Fundo DFAPENAII - Dique Flutuante Afonso Pena II

Código de referência

RJDPHDM DFAPENAII

Título

Dique Flutuante Afonso Pena II

Data(s)

  • 1943 (Produção)

Nível de descrição

Fundo

Dimensão e suporte

Suporte papel: A4
Suporte digital: .PDF
Documentos iconográficos:

Nome do produtor

(1943)

História administrativa

Dique flutuante construído nos Estados Unidos (ex ARD-14) lançado ao mar em 1943, foi cedido à Marinha do Brasil em 1961, sendo criado o Grupo de Recebimento pelo Aviso Ministerial n.º 0094 de 12 de janeiro de 1962. Iniciou seus serviços em 1.º de janeiro de 1963, ao docar o Contratorpedeiro ACRE. Foi incorporado à Marinha do Brasil pelo Aviso Ministerial n.º 008 de 05 de maio de 1968 e definitivamente comprado em janeiro de 1980
Inicialmente foi denominado CEARÁ, e posteriormente, rebatizado AFONSO PENA (Aviso Ministerial n.º 0876 de 20 de setembro de 1973) com indicativo visual G25.
Segunda embarcação da Marinha do Brasil a ostentar o nome AFONSO PENA, homenageia a Afonso Augusto Moreira Pena, ex-Presidente da República (1847-1909).
Possuía as seguintes características: deslocamento de 5.000t; 150,8m de comprimento; 24,6m de boca, dispondo para docagem de uma extensão de 97m, com capacidade para receber navios até 3.200 t. Sua lotação é de 07 oficiais e 100 praças.
O dique AFONSO PENA II foi construído para operar fundeado, ou na bóia, por tempo indeterminado. Não é autopropulsionado, movimentando-se apenas rebocado, possuindo forma de navio e dois lemes para auxiliar o reboque. E equipado com oficina para reparos de máquinas e estruturas, alojamento para a guarnição, cozinha, lavanderia e enfermaria.
O navio foi construído para prover apoio logístico móvel aos navios da Esquadra, o que realiza por meio de oficinas capacitadas à execução de diversos tipos de reparos, especialmente aqueles relacionados com as máquinas e as estruturas dos meios navais
Nas praças de máquinas estão localizados os motores geradores e demais equipamentos para os serviços de docagem, tais como conversores de solda, compressores, bombas de incêndio e água doce, grupo destilatório e caldeiras. E equipado ainda, com dois guindastes de 10t que executam os trabalhos de peso e auxiliam em serviços de docagem.
Em cumprimento à Portaria Ministerial nº167, de 30 de maio de 1997, o AFONSO PENA foi desligado da Esquadra e transferido para o Arsenal de Marinha do Rio de janeiro onde permanece prestando serviços.
Durante o período em que serviu diretamente à Esquadra, o Dique docou 177 navios, fez 50,5 dias de mar e navegou 3.706,6 milhas.

Entidade custodiadora

Procedência

Dique Flutuante Afosno Pena II

Âmbito e conteúdo

Documentos relacionados ao Dique Flutuante Afosno Pena II

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Condições de acesso

Livre

Condiçoes de reprodução

Sem restrição

Idioma do material

  • português do Brasil

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

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Identificador(es) alternativos

Pontos de acesso de assunto

Pontos de acesso local

Ponto de acesso nome

Pontos de acesso de gênero

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status

Preliminar

Nível de detalhamento

Parcial

Datas de criação, revisão, eliminação

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

Nota do arquivista

Inserido por CB AD Letícia Chagas

Zona da incorporação

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