Fundo NAOARO - Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel

Código de referência

RJDPHDM NAOARO

Título

Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel

Data(s)

  • 25/04/1994 (Produção)

Nível de descrição

Fundo

Dimensão e suporte

Suporte papel: A4
Suporte digital: .PDF

Nome do produtor

(25/04/1994)

História administrativa

O Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel - H 44, ex-Polar Queen, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Ary dos Santos Rongel. Foi construído pelo estaleiro George Eides Sonner A/S, de Hoylandsbygd, Noruega, como navio de pesquisas para empresa G. C. Rieber Shipping A/S, de Bergen, Noruega. Entrou em serviço em 22 de janeiro de 1981. Em 1993 através de concorrência internacional, foi iniciado o processo de obtenção de um novo meio flutuante para o apoio do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). No período de 10 a 13 de fevereiro, o Polar Queen, foi inspecionado por oficiais da Marinha do Brasil em Capetown (África do Sul), tendo sido comprovadas as suas excelentes condições de material, equipamentos de pesquisa e sensores, capacitando-o a operar em campo de gelo fragmentado. Em 23 de fevereiro de 1994, foi assinado o contrato de aquisição do Polar Queen, junto a empresa Polar Queen A/S, no valor de US$ 15.9 milhões, sendo o navio entregue a MArinha do Brasil em 19 de abril de 1994. Foi submetido a Mostra de Armamento e Incorporado à Armada em 25 de abril de 1994, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Carlos Eduardo Cezar de Andrade.

O Ary Rongel, como "Polar Queen" tinha o Código Internacional "LKAW" e realizava em especial pesquisas sobre focas nas regiões austrais e serviço de apoio logístico no Mar do Norte e Antártica.

1994

Em dezembro, partiu do Rio, dando inicio a XIII edição da Operação Antártica (OPERANTAR XIII).

1995

Em 7 de novembro, iniciou a OPERANTAR XIV.

1996

Em 30 de março, encerrou a OPERANTAR XIV, tendo prestado apoio à 17 projetos científicos, perfazendo um total de 115 dias de mar e 13.000 milhas náuticas, sendo visitados os portos de Rio grande-RS, Punta Arenas (Chile), Ushuaia (Argentina) , Mar del Plata (Argentina) e Rio Grande.

Em 25 de abril, completou dois anos de sua incorporação à Armada.

Em 31 de outubro, foi ativado na Ilha Fiscal, o Grupamento de Navios Hidroceanograficos (GNHo), criado pela portaria n.º 0323, do MM, de 02/09/1996, ao qual o Antares passou a ser subordinado.

Em 5 de novembro, suspendeu do Rio de Janeiro, dando inicio a OPERANTAR XV. Além do apoio a EACF, nessa comissão foram conduzidos trabalhos constantes de 21 projetos de pesquisas, conduzidos por 8 diferentes universidades e instituições cientificas nacionais. Um desses projetos, sob responsabilidade da DHN, a Cartografia Náutica da Antártica, foi executado pelo pessoal do próprio navio, consistindo no levantamento de dados batimétricos e marégraficos para a confecção de cartas náuticas da região.

1997

Em março, na Antártica, recebeu a visita do Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Mauro César Rodrigues Pereira.

1998

Em 27 de outubro, iniciou-se a OPERANTAR XVII.

1999

Com o encerramento da OPERANTAR XVII, concluiu a última etapa do levantamento hidrográfico das proximidades da Ilha Elefante, cujo propósito era a construção da carta n.º 25.110. Essa sondagem faz parte do Programa de Cartografia Náutica da Antártica, assumido pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) frente à Organização Hidrográfica Internacional (OHI). Nessa comissão foi utilizado pela primeira vez, o Sistema de Posicionamento OMNISTAR, sem necessidade de estação transmissora de correção em terra.

Em 26 de outubro suspendeu do Rio de Janeiro dando inicio a Operação ANTARTICA XVIII.

