Fundo NDDCEA - Navio de Desembarque Doca-Ceará

Código de referência

RJDPHDM NDDCEA

Título

Navio de Desembarque Doca-Ceará

Data(s)

  • 28/11/1989 (Produção)

Nível de descrição

Fundo

Dimensão e suporte

Suporte papel: A4
Suporte digital: .PDF

Nome do produtor

(28/11/1989)

História administrativa

O Navio de Desembarque Doca Ceará - G 30, ex-USS Hermitage - LSD 34, é o quinto navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Estado do Ceará. Foi construído pelo estaleiro Ingalls Shipbuilding, em Pascagoula, Mississippi. Foi transferido por empréstimo de cinco anos, com opção de compra, e incorporado em 28 de novembro de 1989. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Asclepiades José Colmerauer dos Santos.

A oficialidade do recebimento do Ceará foi a seguinte:

- CMG Asclepiades José Colmerauer dos Santos - Comandante
- CF Nelson Moretti - Imediato
- CC (IM) Ruy César Musso Santos
- CC Sérgio Ribeiro Magalhães
- CC Marcos Augusto de Almeida

- CC Clóvis Loureiro Lima

- CT Alípio Jorge Rodrigues da Silva

- CT Camilo Lélis de Oliveira

- CT Renato Rodrigues de Aguiar Freire
- CT Jorge Antonio Fernandes da Rocha Pitta
- 1º Ten. Wladimilson Borges de Aguiar
- 1º Ten. Luiz Marcelo Campos Rangel
- 1º Ten. Mozart dos Santos Cardoso
- 1º Ten. (MD) Roberto Eduardo Gomes Casella Aversa
- 1º Ten. (IM) Marcus Vinícius Ponce Rodrigues

1989

Em dezembro, chegou ao Rio de Janeiro.

1994

Em julho e agosto, participou da Operação ONUMOZ I/94, transportando tropas do 26º Batalhão de Infantaria Pára-quedista do Exercito Brasileiro para integrar a Força de Paz da ONU em Moçambique. Nessa comissão realizou escala na África do Sul.

1995

Em agosto e setembro, participou da Operação UNAVEM III/95, transportando tropas do Exercito Brasileiro e do Corpo de Fuzileiros Navais para integrar a Força de Paz da ONU em Angola.

1996

Em 4 de março, foi criado o Comando do 1º Esquadrão de Navios Anfíbios (ComEsqdNAnf-1) ao qual passou a ser subordinado.

1997

Em 30 e 31 de julho, participou da Comissão COMSOL 97, transportando o Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, a Presidente do do Conselho da Comunidade Solidária, Dra. Ruth Cardoso, professores e estudantes do programa Universidade Solidária.

Entre 16 e 18 de setembro, realizou comissão de estagio a bordo com Guardas-Marinha do QAFO-97.

1999

Em fevereiro, participou da comissão POIT-I/99, junto com o NDCC Mattoso Maia - G 28, transportando material para Ilha de Trindade. Durante a POIT-I/99 foi realizada a maior faina helitransportada da MB, tendo sido transportados cerca de 500 toneladas de carga para ilha.

Em 28 de novembro, completou 10 anos serviço, tendo até aquela data atingido as mas de 122.402.2 milhas navegadas e 654.5 dias de mar.

2000

Entre 19 e 24 de abril, participou da Operação CABRALIA-BRASIL 500 ANOS, prestando apoio em virtude das comemorações dos 500 Anos do Descobrimento do Brasil na região de Cabralia, Porto Seguro (BA), que contaram com a participação do Presidente Fernando Henrique Cardoso.

Participou da Operação TROPICALEX I/00.

2001

Em 31 de janeiro, o Comando do 1º Esquadrão de Navio Anfíbios, foi extinto e absorvido pelo Comando do 1º Esquadrão de Apoio (ComEsqdAp-1), pelo Decreto n.º 3682 de 06/12/2000.

Em fevereiro, a MB recebeu o certificado de transferência do NDD Ceará, do Governo dos EUA, adquirido definitivamente em 24 de janeiro.

2002

Entre 31 de janeiro e 5 de fevereiro, realizou exercícios na área marítima entre o Rio de Janeiro e Santos, compondo junto com a F Liberal, o GT 801.2, sob o Comando da 1º Divisão da Esquadra (ComEsqdE-1). No dia 3, embarcou em Santos o Ministro da Defesa (MD) Geraldo Quintão e o Chefe do Estado Maior de Defesa (CEMD), Almirante-de-Esquadra José Alfredo Lourenço dos Santos. No dia 4 a bordo da Liberal o MD acompanhou exercício de tiro sobre alvo da Ilha de Alcatrazes. No dia 5, o MD assistiu o lançamento de dois CLAnf AAV 7 nas proximidades da Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ), em Niterói.

