Fundo CVBARR - Corveta Barroso

Código de referência

RJDPHDM CVBARR

Título

Corveta Barroso

Data(s)

  • 19/08/2008 (Produção)

Nível de descrição

Fundo

Dimensão e suporte

Suporte papel: A4
Suporte digital: .PDF

Nome do produtor

(19/08/2008)

História administrativa

A Corveta Barroso - V 34, é o quinto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva, Barão do Amazonas. A Barroso a principio será a única de sua classe. Foi ordenada em 1994, sendo construída no AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro, a um custo final estimado em US$ 263 milhões. O casco n.º 126, teve sua quilha batida em 21 de dezembro de 1994 e foi lançada ao mar em 20 de dezembro de 2002, em cerimônia presidida pelo Vice-Presidente da República Dr. Marco Antônio de Oliveira Maciel, tendo como madrinha a Sra. Solange Garcia Lopes Serpa, esposa do AE Ivan da Silveira Serpa, Ministro da Marinha no período compreendido entre 8 de outubro de 1992 a 1º de janeiro de 1994. A construção do navio esteve praticamente parada entre 2003 e 2005, por falta de recursos.
Em 2006. foi criado o Grupo de Recebimento da Corveta Barroso, tendo como Encarregado o Capitão-de-Fragata Luiz Roberto Cavalcanti Valicente.

Em 17 de abril de 2008, realizou provas de mar, perfazendo vários circuitos dentro da Baia da Guanabara, testando os sistemas de geração de energia e propulsão, sendo acompanhado de Rebocadores, mas mesmo, assim chegando a navegar de forma autônoma. Durante a saída, esteve a bordo uma equipe do CAAML, para realizar Inspeção de Segurança e conduzir adestramentos com a tripulação.

Em 19 de agosto de 2008, em cerimônia realizada no AMRJ que contou com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Comandante da Marinha, AE Júlio Soares de Moura Neto e do Chefe do Estado-Maior da Armada, AE Julio Saboya de Araujo Jorge, foi submetida a Mostra de Armamento e Incorporada a Armada, passando a subordinação da Diretoria-Geral de Material da Marinha, para dar prosseguimento a Avaliação Operacional do meio. Naquela ocasião foi confirmado no comando do navio o Capitão-de-Fragata Luiz Roberto Cavalcanti Valicente.

O reparo do canhão Vickers de 4.5 pol. que será instalado na Barroso é o mesmo retirado da F Constituição - F 42 durante o Programa ModFrag.

A oficialidade do recebimento da Barroso foi a seguinte:

- CF Luiz Roberto Cavalcanti Valicente - Comandante
- CC ? - Imediato
- CT ? - CheMaq

- CT ? - CheOpe

- CC Raphael P.V. Lamachia Jatobá - Encarregado Geral de Armamento (EGA)

- CT ? - Enc.Div

- CT ? - Enc.Div

- CT ? - Enc.Div

- CT ? - Enc.Div

- CT ? - Enc.Div

- CT ? - Enc.Div

- CT ? - Enc.Div

- CT ? - Enc.Serv Saude

2009

Em 19 de fevereiro, deixou a Baia da Guanabara, dando prosseguimento aos seus testes de mar e preparando-se para ser submetida a sua primeira CIAsA.

Os testes de mar foram bastante satisfatórios, o novo desenho da proa reduziu muito o embarque de água. A Barroso conseguiu atingir e manter uma velocidade de 29+ nós (contra 27 nós das Inhauma). Na sequencia passou por períodos de verificação e ajustagem dos sistemas eletrônicos e
sensores, até sua prontificação total e incorporação à Armada, com a posterior transferência para o Setor Operativo, prevista para maio ou junho de 2009, já com o Sistema de Combate comissionado.

Em 23 de novembro, em cumprimendo a OD n.º06/2009, foi transferida da Diretoria-Geral de Material da Marinha para o setor operativo, Comando de Operações Navais e na sequencia a Esquadra, passando a subordinação do 2º Esquadrão de Escoltas. Até essa ocasião o navio já havia registrado, durante a fase de testes de aceitação no mar dos sensores e armas do seu Sistema de Combate, cerca de 35 dias de mar e 3.900 milhas navegadas.