2000

Em 26 de março, regressou ao Rio de Janeiro concluindo a OPERANTAR XVIII, onde prestou apoio a projetos ligados a FURG, URGS, USP e ao INPE, nos campos da Oceanografia, Geografia, Meteorologia, Biologia e Glaciologia, nas Ilhas Rei George, Biscoe, Joinville e Elefante. Realizou ainda 62 estações oceanográficas no Mar de Wedell e deu continuidade ao levantamento hidrográfico nas proximidades da Ilha Elefante. Nesta operação, com um total de 152 dias de comissão, foram efetuados 129 dias de mar e navegadas 18.000 milhas náuticas, tendo sido visitados os portos de Rio Grande, Punta Arenas (Chile), Ushuaia (Argentina) e Mar del Plata (Argentina).

Em outubro, foi submetido a vistoria de Segurança de Aviação, pelo Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM).

Em 7 de novembro, partiu do Rio de Janeiro, dando inicio a OPERANTAR XIX.

2001

Em 29 de outubro, iniciou a Operação ANTÁRTICA XX, que foi concluída em 24 de março de 2002.

2002

Em 19 de março, retornou da Antártica, encerrando a OPERANTAR XX, atracando no porto de Rio Grande-RS, após uma comissão de cinco meses. No dia 21 de março chegou ao Rio de Janeiro.

Em 29 de outubro, suspendeu do Rio de Janeiro, dando inicio a OPERANTAR XXI.

Entre 1º e 10 de novembro, escalou em Rio Grande para receber mais carga com destino a continente antártico.

Entre 23 de dezembro a 2 de janeiro de 2003, visitou a cidade de Punta Arenas (Chile).

2003

Entre 7 e 13 de fevereiro, visitou a cidade de Ushuaia (Argentina), e de 12 a 17 de março Mar de Plata (Argentina).

Nos dias 19 e 20 de março, esteve em Rio Grande, para desembarque de carga procedente da EACF, chegando ao Rio de Janeiro em 23 de março, quando encerrou a OPERANTAR XXI.
2005
Em 19 de setembro, foi submetido a VSA pelo SIPAAerM.
Em 27 de outubro, suspendeu do Rio de Janeiro, dando inicio a OPERANTAR XXIV.

2006

Em 7 de abril, chegou ao Rio de Janeiro, depois de cerca de seis meses em operação no Continente Antártico e 140 dias de mar, concluindo a OPERANTAR XXIV, na qual forneceu apoio a pesquisas cientificas e realizou o reabastecimento da EACF.

Para o cumprimento da OPERANTAR XXIV, o navio contou com dois helicópteros UH-13 do Esquadrão HU-1, e uma equipe de quatro mergulhadores da Força de Submarinos. Participaram da operação três oficiais pertencentes as Marinhas do Chile, Equador e Uruguai, servidores civis do AMRJ e trinta pesquisadores que trabalharam em diversos projetos.

Foram realizadas as seguintes atividades, dentre outras: instalação de estações oceanográficas no Estreito de Drake e na Península Antártica; levantamento hidrográfico das proximidades da Ilha Elefante; instalação de duas estações automáticas de captação de dados meteorológicos, em Joinville e no Morro da Cruz, ambas na ilha Rey George; colocação de transmissores satélites em cetáceos; censo de elefantes marinhos em todas as praias da Ilha Elefante; inspeção e manutenção dos refúgios brasileiros na Antártica; e apoio aos programas antárticos da Alemanha, Argentina, Bulgária e Equador.
Em setembro, realizou a 1ª Fase da Operação ANTÁRTICA XXV, realizando o transporte do material para ser empregado na instalação dos novos tanques de armazenamento de óleo combustível na EACF, tendo visitado os portos de Punta Arenas (Chile) e Mar del Plata (Argentina). Em 21 de outubro, suspendeu do Rio de Janeiro dando inicio a 2ª fase da OPERANTAR XXV.
2007
Em comissão preparativa para a próxima Operação ANTÁRTICA, escalando em Itajaí-SC entre os dias 14 e 17 de setembro.

Em 7 de outubro, suspendeu do cais da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), dando inicio a OPERANTAR XXVI. Em 10 de outubro, esteve em Rio Grande-RS, a fim de a fim de concluir o embarque do material para a Estação Antártica Comandante Ferraz - EACF e efetuar o recebimento das vestimentas especiais pelos pesquisadores embarcados e tripulantes do navio. O navio suspendeu de Rio Grande no dia 12 de outubro, rumo a Antártica, devendo chegar à EACF no dia 02 de novembro.

