Terceiro Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral

Área de identificação

tipo de entidade

Entidade coletiva

Forma autorizada do nome

Terceiro Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral

Forma(s) paralela(s) de nome

  • ESQDHU-3

Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

  • HELIET

Outra(s) forma(s) do nome

  • 88010

identificadores para entidades coletivas

área de descrição

datas de existência

31/01/1994

história

Em 31 de janeiro de 1994, a Portaria Ministerial nº 0054, do Ministério da Marinha Ivan da Silveira Serpa, resolveu:
“- Art. 1º: Criar, dentro da Estrutura Orgânica do Ministério da Marinha, o 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral, com o propósito de contribuir para a aplicação do Poder Naval na área de atuação da Flotilha do Amazonas.

  • Art. 2º: A implantação do EsqdHU-3 será efetivada a parti do Destacamento Aéreo Embarcado da Flotilha do Amazonas.
  • Art. 3º: O chefe do Estado-Maior da Armada e o Comandante de Operações Navais baixarão os atos complementares que se fizerem necessário à execução desta Portaria, dentro do prazo de noventa dias, a contar da data de assinatura desta Portaria.”

Era criado o Esquadrão HU-3, Esquadrão “Tucano”, tendo seu inventário inicial as aeronaves N-7052, N-7058, N-7078, N-7079 e N-7080.
Em 14 de abril de 1994, pela Ordem do Dia nº 002/94, do comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra José Julio Pedro, é ativado o Esquadrão HU-3, tendo como seu primeiro comandante o Capitão-de-Corveta Paulo Henrique de Carvalho.
Estando hoje subordinado diretamente Comando do 9º Distrito Naval (Manaus) e tendo sido a primeira unidade aérea da Marinha construída fora da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, o Esquadrão possui um inventário de seis aeronaves – UH-12, N-7052, N-7058, N-7078, N-7080, N-7086 e N-7089 – e uma tripulação composta de 14 oficiais e 69 praças. Nossas aeronaves vêm sendo empregadas nas seguintes missões:

  • Patrulha Naval a bordo dos navios-patrulha fluvial classe Pedro Teixeira (P-20 e P-21);
  • assistência às populações ribeirinhas a bordo dos navios de assistência hospitalar classe Oswaldo Cruz (U- 18 e U-19);
  • apoio às Inspeções Navais realizadas pela Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental;
  • operações em apoio ao Batalhão de Operações Ribeirinhas;
  • apoio às unidades do 4º DN (Belém);
  • Missões de Emprego Geral; e
  • Busca e salvamento.

No labor cotidiano, o Esquadrão, assim como foi com o DAE-Flotam, constitui as asas da Marinha por toda a Amazônia – o apoio, os sensores e os armamentos aeronavais sobre mais da metade do território brasileiro.
Após 26 anos, ficou registrado um inumerável acervo de história navais e outros tantos ensinamentos de como se lidar com as peculiaridades amazônicas: cenários de condições meteorológicas adversas e extremamente mutantes, com alternativas para pouso tão escassas que, na maioria das vezes, não existem)ou se representam por uma praia de rio de não fazer inveja às dimensões de uma quadra de tênis); o cotidiano abastecimento por tambores (ainda há pitorescos lugares em que a guarda do combustível fica na igreja da localidade); ou, mesmo, ver o espanto das crianças, que não sabem da existência sequer de uma simples televisão, diante da inédita visão de um “objeto voador”.
Temos o orgulho e a satisfação de ostentar o símbolo do “Tucano” e a “bolacha” do 9º Distrito Naval em nosso macacão de vôo, tendo a certeza de celebrar cada dia com o selo de “Missão Cumprida”. Integrados com as demais organizações do 9º DN, especialmente atenciosos aos céus aeronavais sobre toda a Amazônia, assumindo o fiel compromisso de operar e manutenir nossos valentes UH-12, focados na segurança de vôo e na observação dos procedimentos operativos.
A todos aqueles que fizeram e fazem parte desta história, em muitos casos com o sacrifício da própria vida, o eterno agradecimento e o mais sincero reconhecimento dos que hoje habitam a “Tucano-Base”. O profissionalismo, o esforço e a dedicação ímpar de cada um permitiu atingir a marca de mais de 31.000 horas voadas, nestes 26 anos de presença da Aviação Naval na Amazônia.

Locais

Amazonas

status legal

funções, ocupações e atividades

Prover meios aéreos em apoio às unidades de superfície e de tropa e as demais Organizações Militares da Marinha do Brasil, a fim de contribuir para a aplicação do Poder Naval na área do Comando do 9º Distrito Naval.

Mandatos/Fontes de autoridade

Estruturas internas/genealogia

contexto geral

Área de relacionamento

Área de ponto de acesso

Ocupações

Área de controle

Identificador do registro de autoridade

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status

Final

Nível de detalhamento

Parcial

Datas de criação, revisão e eliminação

11/09/2013 - Estagiário Gustavo Nascimento Rocha Dias

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Notas de manutenção

  • Área de Transferência

  • Exportar

  • EAC