2010
Em 5 de junho, suspendeu do Rio de Janeiro, dando inicio a sua primeira grande comissão e também a sua primeira comissão ao exterior, seguindo para Africa onde visitá Namíbia, Angola, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe, Nigéria, Gana e Cabo Verde, junto com o NT Almirante Gastão Motta - G 23, que se juntara a ela depois de concluir sua participação na FRATERNO 2010.
Em 16 de junho, depois de 11 dias de travessia e cerca de 3.200 milhas navegadas, atracou no porto de Walvis Bay (Namibia), o primeiro visitado pelo navio fora do Rio de Janeiro. Em 19 de junho, chegou o Almirante Gastão Motta. Na sequencia da comissão serão visitados dos portos de Luanda (Angola), Malabo (Guiné Equatorial), São Tomé (São Tomé e Príncipe), Lagos (Nigéria), Acra (Gana) e Recife-PE.

Entre 30 de agosto e 17 de outubro, realizou sua segunda comissão ao exterior representando a Marinha do Brasil nas comemorações do Bicentenário de Independência do Chile, visitando os portos de Mar del Plata (Argentina), Valparaiso e Punta Arenas (Chile), Montevideo (Uruguai), Rio Grande-RS e Santos-SP.
Em 20 de setembro tomou parte na Revista Naval em comemoração ao Bicentenário do Chile. Pela Armada do Chile participaram o Veleiro-Escola Esmeralda, as Fragatas Almirante Williams – FF 19, Almirante Condell – FF 06, Almirante Cochrane – FF 05, Almirante Lynch – FF 07, Almirante Blanco Encalada – FF 15, Almirante Riveros – FF 18, Capitán Prat – FFG 11 e Almirante Latorre – FFG 14, as Lancha Lança-Mísseis Casma – LM 30, Angamos – LM 34, Riquelme – LM 36, Orella – LM 37, Serrano – LM 38 e Uribe – LM 39, os Navios de Desembarque Rancagua – LST 92 e Chacabuco – LST 95, o Navio de Apoio Aquiles – AP 41, o Navio de Minagem e Apoio Almirante Merino – BMS 42, o Navio de Apoio Oceanográfico Almirante Oscar Viel – AP 46, os Navios de Patrulha Oceânicos Piloto Pardo – OPV 81 e Comandante Toro – OPV 82 e os Submarinos Carrera – SS 22 e O´Higgins – SS 23. Além da Barroso as outras unidades estrangeiras participantes foram a Fragata USS Jarrett – FFG 33, da Marinha dos EUA; o Navio de Patrulha Costeira Mantilla – CG 34, da Prefectura Naval Argentina; o Contratorpedeiro HMCS Algonquin – DDG 283, da Marinha do Canadá e a Fragata HMS Portland - F 79, da Marinha Real Inglesa.

Entre 11 e 13 de outubro esteve em Rio Grande.
Esteve em Santos-SP entre os dias 15 e 18 de outubro. O navio chegou a barra na madrugada do dia 15 fundeando no fundeadouro n.º1, reservado a navios de guerra e depois de realizar operações aéreas com a aeronave orgânica demandou o porto por volta das 10:30h.

2011

Em 10 de fevereiro, atracada no cais do AMRJ, recebeu a visita do comandante da Marinha da Republica da Índia, AE (IN) Nirmal Verma e comitiva.

No dia 16 de fevereiro, SO-OR Maurício Alves dos Santos, da Cv Barroso foi agraciado com o Troféu POSITICON, em cerimônia presidida pelo ComenCh, VE Wilson Barbosa Guerra, como militar da Esquadra que mais se destacou no exercício da função de Controlador Aéreo Tático, em controle real no mar e em adestramentos realizados no CAAML no ano de 2010.

Em 11 de abril recebeu integrantes de Delegações de Marinhas Estrangeiras participantes da LAAD – Latin América Aero Defense, que estava sendo realizada no Rio de Janeiro.

No dia 7 de setembro participou do Desfile Naval em comemoracao a Indepedencia do Brasil, realizado entre a barra da Tijuca e a entrada da Baia da Guanabara, e do qual participaram o NAe São Paulo - A 12, as F Niterói – F 40 e Independência – F 44, a Cv Barroso – V 34, o NT Almirante Gastão Motta – G 23, o NHO Cruzeiro do Sul – H 38, os NPa Guajará – P 44 e Gurupá – P 46 e o S Tamoio – S 31.

No final da tarde de 28 de setembro suspendeu da BNRJ, retornado no inicio da manhã do dia 29.

Em 6 de outubro suspendeu da BNRJ por volta das 10:30hs para participar da Operação TROPICALEX-2011, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Natal, integrando a Força-Tarefa 710.1, sob o comando do ComemCh, VA Wilson Barbosa Guerra. A FT-710.1 foi formada pelas F Niterói – F 40 (capitânia), União – F 45, Greenhalgh – F 46 e Bosisio – F 48, a Cv Barroso – V 34 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23, além de 2 aeronaves UH-12/13 Esquilo e 3 aeronaves AH-11A Super Lynx, distribuídas pelos navios.