Na OPERANTAR XXVI, esta prevista a operação do navio no mar da região antártica por cinco meses e meio, além de visitar os portos de Rio Grande-RS, Punta Arenas (Chile), Ushuaia (Argentina) e Montevidéo (Uruguai). Dentre as tarefas alocadas ao navio, está planejado o reabastecimento da EACF e o apoio a vários projetos de pesquisa, além da realização de sondagens e levantamentos oceanográficos na Passagem de Drake.

Durante a Operação Antártica XXVI, o PROANTAR apoiará 19 projetos científicos e 1 projeto de tecnologia. Os projetos investigarão as mudanças ambientais na Antártica e seus impactos globais e realizarão o monitoramento ambiental da Baía do Almirantado, local onde está instalada a Estação Antártica Brasileira. As atividades científicas envolverão 214 (duzentos e quatorze) pesquisadores de diversas instituições de ensino e pesquisa, que desenvolverão
suas atividades em várias regiões na Antártica, utilizando como base a EACF, o NApOc Ary Rongel e cinco acampamentos.

O Arsenal de Marinha no Rio de Janeiro – AMRJ também terá um papel relevante nesta OPERANTAR. Funcionários daquela importante unidade naval darão prosseguimento às atividades de manutenção e revitalização das instalações da EACF, iniciadas na OPERANTAR XXIV, o que atesta o alto grau de mobilidade logística da Marinha do Brasil. Os novos tanques de combustível custeados pela Petrobras, importante parceiro do PROANTAR, e construídos pelo AMRJ, serão instalados na EACF nesta Operação. Cabe ressaltar as melhorias previstas para o
complexo sistema de telecomunicações instalado pela Oi/Telemar, outra importante empresa parceira deste Programa.

Ainda na OPERANTAR XXVI, consoante decisão governamental, o navio prestará apoio à Base Antártica Argentina Esperanza, em face à necessidade acarretada pelo incêndio ocorrido com o Navio-Polar ARA Almirante Irizar - Q 5, daquele país. O navio deverá retornar ao Brasil no mês de abril de 2008, atracando no AMRJ no dia 13 daquele mês.

O Ary Rongel, da Marinha do Brasil, recebeu, no dia 23 de novembro, às 4h50, por intermédio da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), uma mensagem de solicitação de socorro enviada pela Base Antártica Chilena "Presidente Eduardo Frei", relativa a acidente com o navio de passageiros M/V "Explorer", de bandeira de liberiana.

O Ary Rongel dirigiu-se à cena de ação, estabeleceu contato com o navio de passageiros "Nordnorge", que por sua vez possuía comunicação com o "Explorer", e lançou um dos seus helicópteros UH-13 Esquilo em direção ao local do acidente. A equipe do helicóptero reportou o resgate de toda a tripulação do "Explorer" pelos navios "Nordnorge" e "Endeavour", não sendo necessário realizar evacuação aeromédica.O "Nordnorge" e o "Endeavour" deixaram a cena de ação, transportando os náufragos para a Base Antártica Chilena. O "Ary Rongel" rebocou 4 baleeiras do "Explorer", que encontravam-se à deriva, para a EACF.

2008

Por dois dias recebeu a bordo a visita de Parlamentares integrantes da Frente Parlamentar de Apoio ao Programa Antártico Brasileiro (Proantar) realizaram uma visita ao Continente Antártico, no período de 23 a 31 de janeiro. A comitiva foi composta pelas seguintes autoridades: Senador Renato Casagrande; Deputados Federais Colbert Martins, Edmilson Valentim, Fábio Ramalho, Fernando Chucre, Jorginho Maluly, Lelo Coimbra, Luciano Pizzato, Maria Helena, Moreira Mendes, Paulo Teixeira, Ricardo Trípoli e Vinicius Carvalho; Dr. Luiz Elias, Secretário-Executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia; José Oswaldo Siqueira, Diretor do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Sergio de Souza Lima, Diretor do Banco Central; Valdo Rogério, da Casa Civil da Presidência da República; e pelos assessores do Congresso: Abraham Lincoln Cardoso, Ilana Trombka, Izaias Faria de Abreu, Maria Carmen Souza, Maria Elisa Eichler e Solange Loiola Cavalcanti.

