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registro de autoridade

Andrade, Antonio Cezar de

  • Pessoa
  • 1903 - 1968

O Almirante-de-Esquadra Antonio Cezar de Andrade, filho de Arthur Cezar de Andrade e Maria Adelaide Neves de Andrade, nasceu em 14 de julho de 1903, natural do Rio de Janeiro. Permaneceu no serviço ativo da Marinha por mais de 48 anos, possuíndo entre outras condecorações a Ordem do Mérito Naval e Mérito Tamandaré. Fez parte da tripulação que em 1934 realizou a viagem inaugural do Navio-Escola Almirante Saldanha. Possui registrado em seus assentamentos vários elogios e louvores dentre eles por ter publicado o “Manual de Torpedos Weymouth”, considerada obra de grande utilidade para o a Marinha. O Almirante realizou vários cursos de carreira entre eles o Superior de Comando da Escola de Guerra Naval e passou por diversos comandos onde destacamos: Depósito Naval do Rio de Janeiro, Centro de Instrução Almirante Wandenkolk, Navio-Escola Duque de Caxias, Flotilha de Contra–Torpedeiros, Diretoria de Hidrografia e Navegação, Comando-em-Chefe-da-Esquadra e Diretoria Geral de Pessoal. Faleceu em 22 de abril de 1968.

Andrade, Carlos Auto de

  • Pessoa
  • 1920 - 2007

O Almirante-de-Esquadra Carlos Auto de Andrade nasceu no Rio de Janeiro em 21 de janeiro de 1920. Filho de Gilberto Goulart de Andrade e de Virginia Auto de Andrade. Faleceu a 02 de novembro de 2007.

Andrade, Carlos Eduardo Cezar de

  • Pessoa
  • 1934

O Almirante-de-Esquadra Carlos Eduardo Cezar de Andrade nasceu a 12 de fevereiro de 1934, natural do Rio de Janeiro.

Andrade, Gomes Freire de

  • Pessoa

Militar e Político Português.
Providenciou a construção do Palácio do Governo dos Arcos em 1773.

Angélica, Joana

  • Pessoa
  • 1761-1822

Destacou-se na Independência do Brasil em Salvador 19/02/1822 (Abadêssa).
Morta a golpes de baioneta no Convento quando era invadido por soldados do Gal. Madeira.

Annarumma Junior, Alberto

  • Pessoa
  • 1937

O Contra-Almirante Alberto Annarumma Junior natural do Rio de Janeiro nasceu em 27 de dezembro de 1937.

Antunes, Aloysio Galvão

  • Pessoa
  • 1910

O Contra-Almirante Aloysio Galvão Antunes, natural de Pernambuco nasceu em 03 de março de 1910.

Aquino, Francisco Radler de

  • Pessoa
  • 1878 - 1953

O Almirante Francisco Radler de Aquino nasceu em 23 de janeiro de 1878 nos Estados Unidos da América do Norte. Filho de Herculano de Aquino e Maria Francisca Radler de Aquino, foi autor das Taboas de Althura e Azimuths. Faleceu em 09 de outubro de 1953.

Aquino, Sergio Tasso Vasquez de

  • Pessoa
  • 1937

O Vice-Almirante Sergio Tasso Vasquez de Aquino nasceu em 20 de janeiro de 1937, natural do Paraná.

Aracati, João Carlos Augusto Ulrico de Oyenhausen e Gravenburg, Marquês de

  • Pessoa
  • 1776

O Ministro João Carlos Augusto Ulrico de Oyenhausen Gravenburg nasceu na França, em 1776. Concluiu o curso da Academia Real de Marinha de Lisboa em 1796. No ano seguinte, foi transferido para o Exército no posto de capitão de infantaria, tendo alcançado o posto de marechal de campo em 7 de fevereiro de 1827. Em 1828, estando o Brasil ainda envolvido na Guerra da Cisplatina (1825-1828), o Marquês de Aracati exerceu a função de ministro e secretário de Estado dos Negócios da Marinha interinamente e cumulativamente com a pasta do Ministério dos Negócios Estrangeiros que assumira desde 1827. Na qualidade de ministro dos Negócios Estrangeiros Plenipotenciário, o Marechal de Campo João Carlos Augusto Ulrico de Oyenhausen Gravenburg participou das negociações de paz com as Províncias Unidas do Rio da Prata, sendo estabelecida, a 27 de agosto de 1828, a Convenção de Paz que reconheceu a independência da República do Uruguai.
Com a abdicação do Imperador D. Pedro I, em 1831, o Marquês de Aracati acompanhou-o à Europa não mais regressando ao Brasil.

