Dossiê ERP - Escuna Rio da Prata

Código de referência

RJDPHDM SENM II-ANI Séc.XIX-N-ERP

Título

Escuna Rio da Prata

Data(s)

  • 1830 (Acumulação)

Nível de descrição

Dossiê

Dimensão e suporte

Suporte: Papel
Dimensão: Irregular

Entidade custodiadora

Procedência

Âmbito e conteúdo

Rio da Prata (II): Navio de madeira, de propulsão a vela de armação em escuna. Era de construção e propriedade americana do norte, chamada Shillela, e foi apresado pela nossa Esquadra a 30 de dezembro de 1827, quando pretendia romper o bloqueio que mantínhamos no Rio da Prata. Tinha 76 pés de comprido, 21 de boca e 10 de pontal, Artilhado com 10 caronadas de calibre 12. Depois de julgado o seu apresamento pelo tribunal competente, foi incorporado à nossa Força Naval. Foi-lhe fixada uma guarnição de 60 homens. Assumiu seu comando o Tenente Joaquim Marques Lisboa. Seguiu a Pernambuco, a auxiliar a sufocação da revolta de 1832. A 15 de abril desse ano, postou-se em frente da Alfândega e atacou as trincheiras rebeldes. No dia seguinte, continuou o fogo, tendo dois homens mortos e 112 feridos. Recebeu os tiros dos rebeldes refugiados no convento da Madre de Deus. A 17 de abril de 1833, Tamandaré deixou o seu comando; em julho desse ano, achava-se em Alagoas sob o comando do Tenente José Antonio Correia, substituído em maio de 1834 pelo Tenente Antonio C. Figueira de Figueiredo, que transmitiu em setembro ao seu colega Luiz Caetano de Almeida. Seguiu para´Montevidéu, de onde voltou a 3 de janeiro de 1835. No dia 17 desse mês, partiu para Pernambuco, sob o comando do Tenente Francisco de Paula Osório. Em março nela embarcou o Tenente Antonio Leocádio do Couto. Em maio estava de viagem para Pará. Em setembro, estava sob o comando do Tenente João Maria Wandenkolk. A 6 de fevereiro de 1836, partiu para Belém, para a Vila da Vigia, levando tropas para combater os rebeldes cabanos, o que conseguiu no dia 10, sob o comando do CT Bartolomeu Hayden. A 22 do dito mês atacou a Vila de Colares dominada pelos insurgentes. Em maio, sob o comendo do Tenente Agnelo Pedro Bittencourt, tomou o arrabalde das Pedreiras (dia 13). A 4 de outubro, tomou a Vila de Santarém. Em 1839, continuava estacionado no Pará. Foi também mandada pelos Tenentes Francisco Vieira Leitão e Vitório J. Barbosa Lomba.

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Condições de acesso

livre

Condiçoes de reprodução

sem restrição

Idioma do material

  • português ibérico

Script do material

Notas ao idioma e script

Manuscrito

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

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Identificador(es) alternativos

Pontos de acesso de assunto

Pontos de acesso local

Ponto de acesso nome

Pontos de acesso de gênero

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status

Preliminar

Nível de detalhamento

Parcial

Datas de criação, revisão, eliminação

criado em 03/05/2016

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

Nota do arquivista

Lançado por Estagiária Debora B Farias

Zona da incorporação

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