Fundo TERBTI - Terceiro Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais

Código de referência

RJDPHDM TERBTI

Título

Terceiro Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais

Data(s)

  • 16/01/1969 (Produção)

Nível de descrição

Fundo

Dimensão e suporte

Dimensões variadas
Suportes: papel, microfilme, filme, fita e digital

Nome do produtor

(16/01/1969)

História administrativa

Criado em 16 de janeiro de 1969, como Destacamento Especial, cuja função dada pela Marinha, era a guarda de presos políticos, foi instalado em prédios pertencentes ao antigo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) localizado na Ilha das Flores. No dia 09 de outubro de 1969, passamos de simples Destacamento a Batalhão, que mais tarde seria 3ºBatalhão de Infantaria, subordinado ao então Núcleo da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais, criado pelo Aviso nº1.266 de 24 de outubro de 1969 do Exmº Sr. Ministro da Marinha Almirante-de-Esquadra AUGSUTO HAMANN RADEMAKER GRUNEWAL.
Instalado ainda nas antigas instalações na Ilha das Flores,era organizado em Companhia de Comando, Companhia de Serviço e três Companhia de Infantaria de Fuzileiros Navais, Passando à subordinação da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais, sendo o então Comandante Geral do CFN o Exmº Sr. Vice-Almirante (FN) HEITOR LOPES DE SOUZA, foi designado comandante do recém criado Btl Paissandu, o CMG (FN) CLEMENTE JOSÉ MONTEIRO FILHO. Em 1º de julho de 1971 transferiu-se para as atuais instalações do complexo naval da Ilha do Governador, ocupando a porção oeste e tendo como portão de entrada o Pórtico das Pixunas.
O Batalhão Paissandu é o mais jovem dos Batalhões de Infantaria do CFN, porém tendo transcorrido mais de quatro décadas desde sua criação, testificamos a evolução desta Unidade em suas diversas participações nas mais variadas operações, tais como: Operações na Selva Amazônica e Pantanal de Mato-Grosso nas quais foi pioneiro, Operações NINFA IV e Operações Anfíbias no Caribe. Destacamos também as inúmeras operações hoje denominadas ADEST-EQUIPE, SUBEX-INF, AMIZADE e UANFEX. Recentemente abriu caminho para a participação do CFN como contingente em missões da ONU em Moçambique , Angola e atualmente no Haiti, sendo o primeiro a enviar tropa do CFN em todos eles.
Paissandu, cujo nome relembra dois fatos notáveis das Armas brasileiras, em especial o CFN, em suas participações, primeiro na Campanha Cisplatina em 01 de setembro de 1881, quando as forças sob o comando do Brigadeiro DIOGO DE SOUZA, tomaram, após sangrento combate, a praça PAISSANDU, no vilarejo de mesmo nome. O segundo, na tomada da mesma praça, com início das ações em 06 de dezembro de 1864 e término no dia 02 de janeiro de 1865, estando as forças de terra sob o comando do Marecheal de Campo JOÃO PROPÍCIO MENA BARRETO, e as de mar sob o comando do inolvidável herói de Marinha do Brasil, Vice-Almirante JOAQUIM MARQUES DE LISBOA, então Visconde de Tamandaré. Cumpre citar que este brilhante feito d´armas, cuja importante participação do Batalhão Naval com um contingente de 380 praças sob o comando do Capitão-de-Fragata SALUSTIANO CAETANO DOS SANTOS arrebatou ao inimigo sua posição mais forte. Após 52 horas ininterruptas de rudes combates, a então vila de Paissandu foi tomada quarteirão por quarteirão, conquistando palmo a palmo as posições guarnecidas, obrigando o inimigo a reunir-se nas últimas obras para sobre elas convergir os fogos de artilharia e os esforços dos Batalhões, e cumpre citar neste feito de guerra dos Fuzileiros Navais, através das figuras dos então Primeiros-Sargentos, do então Batalhão Naval, FRANCISCO BORGES DE SOUZA e ALEXANDRE JOSÉ DA SILVA, que se portaram com intrepidez admirável, tendo este a honra de ser o primeiro que colocou a bandeira Imperial no alto da matriz.

Entidade custodiadora

Procedência

Terceiro Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais.

Âmbito e conteúdo

Documentos relacionados ao Terceiro Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais.

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Condições de acesso

Livre

Condiçoes de reprodução

Sem restrição

Idioma do material

  • português do Brasil

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Identificador(es) alternativos

Pontos de acesso de assunto

Pontos de acesso local

Pontos de acesso de gênero

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status

Final

Nível de detalhamento

Parcial

Datas de criação, revisão, eliminação

31/10/2013

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

Zona da incorporação

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