Aragão, Antonio Muniz Barreto de

  • Pessoa
  • 1873

O Capitão-de-Fragata Antonio Muniz Barreto de Aragão nasceu em 25 de agosto de 1873.

Aragão, João Batista Teles de

  • Pessoa
  • 1924

O Contra-Almirante João Batista Teles de Aragão nasceu em Sergipe no dia 27 de fevereiro de 1924.

Aranda, José Calvente

  • Pessoa
  • 1921

O Almirante de Esquadra José Calvente Aranda nasceu em 25 de novembro de 1921 no Rio de Janeiro, filho de Salvador Calvente Aranda e Marieta de Mello Calvente.

Aranha, Heráclito da Graça

  • Pessoa
  • 1873 - 1944

O Vice-Almirante Heráclito da Graça, filho de Themistocles da Silva Maciel Aranha e Maria da Glória da Graça Aranha, nasceu em 22 de março de 1873, natural do Maranhão. Faleceu em 4 de agosto de 1944.

Araripe, Edesio Campanille Neves

  • Pessoa
  • 1936

O Contra-Almirante Edesio Campanille Neves Araripe nasceu em 21 de janeiro de 1936, natural do Rio de Janeiro.

Aratanha, José Gerardo Theóphilo Albano de

  • Pessoa
  • 1922

O Almirante-de-Esquadra José Gerardo Theóphilo Albano de Aratanha nasceu em 23 de outubro de 1922 no Ceará, filho de Anselmo de Abreu Albano de Aratanha e Dalila Maria Teófilo Albano.

Araújo, Ernesto de

  • Pessoa
  • 1892

Nasceu em 13 de fevereiro de 1892 no Rio Grande do Sul.

Araújo, Olavo de

  • Pessoa
  • 1896

O Almirante Olavo de Araújo nasceu em 28 de março de 1896, natural do Rio Grande do Sul.

Araujo, Paulo Mario Bezerra de

  • Pessoa
  • 1940

O Contra-Almirante Paulo Mario Bezerra de Araujo nasceu em 17 de julho de 1940, natural da Paraíba.

ARCOS, Marcos de Noronha e Brito, Conde dos

  • Pessoa
  • 1771

O Ministro Marcos de Noronha e Brito, Oitavo Conde dos Arcos/ Tenente-General do Exército, nasceu a 7 de junho de 1771, em Lisboa, Portugal. Assentou praça no Exército português em 1790, atingindo o posto de tenente-general em 1826. Em 1803, foi designado como governador e capitão-general das Províncias do Grão-Pará e Rio Negro. Pela portaria de 15 de agosto de 1805, foi nomeado sétimo e último vice-rei do Brasil, cargo que ocupou até a extinção do vice-reinado, com a chegada da realeza portuguesa em março de 1808. Antes de assumir o Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar, foi governador e capitão-general da Bahia de 30 de setembro de 1810 a 26 de janeiro de 1818. Durante o período em que esteve à frente da pasta, criou um corpo de 400 marinheiros voluntários a bordo da Nau Rainha de Portugal e um estaleiro em Alagoas para a construção naval.

Arêas, Galvão Plech

  • Pessoa
  • 1875

Professor Catedrático de Arte Naval

Armada Real

  • Entidade coletiva

Arosa, Ramon Antonio

  • Pessoa

Chefe de Estado-Maior Geral da Armada Argentina

Arruda, Rubem de Andrade

  • Pessoa
  • 1933

O Contra-Almirante Rubem de Andrade Arruda nasceu em Minas Gerais no dia 28 de dezembro de 1933.

Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro

  • AMRJ
  • Entidade coletiva
  • 29/12/1763

O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) é uma Organização Militar criada pelo Decreto-Lei nº 654, de 1º de setembro de 1938. Integra em sua estrutura a Escola Técnica do Arsenal de Marinha (ETAM) e a Liga de Esportes do Arsenal de Marinha (LESPAM).

Em 29 de dezembro de 1763, o D. ANTÔNIO ALVAREZ DA CUNHA, que assumiu o governo da Capitania Geral do Rio de Janeiro, decidiu fundar um estaleiro que passou a se chamar Arsenal Real da Marinha. O local escolhido foi a praia, ao sopé do Mosteiro de São Bento, cujos terrenos haviam sido doados ao governo em escritura.

Para iniciar as atividades do Arsenal, o Conde da Cunha resolveu pela construção de uma Nau que recebeu o nome de "SÃO SEBASTIÃO" e veio, depois de pronta, prestar serviços por longos anos à Armada Portuguesa. Depois da nau, lançada ao mar em 1767, a atividade principal do Arsenal foi o reparo e a manutenção dos navios da esquadra real e dos que aportavam no Rio de Janeiro.

O século XX veio encontrar o Arsenal obsoleto. Em vez de conservar a capacidade própria de construir e reparar navios, os primeiros governos republicanos optaram por adquirir navios prontos no exterior. Os Encouraçados “MINAS GERAIS” e “SÃO PAULO”, construídos na Inglaterra, gastaram no exterior o dobro do que com reparos feitos no Rio de Janeiro.

O projeto do novo Arsenal, de 1920, foi revisto em 1926 e sofreu diversas outras modificações, mas 1930 já encontrou o Arsenal funcionando na Ilha das Cobras. Uma nova geração de Engenheiros Navais estava se preparando para levar o Arsenal de Marinha a construções e reparos navais com técnicas mais avançadas.

Para o Brasil da primeira metade do século XX, foi algo grandioso. A maior e mais importante ampliação do Arsenal, nessa época, foi a grande Oficina de Navios de Ferro, que mais tarde passou à Oficina de Trabalhos Estruturais. A atual Oficina de Estruturas era a maior área industrial coberta da América do Sul e o complexo industrial, um dos maiores do país. Um estaleiro que nada tinha a dever aos estaleiros estrangeiros mais adiantados, instalações que quase meio século depois foram perfeitamente adequadas às dimensões da MB.

Para retomar o rumo na construção naval, já no início da década de 60 foi iniciada a construção dos Navios Hidrográficos e dos Navios Patrulha Costeiros, seguidas das construções de duas Fragatas de projeto inglês, marcando uma nova era na construção naval militar. A reparação naval nunca foi posta de lado e é importante assinalar o esforço constante que sempre existiu em toda a vida do AMRJ.

O AMRJ, na década de 80, foi indicado pela MB como o estaleiro construtor de submarinos e, assim, precisou investir no treinamento e capacitação de seus profissionais e na adaptação e modernização de suas instalações industriais. Hoje o AMRJ possui capacitação para construir e reparar meios navais com elevado padrão de qualidade, podendo ser comparado com os maiores estaleiros militares do mundo.

O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro é subordinado à Diretoria Industrial da Marinha.

Endereço: Ilha das Cobras s/nº - Centro - RJ - CEP: 20091-000
Telefones: (21) 2178-5158 (21) 2178-4707