Em 17 de fevereiro recebeu a visita do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e comitiva, composta pelos Ministros da Defesa, Nelson Jobim; da Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende; Ministro-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins; e pelo Comandante da Marinha, Alte Esq Julio Soares de Moura Neto, que também estiveram na Estação Antártica “Comandante Ferraz” (EACF).

Em 8 de abril, chegou a Rio Grande, descarregando o material de uso especifico no continente Antártico, que é de responsabilidade da Estação de Apoio Antártico (ESANTAR).

Na manhã de 15 de março, com o navio na Baía do Almirantado, seguindo para a Estação Antártica chilena, desapareceu o 2º SG-MG Laércio de Melo Olegário.

Em 13 de abril, chegou ao Rio de Janeiro, atracando no cais da DHN em Niteroi, encerrando assim XXVI OPERANTAR, a mais longa até essa data, tendo durado 189 dias, muito também em função do Ano Polar Internacional 2007-2008. Além de suas tarefas rotineiras, o Ary Rongel abasteceu a base argentina “Esperanza”, apoiou a estação polonesa “Arctowisk” e a estação búlgara “Ohridiski”. Essa também foi a comissão em que foram realizadas mais horas de vôo (236,4h), com 557 pousos e decolagens a bordo.

No dia 7 de outubro, iniciou a XXVII Operação Antártica (OPERANTAR), com a partida do cais da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) em Niterói. Nessa comissão, além do reabastecimento da EACF e o apoio a projetos de ciência e tecnologia, serão realizadas sondagens e levantamentos oceanográficos desde o continente sul-americano até a Antártica e o monitoramento ambiental da Baía do Almirantado, localizada nas proximidades da Ilha Rei George (Ilhas Shetlands do Sul). O regresso ao Rio de Janeiro esta previsto para o dia 14 de abril de 2009.
Entre 10 e 12 de outubro, esteve no porto de Rio Grande–RS para o embarque do material que seguirá para a EACF e o recebimento das vestimentas especiais polares para os tripulantes e pesquisadores embarcados. Ao longo da comissão serão visitados os portos de Mar del Plata e Ushuaia (Argentina), Punta Arenas (Chile) e Montevideo (Uruguai).

2009

Em 14 de abril, regressou ao Rio de Janeiro, encerrando a sua participação na Operação ANTARTICA XXVII.

2009

Em 15 de novembro, encoutrou-se pela primeira vez com o Almirante Maximiano no continente Antartico, durante a Operação ANTARTICA XXVIII.

2010

Em abril, encerrou sua participação na Operação ANTARTICA XXVIII.

2011

Em 23 de abril, retornou ao Brasil, encerrando a Operação ANTARTICA XXIX, depois de escala na Argentina, atracando no porto de Rio Grande para descarregar material da Estação de Apoio Antártico (ESANTAR).

Em 9 de outubro suspendeu do Rio de Janeiro junto com o NPo Almirante Maximiliano – H 41. para participar da XXX Operação ANTARTICA e 18ª comissão do navio ao continente gelado. Entre os dias 11 e 14 de outubro os navios estiveram em Rio Grande, na Estação de Apoio Antártico da Universidade Federal do Rio Grande (ESANTAR/FURG), aonde carregaram roupas para mais de 140 pessoas, entre tripulantes e pesquisadores, assim como praticamente todo o material necessário para o trabalho a ser realizado no Continente Antártico: água, alimentos, barracas, equipamentos de alpinismo e sobrevivência, medicamentos, gás e até veículos como motos de neve e quadriciclos.

O material já saiu organizado e dividido em caixas de marfinite ou madeira que foram encaminhadas para a EACF e os diversos acampamentos formados por grupos de pesquisa, no próprio Continente Antártico ou em ilhas próximas, onde são realizados os trabalhos de pesquisa.