Também atuaram em apoio aos exercícios os S Tikuna – S 34 e Tamoio – S 31, o NSS Felinto Perry - K 11, a Cv Caboclo – V 19, os NPa Gurupá – P 46, na área do 1º DN e Grajaú – P 40 na área do 3º DN, além de uma aeronave P-95 Bandeirante Patrulha e dois caças-bombardeiros A-1 da FAB.

Foram visitados pelo navio os portos de Natal-RN (de 13 a 17/10) e Vitória-ES (21 a 24/10), retornando ao Rio de Janeiro em 26 de outubro.
Em 31 de outubro, por volta das 06:00h suspendeu do porto de Salvador para iniciar corridas na Raia Magnética da BNA, voltando a atracar no mesmo dia por volta das 13:00h.

No dia 1º de novembro repetiu o mesmo procedimento entre as 07:00h e 13:00h.

Entre os dias 3 e 5 de novembro, voltou a Raia Magnética pela manhã, atracando novamente no porto no período da tarde.

Em 7 de novembro, suspendeu de Salvador com destino ao Rio de Janeiro.

Em 30 de novembro, realizou saída ao mar, suspendendo do AMRJ por volta das 07:00h e retornando as 17:30h.

Em 9 de dezembro retornou a Baia da Guanabara atracando no AMRJ por volta das 10:30h, concluindo mais uma etapa de sua Avaliação Operacional, tendo realizado testes com o canhão de 4.5 pol. e com o sonar.

Os testes do canhão visaram determinar a capacidade de engajamento em Apoio de Fogo Naval, utilizando as instalações da Raia de Tiro Almirante Newton Braga de Faria, do Centro de Apoio a Sistemas Operativo, localizada na Ilha de Alcatrazes, em São Paulo. Os tiros efetuados pelo navio impressionaram a todos os envolvidos na condução do teste, devido à precisão das salvas e à eficácia do sistema em atender às correções introduzidas durante a espotagem. As mais de 50 granadas disparadas confirmaram, também, a confiabilidade do sistema de armas para emprego em engajamentos prolongados. Para os testes do sonar, a Barroso contou com o apoio do S Timbira - S 32. Nessa ocasião, foram realizados exercícios em que o sonar do navio mantinha o acompanhamento do submarino, em diferentes condições.

2012

Participou da Operação ASPIRANTEX-12 realizada entre 13 de janeiro e 1º de fevereiro na área marítima entre o Rio de Janeiro e os litorais argentino e uruguaio.

Participaram da Operação as F Niterói – F 40, Liberal – F 43 e Greenhalgh – F 46, as Cv Barroso – V 34 e Frontin – V 33, o NDCC Almirante Sabóia – G 25, o NT Almirante Gastão Motta – G 23 e o S Tamoio – S 31, integrando GT sob o comando do CA Carlos Augusto de Moura Resende, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra.

O navio esteve em Montevideo (Uruguai) entre 19 e 23/01 e Itajaí de 27 a 30/01.

Em 1º de fevereiro ao final da ASPIRANTEX-12 participou de um Desfile Naval, que ocorreu próximo da entrada da Baia da Guanabara, em homenagem ao Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer, que embarcou em 31 de janeiro em Itajaí-SC, realizando o trajeto até o Rio de Janeiro, no NDCC Almirante Sabóia. No navio já estavam embarcados o Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, e o Chefe do Estado-Maior da Esquadra, Contra-Almirante Paulo Ricardo Médici.

Em 1º de fevereiro, data da chegada dos navios que participaram da Operação ASPIRANTEX-12 ao Rio de Janeiro, prestou apoio ao NDCC Almirante Sabóia – G 25 durante a realização de um exercício de Incidente de Proteção Marítima.

Em 6 de fevereiro suspendeu da Ilha das Cobras por volta das 08:00h, para dar prosseguimento até o dia 14, com mais uma etapa da sua Avaliação Operacional, realizando a verificação do desempenho do equipamento MAGE ET/SLR-1 Defensor contra alvos aéreos. Durante essa mesma comissão, foi cumprido o programa especial de qualificação das operações aéreas noturnas, com o propósito de qualificar os Aviadores Navais do 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1) a bordo desse navio. Foram realizados um total de 119 pousos e decolagens e cerca de 40 horas de vôo, pelos pilotos do HA-1.