Athayde, Belarmino Austregésilo Augusto de

  • Pessoa
  • 1898 - 1993

Austregésilo de Athayde, professor, jornalista, cronista, ensaísta e orador, nasceu em Caruaru, PE, em 25 de setembro de 1898, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13 de setembro de 1993. Era filho do Desembargador José Feliciano Augusto de Athayde e de Constância Adelaide Austregésilo de Athayde, e bisneto do tribuno e jornalista Antônio Vicente do Nascimento Feitosa. Cedo foi viver no Ceará, onde morou em várias cidades, acompanhando as constantes mudanças decorrentes da atividade profissional de seu pai na magistratura. Ingressou no Seminário da Prainha aos doze anos de idade e lá estudou para o sacerdócio até o 3º ano de Teologia. Deixando o seminário, revalidou os preparatórios no Liceu do Ceará. Foi professor do Colégio Cearense e do Colégio São Luís, dedicou-se ao ensino particular e começou a colaborar na imprensa, até 1918, quando se transferiu para o Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, prosseguiu no magistério particular no Curso Normal de Preparatórios e no Curso Maurell da Silva. Iniciou a carreira jornalística no jornal A Tribuna. Em 1921, passou a colaborar no Correio da Manhã, dedicando-se à crítica literária, e mais tarde em A Folha, de Medeiros e Albuquerque. Foi tradutor e redator das agências Associated Press e United Press. Escreveu o livro de contos Histórias amargas, publicado em 1921. Em 1922, colou grau em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito do antigo Distrito Federal. Manteve-se sempre ligado profissionalmente à imprensa. Em 1924, convidado por Assis Chateaubriand, assumiu a direção de O Jornal, ponto de partida para a organização dos Diários Associados, em que exerceu intensa atividade. Adversário da Revolução de 1930, participou, ao lado de Assis Chateaubriand, do Movimento Constitucionalista irrompido em 9 de julho de 1932, em São Paulo, tendo sido preso e exilado para a Europa em novembro desse ano. Permaneceu muitos meses em Portugal, Espanha, França e Inglaterra e de lá se dirigiu a Buenos Aires, onde residiu nos anos de 1933 a 1934.

Auler, Horacio

  • Pessoa
  • 1924

O Vice-Almirante Horacio Auler nasceu no Rio de Janeiro no dia 06 de julho de 1924.

Aviso Acreano

  • Entidade coletiva
  • 1908-1910

Aviso de roda, à época, incorporado à Flotilha do Amazonas pelo Aviso n.º 1.135, de 10 de março de 1908, juntamente com Tavares de Lira.
Em 1910 já havia sido desincorporado da Flotilha do Amazonas.

Aviso de Instrução Aspirante Nascimento

  • AvInAspNasc
  • Entidade coletiva
  • 13/12/1980

O Aviso de Instrução Aspirante Nascimento (U-10), é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Aspirante Joaquim Cândido do Nascimento, morto em combate a bordo da Canhoneira Mearim na passagem de Cuevas em 12 de agosto de 1865, durante a Guerra do Paraguai.

O Aspirante Nascimento, foi construído pelo estaleiro EBRASA - Empresa Brasileira de Construção Naval S.A., em Itajaí, Santa Catarina.

Sua quilha foi batida em 1979, pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca. Foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado em 13 de dezembro de 1980, em cerimônia também presidida pelo Ministro da Marinha. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-Tenente José Carlos Guapyassú Trovão.

O Aviso de Instrução Aspirante Nascimento é subordinado à Escola Naval.

Endereço: Praça Barão de Ladário, s/n, Ilha das Cobras, Centro, Rio de Janeiro – RJ – Brasil – CEP: 20091-000.
Telefone (s): (21) 2178-6540

Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito

  • AvInGMBrito
  • Entidade coletiva
  • 22/07/1981

O Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito (U-12), é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil.

O Guarda-Marinha Brito, foi construído pelo estaleiro EBRASA - Empresa Brasileira de Construção Naval S.A., em Itajaí, Santa Catarina, sendo entregue ao Grupo de Recebimento, que tinha como Encarregado o Capitão-Tenente Fernando Eduardo Studart Wiemer, em 7 de julho de 1981.

Foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado em 22 de julho de 1981, em cerimônia conjunta com o AvIn Guarda-Marinha Jansen, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra José Gerardo Theóphilo Albano de Aratanha. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-Tenente Fernando Eduardo Studart Wiemer.

O Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito é subordinado à Escola Naval.