Esse material é recebido, conferido, re-acondicionado, armazenado e novamente distribuído pela ESANTAR, ano após ano, em um trabalho rotativo que não cessa. Embora as Operações Antárticas se realizem durante os meses mais quentes do Hemisfério Sul (outubro a abril), vale lembrar que em todos os meses ocorrem vôos de apoio, também organizados pela Secretaria Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM) e executados pela Força Aérea Brasileira (FAB).

2012

Dentre as atividades executadas pelo navio durante a comissão desse verão antártico, destacam-se o transporte, até a EACF, da Lancha Petrel, que será mais um meio a auxiliar as pesquisas na Baía do Almirantado, e do motogerador a etanol e quatro tanques desenvolvidos pela Vale Soluções em Energia (VSE). Eles permitem fornecer energia a EACF partir de fonte renovável. O motogerador foi inaugurado no dia 10 e é o primeiro a biocombustível a operar sobre as condições extremas do Continente Antártico.

Em 11 de janeiro, atracado em Punta Arenas (Chile), recebeu a visita do MD Embaixador Celso Amorim, que estava acompanhado pelo CM AE Moura Neto, pelo CAer Junito Saito e pelo Embaixador do Brasil no Chile, Frederico Cezar de Araujo.

Em janeiro/fevereiro o navio permaneceu em Punta Arenas em reparos pois sofreu problemas de máquinas.

Em 7 de abril suspendeu da Antártica junto com o NPo Almirante Maximiano, iniciando a viagem de regresso ao Brasil.

Entre 24 e 26 de abril estiveram em Rio Grande-RS, onde foi descarregado e devolvido a Estação de Apoio Antártico (ESANTAR) parte do material usado nessa campanha. Outra parte do material que os navios trouxeram, incluindo lixo resultante do incêndio de grandes proporções ocorrido na base brasileira - Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) - em 25 de fevereiro, seguiu para o Rio de Janeiro. Muito do material que voltaria com os navios, como motos de neve e quadriciclos, se perderam no incêndio.

Entre o material que veio nos navios e vai para o Rio de Janeiro, estão dois tanques de etanol, do projeto de implantação de produção de energia limpa na estação brasileira, que se encontravam em Punta Arenas e seriam levados para a EACF. Os outros quatros tanques, que foram para o continente gelado em outubro, ficaram na área da estação. Eles não foram atingidos pelo incêndio. Já o gerador deles foi parcialmente destruído.

Em 30 de abril chegou ao Rio de Janeiro encerrando a sua participação na XXX OPERANTAR.

Participou da Operação ANTARTICA XXXI, que foi iniciada no dia 6 de outubro, e contou com ainda com o NOc Almirante Maximiano – H 41, o NSS Felinto Perry – K 11, e também com o apoio do navio mercante "M/V Germania" e do Navio de Transporte de Pessoal e Carga da Armada Argentina ARA Bahia de San Blas – B 4.

Na tarde de 30 de novembro, suspendeu do cais da DHN em Niterói, iniciando sua travessia para o Continente Antártico. Essa foi a sua 19ª comissão na OPERANTAR. O navio tem previsão de retornar a sede em abril de 2013.

2013

Em 19 de abril atracou em Rio Grande-RS e em 25 de abril chegou ao Rio de Janeiro, atracando no píer da DHN, encerrando a sua participação na XXXI OPERANTAR. Nessa comissão registrou as marcas de 120 dias de mar e mais de 17.300 milhas navegadas.

Na manhã de 6 de outubro suspendeu da BNRJ, junto com o NOc Almirante Maximiano, dando inicio a XXXII Operação Antártica (OPERANTAR). Nessa edição os navios devem fazer escalas em Rio Grande-RS, Buenos Aires e Ushuaia (Argentina), Punta Arenas (Chile) e Montevideo (Uruguai).

Entidade custodiadora

Procedência

Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel.

Âmbito e conteúdo

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Sem Restrição

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  • português do Brasil

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Nível de detalhamento

Parcial

Datas de criação, revisão, eliminação

26/11/2013

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