Entre 28 de outubro e 1º de novembro, participou da Operação FRATERNO XXI, realizada em águas brasileiras entre Salvador e o Rio de Janeiro em conjunto com a Armada Argentina. Participaram pelo Brasil além do Ceará, a F Constituição – F 42, Bosisio – F 48, o NT Marajó – G 27 e o S Tapajó – S 33, além de uma Cia de Fuzileiros do Btl Paissandú, um Grupo de ComAnf, um DestacMEC e aeronaves da ForAerNav. Pela ARA participaram a F ARA La Argentina – D 11, a Cv ARA Rosales – P 42, NTr Bahia de San Blas – B 4 e o S. ARA San Juan – S 42, uma Cia do BIM 2, e um Destacamento do Tático Buzo. Durante a FRATERNO XXI, foi realizada pela primeira vez uma Operação Anfíbia Combinada em território brasileiro entre as duas marinhas.

2003

Entre 14 e 29 de janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX I/03, junto com o NAe São Paulo – A 12 (capitania), F Constituição – F 42, F União – F 45, F Rademaker – F 49, CT Pernambuco – D 30, NT Gastão Motta – G 23 e o S Tapajó – S 33. Nessa comissão transportou 56 alunos oficiais do 4º ano da EFOMM do CIAGA, tendo visitado o Porto de Salvador (BA) entre os dias 23 e 27 de janeiro.

Até dia 25 de julho, havia atingido as marcas de 803.5 dias de mar e 138.558.5 milhas navegadas.

Entre 29 de novembro e 7 de dezembro, participou da Operação UANFEX-03 como capitânia da FT anfíbia, composta também do NDCC Mattoso Maia - G 28, NTrT Ary Parreiras - G 21 e o RbAM Almirante Guillobel - R 25. A UANFEX-03, realizada em Itapemirim (ES), constou na retirada do grupo de assalto permanecido em território inimigo durante a Operação INCURSEX-03. A Força-Tarfa Anfibia foi comandada pelo Comandante da 2ª Divisão da Esquadra e a Força de Desembarque pelo Comandante da Tropa de Desembarque. Os exercícios foram acompanhados pelo ComemCh e pelo CEMA. Além dos navios participaram três He Super Puma e um Esquilo, um destacamento de MEC e do Componente de Combate Terrestre nucleado no BInfFN Payssandú, que contou com o apoio de artilharia, carros lagarta anfíbios, carros de combate, mísseis antiaéreos, engenharia, comunicações, assim como de elementos de apoio logístico, resultando na presença de, aproximadamente, 700 fuzileiros navais na área.

2004

No dia 18 de fevereiro, com o navio atracado na BNRJ foi realizada a cerimônia de assunção ao cargo de Comandante do 1º Esquadrão de Apoio do CMG Francisco José Torres Montenegro.

Em 28 de maio, partiu as 12:00 hs do Rio de Janeiro, como capitânia do GT-705.2 composto também pelo NDCC Mattoso Maia - G 28, F Rademaker - F 49 e o NT Almirante Gastão Motta - G 23 com destino a Port-au-Prince, como parte da Missão das Nações Unidas de Estabilização do Haiti – MINUSTAH. O GT devera voltar para o Brasil no dia 14 de julho, ficando o NDCC Mattoso Maia, por mais 30 dias na região prestando apoio logístico a Força de Paz.

2005

Entre os dias 19 e 26 de janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 05, realizada nos litorais do Rio de Janeiro e São Paulo, incluindo Ilha Grande (RJ), São Sebastião (SP) e Alcatrazes (SP), integrando o GT 701.1, comandado pelo CA Eduardo Monteiro Lopes, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra. O GT 701.1 era composto pelas F Defensora - F 41 (capitânia) e Bosisio - F 48, Cv Inhaúma - V 30 e o NT Almirante Gastão Motta - G 23. Também participaram como unidades isoladas o S Tupi - S 30, os NPa Guajará - P 44 e Gurupá - P 46 e o NTrT Ary Parreiras - G 21. Além desses unidades da Esquadra, participaram aeronaves dos Esquadrões HA-1, HU-1 e HU-2 e elementos do GRUMEC. Estiveram distribuídos nos diversos navios, 267 Aspirantes da Escola Naval e mais Oficiais Alunos da EFOMM. Visitou o porto de Santos entre os dias 21 e 24 de janeiro.

D a t a s:
Batimento de Quilha: 11 de abril de 1955
Lançamento: 12 de junho de 1956
Incorporação (USN): 14 de dezembro de 1956
Baixa (USN): 2 de outubro de 1989
Incorporação (MB): 28 de novembro de 1989

Entidade custodiadora

Procedência

Navio de Desembarque-Doca Ceará.

Âmbito e conteúdo

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Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Condições de acesso

Livre

Condiçoes de reprodução

Sem restrição

Idioma do material

  • português do Brasil

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

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Pontos de acesso local

Ponto de acesso nome

Pontos de acesso de gênero

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Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status

Final

Nível de detalhamento

Parcial

Datas de criação, revisão, eliminação

23/10/2013

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

Zona da incorporação

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