Endereço: Praça Barão de Ladário, s/n, Ilha das Cobras, Centro, Rio de Janeiro – RJ – Brasil – CEP: 20091-000.
Telefone (s): (21) 2178-6687

Aviso de Instrução Guarda-Marinha Jansen

  • AvInGMJansen
  • Entidade coletiva
  • 22/07/1981

O Aviso de Instrução Guarda-Marinha Jansen (U-11), é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Guarda-Marinha Milton Jansen de Faria, desaparecido em ação durante a 2ª Guerra Mundial.

O Guarda-Marinha Jansen, foi construído pelo estaleiro EBRASA - Empresa Brasileira de Construção Naval S.A., em Itajaí, Santa Catarina.

Foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado em 22 de julho de 1981, em cerimônia conjunta com o AvIn Guarda-Marinha Brito, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra José Gerardo Theóphilo Albano de Aratanha. Naquela ocasião, assumiu o comando, o CT Fernando Antônio B.F. de Athayde Bohrer.

O Aviso de Instrução Guarda-Marinha Jansen é subordinado à Escola Naval.

Endereço: Praça Barão de Ladário, s/n, Ilha das Cobras, Centro, Rio de Janeiro, RJ – Brasil – CEP: 20091-000.
Telefone (s): (21) 2179-6652

Aviso de Pesquisa Aspirante Moura

  • AvPqAspMoura
  • Entidade coletiva
  • 25/01/2010

O Aviso de Pesquisa Aspirante Moura - U 14 é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Aspirante José Cláudio Soares de Moura, que entrou na Escola Naval em 1963 e faleceu em serviço em 12 de junho de 1966.

O navio foi construído no estaleiro Astillleros Brodogradiliste, em 1987, e modernizado em 2008. Foi incorporado à Marinha do Brasil em Sandfjord (Noruega), em 25 de janeiro de 2010, em cerimônia presidida pelo Adido de Defesa e Naval na Inglaterra, Suécia e Noruega, em cumprimento à Portaria n° 31/MB, de 21 de janeiro de 2010, e ficou subordinado à Diretoria-Geral do Material da Marinha.

Foi incorporado à Armada e teve sua subordinação transferida para a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha no dia 17 de junho de 2010 por meio da Portaria n° 221/MB, de 09 de junho de 2010.

O Aviso de Pesquisa Aspirante Moura é aplicado como Laboratório Flutuante de Pesquisa Oceanográfica, fazendo com que a Marinha do Brasil tenha uma contribuição para as vertentes ambiental e científica da Amazônia Azul e para o Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), possibilitando expandir suas pesquisas, em proveito das Operações Navais.

Esta embarcação, na condição de Laboratório Flutuante de Pesquisa Oceanográfica, opera sem vínculo com o IEAPM, exceto o operativo. Esta desvinculação significa que, projetos de instituições de pesquisa inseridos no Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM) e submetidos à Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM) para aprovação formal com o aval da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SecCTM), são realizados com pesquisadores, instrumentação e recursos financeiros daquelas instituições, cabendo ao IEAPM a definição de áreas e épocas de operação dentro dos limites de dias de mar a que, obrigatoriamente, o Aviso de Pesquisa Aspirante Moura deverá ser empregado para atender a comunidade científica.

Incorpora, em sua estrutura, uma inovação na Marinha do Brasil, pois é o primeiro a navegar sem o uso de leme, substituído por hélices azimutais, que giram 360o integradas a um sistema de piloto automático e cartas náuticas eletrônicas, garantindo uma melhor governabilidade.

O Aviso de Instrução de Pesquisa Aspirante Moura é subordinado ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos.
De acordo com o BONO nº 476/2018 e Portaria Nº 12/2018, da DGN o Aviso de Pesquisa "Aspirante Moura" teve sua subordinação alterada Grupamento de Navios Hidroceanográficos.

Endereço: Rua Kioto, n° 253, Praia dos Anjos, Arraial do Cabo – RJ – Brasil – CEP: 28930-000.
Telefone (s): (21) 2189-1432
(21) 96734-1042

Aviso de Transporte Fluvial Piraim

  • AvTrFluPiraim
  • Entidade coletiva
  • 10/02/1982

O Aviso de Transporte Fluvial Piraim foi incorporado em em 10 e fevereiro de 1982 de acordo com a Portaria Ministerial n° 1866, de 02 de dezembro de 1981.