Entre 16 e 19 de abril realizou comissão, acompanhado das F Niterói - F 40 e Greenhalgh - F 46, para realizar testes com o primeiro míssil sup-sup Exocet MM-40 que recebeu um motor de produção nacional. O disparo foi realizado pelo Barroso no dia 18 de abril contra um alvo no limite do alcance, a uma distância de 38 milhas (70km). Os resultados obtidos nos testes foram melhores do que o esperado, com o motor superando as características do motor original. O tempo de queima do "sustainer" (o motor que leva o míssil até o alvo, depois da queima do "booster", que faz a primeira impulsão) chegou a 270 segundos. O motor original tem tempo de queima de 240 segundos.

O motor foi desenvolvido pela Avibras e contou com o apoio da MBDA fabricante dos Exocet e da Mectron que forneceu o equipamento de telemetria. O processo de desenvolvimento e certificação do motor nacional levou dois anos e envolveu cerca de 40 avaliações em bancada de testes.

Em 2 de maio suspendeu da BNRJ por volta das 10:00h seguindo para o litoral norte do Rio de Janeiro, retornando no dia 4 de maio e atracando no AMRJ por volta das 15:00h.

Entre os dias 23 e 30 de maio realizou exercícios na área marítima entre o Rio de Janeiro e Vitória com as F Greenhalgh - F 46 e Niterói - F 40. Esteve no porto de Vitória entre os dias 25 e 28/05.

Em junho prestou apoio às operações de segurança da convenção RIO+20 da ONU, realizada no Rio de Janeiro.

Em 12 de julho suspendeu do cais do AMRJ seguindo para o litoral norte do Rio de Janeiro (região dos Lagos), retornando no dia 13.

Participou da Operação TROPICALEX 2012, realizada entre os dias 23 de julho e 4 de agosto, na área marítima entre o Rio de Janeiro e a Bahia, junto com as F Greenhalgh – F 46, Bosisio – F 48, Niterói – F 40 e Independência - F 44, o NT Almirante Gastão Motta – G 23 e o S Tamoio – S 31. Participaram também aeronaves da ForAerNav, a Cv Caboclo – V 19, o NPa Gravataí – P 51 e os NV Albardão – M 20 e Anhatomirim – M 16, do 2º Distrito Naval, o NPa Guarujá – P 49 do 3º Distrito Naval, RbAM Almirante Guillobel - R 25 do 1º Distrito Naval, além de Lanchas da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro e uma aeronave P-3AM Orion da FAB. Foi visitado o porto de Salvador entre os dias 27 e 30 de julho.

Em 7 de setembro participou do Desfile Naval realizado na Orla do Rio de Janeiro em comemoração aos 190º Aniversário da Independência do Brasil da qual participaram o NVe Cisne Branco – U 20, o NDCC Almirante Sabóia – G 25, as F Niterói – F 40, Independência – F 44, União – F 45 e Bosísio - F 48, a Cv Barroso – V 34, o S Tamoio – S 31, o NHo Cruzeiro do Sul – H 38, os NPa Guaporé – P 45, Gurupi – P 47 e Macaé – P 70, o RbAM Almirante Guillobel – R 25, além da Cv ARA Gomez Roca – P 46, da Armada Argentina, e da F ROU Uruguay – ROU 01, da Armada Uruguaia. Também participaram do desfile aeronaves da Força Aeronaval.

Em 10 de setembro suspendeu da BNRJ para realizar comissão no exterior. O navio seguiu para a África do Sul junto com a F ROU Uruguai – ROU 1 e a Cv Espora – P 41 para participar das Operações ATLASUR IX com as Marinhas da Argentina e África do Sul e IBSAMAR com essas duas e a Marinha da Índia.

O navio suspendeu para essa comissão já com algumas modificações a luz das experiências adquiridas pela operação das fragatas União e Liberal no Mediterrâneo e da ação de outras marinhas contra pirataria e outras ameaças assimétricas, recebendo para isso uma lancha RHIB em substituição a baleeira de boreste e dois reparos de metralhadoras calibre .50 pol. nos bordos próximo as asas do passadiço. O comando dessa edição da IBSAMAR ficou sob a responsabilidade do Brasil e a função foi exercida pelo Comandante do Grupo-Tarefa brasileiro e do 1º Esquadrão de Escoltas, CMG Mario Lúcio Malchitzky, e seu Estado-Maior.

