Fundo CTPARAÍBA - Contratorpedeiro Paraíba

Código de referência

RJDPHDM CTPARAÍBA

Título

Contratorpedeiro Paraíba

Data(s)

  • 1909 - 1946 (Produção)

Nível de descrição

Fundo

Dimensão e suporte

Suporte papel: A4
Suporte digital: .PDF

Nome do produtor

(1908 - s.d.)

História administrativa

O Contratorpedeiro Paraíba - CT 5 foi o terceiro navio a ostentar esse nome(1) na Marinha do Brasil, fazendo parte de uma série de 10 unidades da mesma classe que compunham o Plano Naval de 1906 concretizado pelo Ministro da Marinha Almirante Alexandrino Faria de Alencar. Foi construído pelo estaleiro Yarrow em Glasgow na Inglaterra. Teve sua quilha batida em 1908, foi lançado em 11 de julho de 1908 e incorporado em 31 de dezembro de 1909. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Afonso Fonseca Rodrigues.
1910 - Em 11 de junho, chegou ao Brasil, ficando subordinado à Divisão Naval do Centro, com base operacional no Rio de Janeiro, essa divisão era comandada em 1917 pelo Contra-Almirante Francisco de Mattos e era composta, além do contratorpedeiro Paraíba, pelos Encouraçados Minas Gerais e São Paulo e pelos Contratorpedeiros Amazonas, Para, Alagoas, Paraná e Mato Grosso.

Durante a Primeira Guerra Mundial o CT Paraíba foi designado para fazer parte da Divisão Naval de Operações de Guerra (DNOG), que era comandada pelo Contra-Almirante Pedro Max Fernando de Frontin e composta também pelos C Bahia - C 12 e Rio Grande do Sul - C 11 e pelos CT Piauí - CT 3, Rio Grande do Norte - CT 4 e Santa Catarina - CT 9. Era seu comandante o Capitão-de-Corveta Manuel José Nogueira da Gama, porém o mesmo foi acometido de doença em Cherbourg retornando ao Brasil, assumindo o comando, o seu imediato Capitão-Tenente Alberto de Lemos Bastos, que permaneceu no posto até o final do conflito mundial.

1913 - Em 6 de janeiro, deixou o Santa Cruz na Ilha das Cobras após sofrer pequenos reparos.
Em junho, esteve na Ilha Grande em exercício para adestramento de Estado-Maior.
Entre 8 e 26 de julho, foi docado no Dique Santa Cruz, na Ilha das Cobras para substituir diversos rebites no costado, raspar e pintar o fundo.
Em 12 de setembro, zarpou do Rio de Janeiro, para exercícios com a Esquadra na Ilha de São Sebastião. Participaram do exercício, que foi assistido pelo Presidente da Republica ,pelo Ministro da Marinha e comitiva, a bordo do Vapor Carlos Gomes, os E Minas Geraes, São Paulo, Floriano e Deodoro, os C Barroso, Bahia e Rio Grande do Sul, os Cruzadores-Torpedeiros Tupi, Tamoio e Timbira, os CT Amazonas, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, Paraná, e o Santa Catarina. Regressou ao Rio, em 12 de outubro, tendo estado em Santos.
Estava baseado no Rio de Janeiro e precisava de reparos.
Na época em que era comandado pelo CT Antônio Maria de Carvalho, realizou o salvamento do Navio-Escola finlandes Jumen Jontson.
No final do ano foi docado no Dique Santa Cruz para raspar e pintar o fundo.
1914 - Em 12 de janeiro, suspendeu do Rio de Janeiro, integrando a 4ª Divisão Naval junto com o Transporte Carlos Gomes e os CT Amazonas - CT 1, Para - CT 2, Piauhy - CT 3, Rio Grande do Norte - CT 4, Parahyba - CT 5, Alagoas - CT 6, Sergipe - CT 7, Paraná - CT 8, Santa Catarina - CT 9 e Mato Grosso - CT 10 para exercícios com a Esquadra no litoral de Santa Catarina. A 4ª Divisão, retornou ao Rio de Janeiro em 27 de fevereiro.

1918 - Em 30 de janeiro, foi escolhido para fazer parte da Divisão Naval de Operações de Guerra (DNOG), que era comandada pelo Contra-Almirante Pedro Max Fernando de Frontin e composta também pelos C Bahia - C 12 e Rio Grande do Sul - C 11 e pelos CT Rio Grande do Norte - CT 4, Piauhy - CT 7 e Santa Catarina - CT 9.
Em 9 de novembro, entrou em Gibraltar junto com a DNOG, escoltado pelo CT USS Israel - DD 98, da Marinha Americana.

Entidade custodiadora

Procedência

Âmbito e conteúdo

Documentos relacionados ao Contratorpedeiro Paraíba

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Condições de acesso

Livre

Condiçoes de reprodução

Sem restrição mediante preenchimento de termo de compromisso.

Idioma do material

  • português do Brasil

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Identificador(es) alternativos

Pontos de acesso de assunto

Pontos de acesso local

Ponto de acesso nome

Pontos de acesso de gênero

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status

Preliminar

Nível de detalhamento

Parcial

Datas de criação, revisão, eliminação

27/07/2018

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

Nota do arquivista

Inserido por CB-AD Letícia Chagas

Zona da incorporação

Assuntos relacionados

Pessoas e organizações relacionadas

Gêneros relacionados

Lugares relacionados