Foi o primeiro navio da Marinha do Brasil a receber tal nome, significando na língua tupi, "rio de peixes". Foi assim denominado, a fim de homenagear, na região de maior atuação de Leverger, um dos braços no qual se bifurca o rio Cuiabá, logo abaixo de Barão de Melgaço, para formar a Ilha do Piraim com o outro braço, que continua a ser chamado de Cuiabá.

O Aviso de Transporte Fluvial Piraim foi subordinado ao Comando da Flotilha de Mato Grosso e deu baixa do Serviço Ativo da Armada em 14 de agosto de 2015, de acordo com a Portaria n° 315/MB, de 28 de julho de 2015.

Aviso Fluvial Ajuricaba

  • Entidade coletiva
  • 1923-1932

Aviso- Fluvial construido para o governo do Amazonas pela firma Rose & Duncan de Glasgow, na Inglaterra, por intermédio da casa Rodgers & Comp., em 1923. Tomou o nome de Cidade de Manaus. Foi adquirido pelo Ministério da Marinha, na gestão do Almirante Alexandrino de Alencar, ao Governo do Amazonas, em 923. Pelo Aviso n°822 de 14 de fevereiro do dito ano foi incorporado à Esquadra nacional com a categoria de Aviso Fluvial e com o nome de Ajuricaba. Foi artilhado com dois canhões de 47 mm e duas metralhadoras de 7mm. Por aviso n° 2.291, de 05 de setembro de 1932, foi mandado dar-lhe baixa do serviço.

Aviso Hidroceanográfico Fluvial Caravelas

  • AvHoFluCaravelas
  • Entidade coletiva
  • 02/05/2014

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Caravelas foi incorporado à Armada em 02 de maio de 2014 por meio da Portaria n° 205/MB, de 22 de Abril de 2014 e classificado como navio de 4ª classe.

É o quarto navio a ostentar o nome Caravelas. Homenageia a cidade homônima do litoral sul da Bahia, localizada às margens do rio Caravelas que, em 1823, foi palco de importante combate entre a Marinha Portuguesa e as Forças Brasileiras, durante a Guerra da Independência.

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Caravelas, antiga embarcação de passageiros conhecida como a “Sereia do Pantanal”, foi construído em 1999, no Paraná. Em novembro de 2013, foi adquirido pela Marinha do Brasil.

Para cumprimento de suas tarefas, conta com dois modernos ecobatímetros, adequados para operação em águas rasas, e um posicionador satélite, de tecnologia de ponta, em que a posição do navio é corrigida em tempo real. A utilização conjunta desses equipamentos contribui para o total esclarecimento do relevo do leito dos rios desta região, possibilitando obter a exata localização dos perigos à navegação, tais como pedras, altos-fundos e bancos de areia.

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Caravelas é subordinado ao Serviço de Sinalização Náutica do Oeste.

Endereço: Avenida 14 de Março, s/n, Centro, Ladário – MS – Brasil – CEP: 79370-000.
Telefone (s): (67) 3234-1289

Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Negro

  • AvHoFluRioNegro
  • Entidade coletiva
  • 15/08/2013

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Negro foi incorporado à Armada em 15 de agosto de 2013 em cumprimento a Portaria n° 417/MB, de 30 de julho de 2013, e classificado como navio de 4ª classe.

É a quarta embarcação a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio homônimo, e a quarta unidade de uma série de quatro ordenadas em contrato, assinado em 26 de maio de 2011, pela DEN – Diretoria de Engenharia Naval para serem construídas no estaleiro Indústria Naval do Ceará (INACE).

Teve sua quilha batida em 13 de março de 2012, junto com o Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Solimões, pelo Diretor de Engenharia Naval, Vice-Almirante Francisco Roberto Portella Deiana e pelo presidente do INACE, Gil Fernandes Bezerra, que promoveram a cerimônia presidida pelo Almirante–de–Esquadra Arthur Pires Ramos, Diretor-Geral do Material da Marinha. Em junho, foi realizado o seu Batismo, Mostra de Armamento e Transferência para o Setor Operativo.