A Operação Naval multinacional ATLASUR IX, foi realizada no período de 24 de setembro a 09 de outubro, ao longo da costa sul-africana e contou com a participação dos seguintes meios navais, além da Barroso: F SAS Amatola - F 145 e o S SAS Queen Modjajdi I - S 103, da Marinha da África do Sul; Cv ARA Espora - P 41, da Armada da Argentina e a F ROU Uruguay - ROU 1, da Armada do Uruguai.

Estava embarcado o Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, CMG Marco Lucio Malschitzky, que exerceu a função de Comandante do Grupo-Tarefa Brasileiro na operação (CTG 19.1).

Entre 10 e 26 de outubro participou da Operação IBSAMAR III da qual também tomou a Marinha da India com o Contratorpedeiro INS Delhi - D 61 e e NApLog INS Deepak - A 50 e o Marinha da África do Sul com a F SAS Amatola - F 145, S SAS Queen Modjajdi I - S 103 e o CM SAS Umzimkulu - M 1142.

Em 26 de outubro, na Base Naval de Simonstown, recebeu a visita do Comandante da Marinha da África do Sul, Vice-Almirante Johannes Mudimu e de seu Chefe do Estado Maior, Contra-Almirante Robert "Rusty" Higgs.
Em 31 de outubro suspendeu de Capetown, chegando ao Rio de Janeiro e atracando na BNRJ no meio da tarde de 9 de novembro, encerrando assim mais uma comissão no exterior.

Foram visitados os portos de Simonstown (24 a 28/09, 08 a 15/10 e 26 a 27/10), Saldanha Bay (24 e 25/10) e Capetown (03 a 06/10, 19 a 22/10 e 27 a 31/10).

Participou da Operação Conjunta ATLANTICO III realizada entre os dias 19 e 30 de novembro na área marítima entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tendo como foco a linhas de comunicação marítima do sul e sudeste. A Força-Tarefa Componente, Comandada pelo CA Marcio Ferreira de Mello, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, foi formada pelo NDCC Almirante Sabóia – G 25 (capitania), F Niterói – F 40, Cv Barroso – V 34, NaPaOc Amazonas – P 120 e pelo NT Marajó – G 27.

Entre 10 e 13 de dezembro realizou exercícios ao largo do Rio de Janeiro junto com a F Niterói e o NT Marajó, entre outros navios, prestando apoio ao Curso de Guerra A/S e de Atualização para novos Comandantes. No dia 12 acompanhou o NAe São Paulo - A 12 que realizou um curta saida da barra para testes de máquina.

2013

Participou da Operação ASPIRANTEX-2013, realizada entre os dias 10 e 31 de janeiro. A operação foi realizada em cinco fases na área marítima entre o Rio de Janeiro e o Uruguai e contou com a participação do NDCC Almirante Sabóia – G 25, as F Niterói – F 40, União – F 45 e Greenhalgh – F 46, Cv Barroso – V 34, S Timbira – S 32 e Tikuna – S 34, NT Marajó – G 27 e o NPa Babitonga – P 63. Foi visitado o porto de Montevideo entre os dias 17 e 21 de janeiro e de Itajaí-SC entre os dias 25 e 27 de janeiro. Retornou ao Rio de Janeiro em 1º de fevereiro.

No dia 4 de março realizou PASSEX com a fragata francesa Aquitaine – D 650, que esteve no Rio de Janeiro entre os dias 27 de fevereiro e 4 de março, além do S Tikuna – S 34 e do NT Marajó – G 27.

Na primeira quinzena de julho participou da Operação ALBACORA AZUL, junto com a F Liberal e outros 9 navios, alem de aeronaves da ForAerNav e dois P-3AM Orion do 7º GAv da FAB. A operação que durou 10 dias efetuou patrulha na ZEE na área marítima do nordeste brasileiro com especial atenção para o entorno do Atol das Rocas, Fernando de Noronha e os arredores do arquipélago de São Pedro e São Paulo.

Entidade custodiadora

Procedência

Corveta Barroso.

Âmbito e conteúdo

Documentos relacionados a Corveta Barroso

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Condições de acesso

Livre

Condiçoes de reprodução

Sem restrição

Idioma do material

  • português do Brasil

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Identificador(es) alternativos

Pontos de acesso de assunto

Pontos de acesso local

Ponto de acesso nome

Pontos de acesso de gênero

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status

Final

Nível de detalhamento

Parcial

Datas de criação, revisão, eliminação

18/11/2013

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

Zona da incorporação

Assuntos relacionados

Pessoas e organizações relacionadas

Gêneros relacionados

Lugares relacionados