a processos de medalhas/dependentes/movimentações e transferências para a inatividade em proveito das OM apoiadas), intendência em seus diversos ramos (obtenção, pagamento, caixa de economias, rancho e controle de material), saúde, comunicações, transporte, alguns aspectos da administração de adestramento, além de exercer a supervisão operacional e administrativa das atividades de informática, segurança, conservação e manutenção das instalações e das áreas comuns de todo o Complexo Naval da Ilha das Flores (CNIF).
Endereço: Avenida Paiva s/nº, Ilha das Flores, Neves -São Gonçalo - Rio de Janeiro - Brasil - CEP: 24.426-148
Telefone: (21) 3707-9509
Base de Fuzileiros Navais da Ilha do Governador
- Entidade coletiva
- 08/12/1994
A Base de Fuzileiros Navais da Ilha do Governador (BFNIG) foi criada pela Portaria Ministerial nº 804, de 8 de dezembro de 1994, com a denominação de Base Almirante Heitor Lopes de Souza.
Para o desenvolvimento de suas atribuições, a BFNIG incorporou o acervo material e o existente em pessoal da Chefia-Geral de serviços do Comando da Divisão Anfíbia, da Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Serviços da Divisão Anfíbia, bem como o remanescente do Batalhão de Comando da Divisão Anfíbia. Congregou, ainda, algumas funções de serviços gerais dos Batalhões de Infantaria de Fuzileiros Navais e do Batalhão de Artilharia de Fuzileiros Navais.
Pela Portaria nº 467, de 11 de setembro de 1995, do Ministério da Marinha, foi alterada sua denominação para Base de Fuzileiros Navais da Ilha do Governador, passando a ter sua regulamentação aprovada pela Portaria nº 232, de 24 de outubro de 1995, do Chefe do Estado-Maior da Armada. Revogada esta Portaria, passou a ter suas atividades e organização estruturadas pelo presente regulamento, aprovado pela Portaria nº 24, de 6 de fevereiro de 1997, do CON.
Endereço: Estrada do Quilombo, s/nº, Bananal, Ilha do Governador - Rio de Janeiro - Brasil - CEP: 21.911-010
Telefone: (21) 3386-4300
Base de Fuzileiros Navais do Rio Meriti
- Entidade coletiva
- 11/12/1996
A Base de Fuzileiros Navais do Rio Meriti (BFNRM) foi criada pela Portaria Ministerial nº 419 de 11 de dezembro de 1996.
Em 30 de julho de 1997, a BFNRM teve ativada as suas instalações, oriundas das edificações que pertenciam à extinta Imprensa Naval e sendo o seu primeiro Comandante o CMG (FN) JOSÉ CARLOS RIBEIRO DA SILVA.
A BFNRM está situada à margem direita do Rio Meriti, tendo à sua frente a Rodovia Washington Luiz, sendo que junto à sua lateral direita estão os Batalhões de Fuzileiros Navais de Engenharia e Logístico, formando assim o CNCM (Complexo Naval Caxias Meriti).
Endereço: Rodovia Washington Luiz, s/nº, Km 124, Parque Duque de Caxias - Duque de Caxias - Rio de Janeiro - Brasil - CEP: 25085-008
Telefone: (21) 2189-7351
Base de Hidrografia da Marinha em Niterói
- Entidade coletiva
- 17/12/1998
A Base de Hidrografia da Marinha em Niterói (BHMN), com sede na cidade de Niterói, RJ, foi criada pela Portaria Ministerial nº 361, de 17DEZ1998, sendo subordinada à Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN). Suas atividades foram, inicialmente, regulamentadas pela Portaria nº 53, de 22 novembro de 1999, do DGN, a qual foi revogada pela Portaria nº 13, de 9 de março de 2007, do Diretor-Geral de Navegação.
A BHMN tem o propósito de executar atividades logísticas e administrativas em apoio à DHN e às OM a ela subordinadas.
Endereço: Rua Barão de Jaceguai S/N° - Ponta da Armação - Centro - Niterói - RJ - Brasil - CEP 24048-900.
Telefones: (21) 2189-3469
(21) 2189-3186
(21) 2189-3467 (fax)
- Entidade coletiva
- 07/01/1873 -
Razões estratégicas decorrentes da guerra do Paraguai nortearam o Aviso Ministerial de 7 de janeiro de 1873, que determinou o início das obras do Arsenal de Marinha.
Localizado as margens do Rio Paraguai, no vilarejo de Ladário, contou inicialmente com pessoal e material provenientes do extinto Arsenal de Marinha da Província de Mato-Grosso, instalado em Cuiabá desde 1827, e do Arsenal de Reparações da Ilha do Cerrinto, que apoiava a Esquadra em operações no Rio da Prata. Depois da invasão da cidade de Corumbá, por ocasião da Guerra do Paraguai, ficou patente que a zona de atrição do Baixo Paraguai não podia ser defendida pelo Arsenal de Marinha da Província de Mato Grosso em Cuiabá, em face da difícil navegabilidade do Rio Leverger e da obsolescência de suas instalações. Portanto, em 1862, o Ministro da Marinha, Joaquim Raimundo de Lamare, determinou a instalação de um novo Arsenal à jusante do canal do Tamengo e, em 14 de março de 1873, o Capitão-de-Fragata Manoel Ricardo da Cunha Couto lançou a pedra fundamental do Arsenal de Marinha do Ladário, tendo concluído sua instalação no final de 1874. Pelo Decreto n.º 38.101, de 18 de outubro de 1955, passou a denominar-se Base Fluvial de Ladário, extinguindo também, o Arsenal de Marinha de Ladário.
A partir de 1994 com a implantação da sistemática de Organização Militar Prestadora de Serviços, a BFLa, além de cumprir a tarefa de prestar o apoio logístico aos navios e às OM subordinadas ao Comando do 6º DN, vem aprimorando seus processos administrativos e métodos de gestão, de modo a reduzir as despesas administrativas e os custos de produção, otimizando a aplicação dos recursos que lhes são disponibilizados e, ao mesmo tempo, aperfeiçoando-se nas técnicas de reparos navais e nos serviços prestados.
A BFLa tem passado por intenso programa de qualificação de pessoal e atualização de seu parque industrial, com a aquisição de novos equipamentos para as oficinas, revitalização de instalações e por meio da realização de diversos cursos para aprimoramento de seu quadro técnico, com reflexos diretos na qualidade dos serviços por ela prestados na reparação de navios e em apoio as organizações militares e órgãos extra-Marinha sediados na área do 6º Distrito Naval.
Fruto desse trabalho destacam-se os grandes reparos estruturais realizados no Navio Patrulha “Poti”, no Navio Transporte Fluvial “Paraguassu ” e no Navio de Apoio Logístico Fluvial “Potengi”, que teve sua quilha recuperada, assim como 80% do chapeamento das obras vivas, originalmente rebitado, e substituído por chapeamento soldado.
Ao longo desses anos, diversas gerações têm vencido as dificuldades da fronteira oeste com histórico denodo e hoje, ainda, os militares e servidores civis que aqui servem, perseguem a busca da excelência, prontos a enfrentar os desafios do novo milênio, seja na reparação de meios, na preparação do homem ou no apoio às demais OM do Complexo, contribuindo para manter elevado o conceito da Marinha nos rincões do Pantanal Matogrossense.
Endereço: Avenida 14 de Março - s/nº - Centro - Ladário - Mato Grosso do Sul - CEP: 79370-000
Telefone: (67) 3234-1105