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Negro é subordinado ao Serviço de Sinalização Náutica do Noroeste.

Endereço: Rua Itaguai, s/n, Vila Buriti, Manaus – AM – Brasil – CEP: 69.072-080.
Telefone (s): (92) 8791-1004

Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Solimões

  • AvHoFluRioSolimoes
  • Entidade coletiva
  • 04/06/2013

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Solimões foi incorporado à Armada em 04 de junho de 2013, em cumprimento a Portaria n° 298/MB, de 24 de maio de 2013, e classificado como navio de 4ª classe.

É a terceira unidade de uma série de quatro ordenadas em contrato, assinado em 26 de maio de 2011, pela DEN – Diretoria de Engenharia Naval para serem construídas no estaleiro Indústria Naval do Ceará (INACE).

Teve sua quilha batida em 13 de março de 2012, junto com o Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Negro, pelo Diretor de Engenharia Naval, Vice-Almirante Francisco Roberto Portella Deiana e pelo presidente do INACE, Gil Fernandes Bezerra, que promoveram a cerimônia presidida pelo Almirante–de–Esquadra Arthur Pires Ramos, Diretor-Geral do Material da Marinha. Em junho, foi realizado o seu Batismo, Mostra de Armamento e Transferência para o Setor Operativo.

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Solimões é subordinado ao Serviço de Sinalização Náutica do Noroeste.

Endereço: Rua Itaguaí, s/n, Vila Buriti, Manaus – AM – Brasil – CEP: 69372-080.
Telefone (s): (92) 8791-1103

Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Tocantins

  • AvHoFluRioTocantins
  • Entidade coletiva
  • 27/07/2012

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Tocantins foi incorporado à Armada em 27 de julho de 2012, em cumprimento a Portaria n° 341/MB, de 17 de julho de 2012, e classificado como navio de 4ª classe.

É a primeira unidade de uma série de quatro ordenadas em contrato, assinado em 26 de maio de 2011, pela DEN – Diretoria de Engenharia Naval para serem construídas no estaleiro Indústria Naval do Ceará (INACE).

O batimento de quilha ocorreu em 5 de setembro de 2011. Foi lançado ao mar em 24 de maio de 2012 e sua construção foi finalizada em 9 de julho do mesmo ano.

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Tocantins é subordinado ao Centro de Levantamentos e Sinalização Náutica da Amazônia Oriental.

Endereço: Rodovia Artur Bernardes, s/n, Val de Cães, Belém – PA – Brasil – CEP: 66.110-300.
Telefone (s): (91) 3216-1102

Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Xingu

  • AvHoFluRioXingu
  • Entidade coletiva
  • 29/01/2013

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Xingu foi incorporado à Armada em 29 de janeiro de 2013, em cumprimento a Portaria n° 599/MB, de 06 de dezembro de 2012, e classificado como navio de 4ª classe.

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Xingu é a primeira embarcação a ostentar esse nome em homenagem ao rio, do mesmo nome que é um símbolo da diversidade biológica e cultural brasileira, e é a segunda unidade de uma série de quatro ordenadas em contrato, assinado em 26 de maio de 2011, pela DEN – Diretoria de Engenharia Naval para serem construídas no estaleiro Indústria Naval do Ceará (INACE).

O batimento de quilha ocorreu em 5 de dezembro de 2011. Foi lançado ao mar em 14 de novembro de 2012 e sua construção foi finalizada em dezembro do mesmo ano.

O Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Xingu é subordinado ao Centro de Levantamentos e Sinalização Náutica da Amazônia Oriental.

Endereço: Rodovia Arthur Bernardes, s/n, Val de Cães, Belém – PA – Brasil – CEP: 66115-300.
Telefone (s): (91) 3216-4407

Aviso Jutaí

  • Entidade coletiva
  • 1891 - 1926

Canhoneira fluvial, pertenceu à Flotilha do Amazonas.

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